Em nota, Univasf relatou que aluno foi abordado nas proximidades da Igreja de Senhor do Bonfim, recebeu xingamentos e sofreu um disparo de arma de fogo; caso foi registrado junto às autoridades.
Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC
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O Colegiado de Licenciatura em História da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Campus Senhor do Bonfim (BA), divulgou um manifesto público de repúdio ao episódio envolvendo o estudante João Pedro de Carvalho Passos, ocorrido na noite desta sexta-feira (18).
Segundo o documento, o discente retornava para casa após participar de um evento político do partido de sua escolha e vestia uma camisa com o símbolo da agremiação. Nas proximidades da Igreja de Senhor do Bonfim, ele teria sido abordado por um homem que ainda não foi identificado.
De acordo com o relato apresentado pelo Colegiado, o indivíduo teria arremessado uma garrafa de cerveja contra o estudante de dentro de um veículo. O objeto não atingiu João Pedro. Em seguida, ainda conforme o manifesto, o homem teria descido do automóvel, proferido xingamentos e efetuado um disparo de arma de fogo contra o estudante.
O Colegiado afirma que João Pedro conseguiu se esquivar e deixar o local sem ser atingido. O caso teria sido posteriormente registrado junto às autoridades competentes por meio de boletim de ocorrência.
No manifesto, os professores classificam o episódio como um atentado contra a vida do estudante e apontam que o caso teria ocorrido por motivação político-partidária. O documento também expressa preocupação com episódios de intolerância política e defende que manifestações de preferência partidária ocorram de forma democrática e pacífica.
“Apelamos publicamente para que as autoridades competentes façam a devida investigação dos fatos ocorridos e possam punir o criminoso pelo atentado de homicídio praticado contra o nosso aluno”, afirma o Colegiado no documento.
Ao final, os docentes manifestam solidariedade a João Pedro de Carvalho Passos e reforçam o pedido de investigação e responsabilização do autor do ataque.
O manifesto é assinado pelos professores e professoras do Colegiado de Licenciatura em História da Univasf, por meio do coordenador do curso, professor Dr. José Eduardo Ferraz Clemente.














