Biometria facial, a tecnologia que traz mais segurança

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Reconhecimento facial é uma tendência que entra na relação de tecnologias que são normalmente associadas à ficção científica. Clássicos hollywoodianos, como Uma Odisseia no Espaço, de 1968; Minority Report, de 2002; e Missão Impossível, de 2015, exploraram no enredo essa ferramenta.

Embora o reconhecimento facial seja uma tecnologia recente no dia a dia das pessoas, os primeiros estudos relacionados ao tema começaram a ser realizados ainda na década de 1960. É o caso, por exemplo, das pesquisas feitas pelo matemático e cientista da computação Woodrow Bledsoe, que elaborou um sistema para ensinar um computador a identificar até dez fisionomias.

Como funciona a biometria facial?

O reconhecimento facial (ou biometria facial) é uma tecnologia que utiliza a Inteligência Artificial e outros algoritmos para reconhecer uma pessoa pelo rosto. Hoje, essa ferramenta é considerada um dos modos mais seguros de identificação e autenticação de usuários.

Do mesmo modo que a impressão digital, o rosto humano tem características próprias, individuais, o que faz com que ninguém tenha a mesma identidade facial.

E é justamente isso que garante a exatidão desse sistema, sendo possível a autenticação de dados de forma rápida, prática e segura.

As características faciais conseguem ser lidas mesmo quando há algum tipo de alteração no visual da pessoa, como um corte de cabelo, uma maquiagem diferenciada ou mesmo a barba.

O reconhecimento facial tem se tornado cada vez mais popular, sendo utilizado de diferentes formas para proteger ou facilitar a troca de informações.

A ferramenta é útil em outros contextos, como proteção de dados, desbloqueio da tela do celular, controle de fronteiras e de passageiros, bem como o fluxo de indivíduos em aeroportos e a identificação de pessoas desaparecidas.

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