Ministro da Fazenda disse em programa que conversaria com Receita para que produto fosse tratado como artigo cultural.
Por Painel S.A/Folha de S.Paulo

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A indústria nacional da música, que produz instrumentos e discos, cobra uma promessa feita pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda) de rever impostos que incidem sobre discos de vinil importados.
A Anafima (Associação Nacional da Indústria da Música) e a deputada Fernanda Pessoa (UB-CE) já pediram uma agenda com o ministro que, em entrevista ao podcast “Inteligência Ltda”, afirmou que não fazia sentido os discos terem enquadramento diferente de livros e que conversaria sobre isso com o secretário da Receita.
Apesar de defender os discos, a associação quer aproveitar a oportunidade para incluir na reivindicação os tributos incidentes sobre equipamentos musicais e de áudio em geral.
Somente no caso dos discos, itens de colecionador, que normalmente não integram o cadastro do programa Remessa Conforme, da Receita Federal, acabam custando 88,8% a mais devido à incidência de tributos. Os importados adquiridos dentro do programa custam, em média, 41% a mais, um pouco acima dos itens nacionais.