Neto é preso suspeito de matar a própria avó a facada dentro de casa em Salvador

FONTE: A Tarde

Suspeito foi identificado como Carlos Daniel de Lima Barbosa dos Santos.

Blog do Eloilton Cajuhy – BEC

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Eliete Paixão foi morta pelo próprio neto – 📷 Redes Sociais

Um jovem de 19 anos foi preso suspeito de matar a própria avó com um golpe de faca dentro da casa onde ela morava, no bairro de Cosme de Farias, em Salvador.

A vítima, identificada como Eliete Paixão dos Santos, de 58 anos, foi morta na tarde de quinta-feira (10). Já o suspeito, Carlos Daniel de Lima Barbosa dos Santos, foi preso na sexta-feira, 11, Segundo a Polícia Civil, ele foi apresentado à polícia e encaminhado para a unidade responsável pela investigação de homicídios.

Um adolescente de 17 anos também foi apreendido por suspeita de envolvimento no crime e levado para a Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI). A identidade dele não foi divulgada, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

De acordo com informações registradas na ocorrência, inicialmente a polícia recebeu a versão de que o adolescente teria sido chamado por Carlos Daniel para participar do homicídio. O jovem de 19 anos teria alegado que sofria maus-tratos da avó.

A mãe do adolescente, no entanto, apresentou uma versão diferente. Segundo ela, o filho teria apenas presenciado o momento em que Carlos Daniel matou Eliete e não participado da ação.

A Polícia Civil realiza oitivas e outras diligências para determinar as circunstâncias da morte, esclarecer a participação de cada envolvido e identificar a motivação do crime.

Registros policiais anteriores apontam um histórico de conflitos familiares. Quando tinha 16 anos, Carlos Daniel denunciou que sofria maus-tratos praticados pela avó.

Na ocasião, ele relatou que seria agredido por Eliete com objetos como barra de ferro, fios e pedaços de madeira.

Meses antes dessa denúncia, a própria Eliete também havia procurado a polícia para relatar que o neto sofria agressões físicas e verbais atribuídas ao pai dele.

Os registros fazem parte do histórico familiar, mas a Polícia Civil ainda investiga se esses episódios têm relação direta com a morte de Eliete.

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