Marcelo da Silva, de 40 anos, era morador de rua antes de ser preso por outros crimes. Na terça (11), foi indiciado pela morte da criança de 7 anos em uma escola particular em Petrolina, em 2015.
Por g1 PE e TV Globo
O homem apontado pela polícia como o assassino de Beatriz Angélica Mota, criança de 7 anos morta a facadas dentro de um colégio particular em Petrolina em 2015, nasceu em Araripina, no Sertão de Pernambuco, e era morador de rua antes de ser preso por outros crimes.
Marcelo da Silva teve o DNA novamente coletado na primeira semana de janeiro de 2022, ao ser levado para uma audiência no Fórum de Trindade, no Sertão do estado. A polícia disse que ele confessou ter matado Beatriz. Segundo o governo, a motivação foi silenciar a criança, que se assustou ao vê-lo com a faca.
A TV Globo teve acesso ao documento chamado folha de rosto, que reúne as informações sobre o histórico de prisões e crimes cometidos por um detento. Marcelo da Silva estava preso no Presídio de Salgueiro por ter cometido um roubo em Petrolina. Por esse crime, ele cumpre pena em regime semiaberto.
Marcelo também é acusado de um estupro de adolescente de 14 anos, ameaça e cárcere privado. Esses crimes foram cometidos em Ouricuri, outra cidade do Sertão pernambucano. No documento da Secretaria Executiva de Ressocialização de Pernambuco consta que o caso ainda não foi julgado.
Além disso, outro crime cometido por Marcelo Silva foi o de tentativa de roubo, em Trindade. Esse crime foi julgado, e ele cumpriu a pena em regime semiaberto.
O DNA encontrado na faca utilizada no crime, segundo o laudo pericial, é de Marcelo da Silva. Na terça-feira (11), após ser ouvido por delegados, ele foi indiciado.














