PF e CGU realizam operação contra desvio de dinheiro público; Juazeiro e Filadélfia estão entre os alvos da ação

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Esquema criminoso era formado por ex-gestores, vereadores, funcionários públicos, empresários, políticos e particulares das cidades onde ocorreram as apreensões.

Por g1 BA

PF e CGU realizam operação contra desvio de dinheiro público, fraude em licitações, lavagem de dinheiro e sonegação de impostos na BA — Foto: Divulgação/PF

Cerca de 24 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cidades do interior da Bahia, nesta terça-feira (18). O alvo da operação foi um grupo criminoso especializado em desvio de verba pública, fraude em licitações, corrupção, lavagem de dinheiro e sonegação de impostos.

Intitulada de Operação Piemonte, a ação foi realizada de forma conjunta entre a Polícia Federal e a Controladoria Geral da União na Bahia (CGU-BA). Os mandados foram cumpridos nas cidades de Juazeiro, Ourolândia, Capim Grosso, Várzea Nova e Filadélfia.

Além das apreensões, os suspeitos tiveram suas contas bloqueadas e servidores públicos supostamente envolvidos no esquema foram afastados.

Conforme a PF, o esquema criminoso era formado por ex-gestores, vereadores, funcionários públicos, empresários, políticos e particulares das cidades onde ocorreram as apreensões.

As investigações revelaram um esquema de fraude em licitações, principalmente no ramo de locação de veículos, com pagamento de propina a servidores e pessoas politicamente expostas, por meio de um elaborado esquema de lavagem de dinheiro, compra de veículos de luxo e até mesmo transferências de grandes quantias a laranjas e “testas de ferro”.

Ainda segundo as investigações, o grupo movimentou, ilegalmente, em um curto período, um valor que supera R$ 51 milhões.

PF e CGU realizam operação contra desvio de dinheiro público, fraude em licitações, lavagem de dinheiro e sonegação de impostos na BA — Foto: Divulgação/PF
  • Associação criminosa
  • Fraude à licitação
  • Desvio de recursos públicos
  • Sonegação de impostos
  • Lavagem de capitais
  • As penas podem chegar a 34 anos de reclusão.

Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal da Seção Judiciária da Bahia, especializada em organização criminosa e lavagem de capitais.

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