
Senhor do Bonfim é hoje uma cidade com 85 mil habitantes e tem uma arrecadação insuficiente para manutenção dos serviços públicos. Para governar a cidade, o Gestor Municipal tem que usar a técnica aliada à criatividade. Não existem recursos para empreguismo, pois seriam prejudicados os investimentos necessários para satisfação dos contribuintes.
Por ter uma população majoritariamente pobre, a Saúde pesa muito no orçamento, exigindo a busca constante de recursos fora. A educação também tem grande peso orçamentário, sendo um item que não pode ter cortes.
A nova Administração começou com estardalhaço, imaginando ainda estar em campanha. Para um trabalho sério seriam dispensáveis pirotecnias obsoletas. Temos hoje em Bonfim algo em torno de 15 mil eleitores que são o fiel da balança e tiram e botam no poder quem lhes for conveniente.
Esse eleitorado não se manifesta nas ruas e age em silêncio. Isso é bom, pois reforça o espírito democrático. Assim, nenhum grupo político bonfinense pode se dizer dono da situação. As últimas oito eleições são a prova viva do que afirmamos.
É bom que se deixe a demagogia de lado, bem como, não se use a argumentação bolsonarista de transferir responsabilidades.
Que se faça o melhor por nossa terra!!!














