O direito de se posicionar

Nem sempre ser agradável é ser justo consigo mesmo

Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC

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Foto: Pexels/Vallka

Durante muito tempo, muitas pessoas foram ensinadas a evitar conflitos a qualquer custo. A manter a educação acima de tudo, a não desagradar, a engolir incômodos para preservar a paz. Mas existe uma diferença importante entre ser gentil e se anular.

Nem todo desconforto precisa ser silenciado.

Há momentos em que se posicionar vai parecer desagradável — e tudo bem. Porque o que é realmente desconfortável é permitir, repetidas vezes, atitudes sem respeito, comentários invasivos ou comportamentos que ultrapassam limites.

Você não precisa poupar quem não se preocupa em poupar você.

Ser firme não é falta de educação. É autocuidado. É reconhecer que o seu espaço, seus sentimentos e sua paz têm valor. É entender que limites claros evitam desgastes desnecessários e ensinam as pessoas como você deve ser tratado.

Nem todo mundo vai gostar da sua postura — e isso também faz parte. Quem está acostumado com a sua tolerância pode estranhar quando você decide se impor. Mas isso não significa que você está errado.

Permitir-se ser “desagradável”, às vezes, é apenas deixar de ser permissivo.

E quando você aprende a se posicionar, algo muda: o respeito começa a aparecer — primeiro dentro de você, depois ao seu redor.

Porque no fim, não se trata de ser duro com os outros… mas de ser justo consigo mesmo.

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