Blog do Eloilton Cajuhy – BEC
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O incêndio na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na noite da quarta-feira (7), afetou diversos laboratórios que desenvolviam pesquisas no local. Entre os temas pesquisados estavam câncer, a Covid-19 e o transtorno do espectro autista (TEA).
Os danos ainda estão sendo levantados pelas equipes dos bombeiros e da instituição de ensino, mas a Reitoria estima prejuízo de R$ 100 milhões. A Polícia Federal investiga se o incêndio foi criminoso.
O prédio atingido pelas chamas é onde já funcionou o Restaurante Universitário e a Diretoria de Inovação e Empreendedorismo (Dine). Atualmente, o edifício de dois pavimentos abriga centros de pesquisa nas áreas de educação física, biologia e biomedicina.
A professora e doutora em Educação Física Melissa Leandro Celestino foi ao local do incêndio na manhã desta quinta-feira (8). Ela, que é servidora da UFPE, era uma das pesquisadoras que usavam um dos laboratórios afetados.
Ela e sua equipe desenvolviam pesquisas nas áreas de performance humana, comportamento motor, biomecânica, esportes, saúde, atividade física, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e autismo.
O incêndio vai ser investigado pela Polícia Federal (PF), que apura se foi uma ação criminosa. Em nota, a corporação informou que “equipe de peritos federais se deslocou para a UFPE, objetivando realizar exame do local”.














