Tricolor abusa da velocidade e define a partida em quatro contra-ataques fulminantes, com destaque para Régis, autor de dois gols

ÁGUA NA FERVURA
O Atlético-PR não esboçou qualquer sinal de reação na etapa final. Abatido e aparentando desgaste físico, a equipe paranaense foi presa fácil para o Tricolor, que apenas administrou a vantagem confortável estabelecida no primeiro tempo. Prova disso é que, quando resolveu acelerar o jogo, o Bahia chegou ao sexto gol com Edson, que havia tentado outras duas vezes em sequência antes de balançar as redes.
CHUVA DE GOLS
Sete gols no primeiro tempo? Ô, glória! Bahia e Atlético-PR fizeram um jogo alucinante na Fonte Nova, com muita intensidade e sem deixar o torcedor respirar. O Tricolor começou o jogo pressionando, mas os visitantes foram mais perigosos: com alas bem abertos, o Furacão alargou o campo, abriu a defesa do Bahia e levou perigo. Foi assim que inaugurou o placar, com Guilherme.
O Bahia empatou na bola parada, com Tiago fuzilando o gol de Weverton após cobrança de escanteio de Juninho. O Atlético-PR passou na frente novamente também em bola parada, com o zagueiro Marcão. Depois daí, só deu Bahia, que balançou as redes quatro vezes em sete minutos, aproveitando contra-ataques. Zé Rafael, Edigar Junio e Régis, duas vezes, marcaram.

FIM DE UMA TABU
Havia 15 anos que o Bahia não vencia em estreias na Série A. Em 2017, quitou essa dívida com juros. Em tarde inspirada do rápido quarteto ofensivo, o Tricolor triturou o Atlético-PR na Arena Fonte Nova e venceu por 6 a 2 usando, principalmente, a velocidade: a equipe de Guto Ferreira fez quatro gols em sete minutos, todos em jogadas de contra-ataque. Tiago, Zé Rafael, Edigar Junio, Edson e Régis, duas vezes, marcaram para o Bahia. Guilherme e Marcão descontaram para o Furacão.
*GloboEsporte/Ba













