Edilson ‘Capetinha’ é solto após prisão por dívida de pensão alimentícia

Segundo advogado do ex-jogador, um acordo judicial foi feito entre as partes envolvidas no processo. Edilson estava preso em Salvador desde terça-feira (15)

Edilson Capetinha sai da prisão após acordo judicial (Foto: SporTV/Reprodução)

O ex-jogador Edilson “Capetinha”, preso na última terça-feira (15) por falta de pagamento de pensão alimentícia, foi solto no início da noite desta sexta-feira (18). A informação foi confirmada pela assessoria da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) e pelo advogado do ex-atleta.

Segundo Eduardo Lima, advogado de Edilson, o alvará de soltura foi liberado depois que um acordo judicial com relação à dívida da pensão foi acertado entre as partes. Os detalhes do acordo não foram revelados.

Edilson foi preso por policiais baianos, na terça-feira, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara da Família, em Brasilia. O ex-jogador estava dentro de um shopping de Salvador quando foi abordado pela polícia. O valor que o ex-atleta deve de pensão não foi divulgado.

Após a prisão, o ex-jogador foi notificado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e teve alguns bens bloqueados, por conta de processos envolvendo dívidas trabalhistas de R$ 8 milhões a R$ 10 milhões relacionadas ao grupo ED10. A empresa pertencia a Edilson e familiares. A ação é referente a uma penhora unificada, ou seja, uma junção de todos os processos que tramitam contra ele na Justiça do Trabalho. O tribunal não detalhou quais os bens foram bloqueados, nem quantos eles valem.

Na última quinta-feira (17), Edilson havia sido transferido da Coordenadoria de Polícia Interestadual (Polinter) para o Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.

Histórico
Esta é a terceira vez que o ex-jogador é preso por conta de pensão alimentícia atrasada. A primeira vez foi em março de 2014, quando ele foi detido na Avenida Garibaldi, em Salvador. A segunda vez foi em julho de 2016, quando Edilson foi preso em Brasília, por deixar de pagar R$ 430 mil em pensão alimentícia.

*Por G1 BA

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