A dobermann Saraya demonstrou uma preocupação incomum com Alexander. Intrigada com a insistência da cachorra da família, a mãe do garoto, Kim, decidiu levar o filho ao médico.
Blog do Eloilton Cajuhy – BEC
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Uma cachorra da raça dobermann chamada Saraya teve um papel importante na descoberta de um problema cardíaco em Alexander, um bebê de seis meses, na Inglaterra.
Segundo relato da mãe, Kim Reynolds, de 41 anos, a cadela não desgrudava da criança e chorava sempre que era afastada. O comportamento insistente chamou a atenção da família e aumentou a preocupação da mãe, que decidiu levar o filho ao pronto-socorro do Royal Bournemouth Hospital.
Durante o atendimento, os médicos identificaram que o coração do bebê batia 280 vezes por minuto. Dois dias depois, Alexander recebeu o diagnóstico de síndrome de Wolff-Parkinson-White, uma condição cardíaca que pode provocar episódios de aceleração dos batimentos.
Após receber medicação para controlar o ritmo cardíaco, o menino foi transferido para o Poole Hospital, onde permaneceu internado por duas noites. Atualmente, faz uso de betabloqueadores para controlar os batimentos.
Recentemente, Saraya voltou a demonstrar preocupação com o bebê. Ao perceber o comportamento diferente da cadela, Kim verificou a criança e identificou sinais de irritação na garganta. Levado novamente ao hospital, Alexander foi diagnosticado com amigdalite bacteriana.
A mãe afirma que confia na atenção da cachorra, embora ela não tenha treinamento como animal de assistência. A experiência também despertou na família o interesse pela conscientização sobre doenças cardíacas em bebês.














