Bahia recebe primeiro projeto da Neoenergia para geração de energia solar distribuída

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Será construída uma usina solar com capacidade de geração de 3 MW de energia na região do Vale do Jequitinhonha.

Divulgação

Os moradores e empresários que atuam na área de concessão da Neoenergia Coelba, poderão comprar energia com custo mais competitivo a partir da entrada em operação da primeira usina solar de geração distribuída do grupo. O empreendimento, com capacidade de geração de 3 MW, será construído nas proximidades da Usina Hidrelétrica de Itapebi, também pertencente à empresa, localizada na região do Vale do Jequitinhonha.

“Esse projeto solar de geração distribuída em Itapebi alinha-se perfeitamente com a nossa visão de negócios centrada na sustentabilidade energética. Através dessa iniciativa, ampliaremos nossas ofertas e ofereceremos maior eficiência aos nossos futuros clientes. Esse empreendimento robustece os objetivos sustentáveis do nosso grupo, otimiza a alocação de recursos, promove investimentos em energia limpa e reforça a sustentabilidade do nosso negócio. Simultaneamente, ampliaremos a nossa carteira energética, impulsionando a nossa posição no mercado”, ressalta Fernando Torga, gerente de Promoção Eólica e Fotovoltaica da Neoenergia.

Nesse projeto, denominado GD Itapebi, a energia gerada será injetada na rede da distribuidora local, beneficiando a população e empreendimentos comerciais na região. A Neoenergia tem estudado e desenvolvido centrais solares de geração distribuída, uma abordagem descentralizada que integra a usina solar diretamente à rede de distribuição dos clientes.

Com a GD Itapebi, a Neoenergia inaugura uma nova era no desenvolvimento das energias sustentáveis no Brasil com um conceito inovador de aproveitamento de sítios e integração entre as áreas. Esse modelo poderá ser aplicado em outras centrais hidrelétricas do grupo.

“A implantação da usina reforça o papel como líder no setor energético. Essa abordagem, não apenas ampliará nossa capacidade de geração, mas também nos permitirá otimizar em escala locacional o uso de recursos naturais e reduzir nossa pegada de carbono, alinhando-nos com as metas de sustentabilidade e ESG”, declara Márcio Manus, gerente de Engenharia Civil e Novos Negócios da Neoenergia.

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