Agentes de Endemias seguem combatendo focos do mosquito da dengue em Senhor do Bonfim

FONTE: BLOG DO ELOILTON CAJUHY

Após as últimas chuvas que caíram em Senhor do Bonfim, equipes de Agentes de Endemias iniciaram o trabalho preventivo para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor potencial da dengue, chicungunya e zika vírus.

A ação vem sendo realizada em alguns pontos e imóveis considerados estratégicos para a proliferação da espécie, além de visitas domiciliares realizadas frequentemente, na busca de possíveis focos, e na tentativa de orientar a comunidade neste período pós-chuva.

Com este tipo de inspeção, os agentes conseguem identificar os criadouros e situações de infestação no município, o que permite que se direcione as próximas ações para as áreas consideradas como as mais críticas.

O tempo que o mosquito leva para se desenvolver a partir do ovo até se tornar adulto, é de sete a dez dias. Já nestes primeiros dias sem chuva, é possível que os agentes encontrem algumas larvas que de imediato são eliminadas.

A interrupção desse ciclo é a maneira mais eficaz de se evitar surtos das doenças que ele transmite. Importante lembrar que, mesmo com a ação da Secretaria Municipal de Saúde, através dos Agentes de Endemias, é de extrema importância que todos fiquem atentos e procurem por locais em que a água da chuva pode ter ficado represada em suas residências.

Como procurar os possíveis criadouros do mosquito?

Em apenas dez minutos em média, geralmente, são suficientes para fazer uma busca nos possíveis focos do mosquito após um período de chuvas. Levando-se em conta que a inspeção já seja parte da rotina na casa de todos, basta prestar um pouco mais de atenção em locais menos óbvios que podem acumular água.

A regra básica é uma só: Não deixar que a água fique parada em qualquer tipo de recipiente. Vidros, potes, pratos, vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhado ou até uma simples tampinha de garrafa podem armazenar água suficiente para se transformar em criadouros do Aedes Aegypti.

É bom lembrar também de manter recipientes como caixas d’agua, barris, tambores, tanques e cisternas devidamente fechados.

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