Bahia negocia parceria estratégica com a gigante chinesa BYD

Conversas avançadas envolvem naming rights do novo CT, possível patrocínio e aproximação global com o Grupo City.

Blog do Eloilton Cajuhy – BEC

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Foto: EC Bahia/Divulgação

O Bahia e a gigante chinesa BYD podem virar parceiros muito em breve. Informações de bastidores indicam que o Tricolor e a montadora chinesa estariam mantendo conversas que podem resultar em uma parceria estratégica. Em vez do patrocínio máster na camisa — espaço vago desde a saída da Viva Sorte —, a possibilidade mais forte é que o acordo envolva os naming rights do novo Centro de Treinamento e uma aproximação global com o Grupo City.

A informação da parceria foi divulgada pelo jornalista Pedro Sento Sé, que afirmou que as conversas já estão em estágio avançado, embora ainda não haja definição se o acordo envolverá a cota de patrocinador máster. O espaço está vago, o que aumenta a expectativa em torno de um novo acordo.

“O Bahia está em negociações avançadas para que a empresa de carros BYD seja seu novo patrocinador. Ainda não está definido se será o patrocinador máster, lembrando que o Bahia está com essa posição vaga, uma vez que a Viva Sorte deixou de patrocinar o clube”, afirmou.

“Existem grandes indícios de que isso já está sendo costurado. A fonte é fortíssima e, ao que tudo indica, o BYD em breve será o próximo patrocinador do Bahia”, completou.

Segundo o jornalista, a estratégia da montadora vai além de um acordo pontual com o clube baiano. A empresa estaria interessada em patrocinar o Grupo City como um todo, holding que administra o futebol do Bahia, e vê no clube tricolor uma peça-chave dessa aproximação.

“Esse campeonato na China é porque a BYD não vai patrocinar apenas o Bahia. A BYD vai patrocinar o Grupo City e também quer o Bahia. É uma maneira da empresa se aproximar dos clubes, fazendo esse campeonato e levando os clubes para lá”, explicou.

O CEO do City, Ferran Soriano, admitiu que o grupo estuda a possibilidade de vender os naming rights do CT, embora ainda não exista valor definido nem comprador formalmente interessado.

“Não existem ainda (acordos de venda dos naming rights), mas poderia existir. Estamos no começo desse projeto. Alguns dos nossos centros, os CFA, têm patrocinador. E poderia ser que o do Bahia também tivesse”, afirmou Soriano.

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