BLOG DO ELOILTON CAJUHY
Na manhã desta segunda-feira, 30 de março, a reportagem do Blog do Eloilton Cajuhy passou por algumas ruas e praças de Senhor do Bonfim para ver o cenário atual diante do isolamento imposto pela pandemia do novo coronavírus. O horário escolhido foi 7h, quando normalmente a cidade já está super movimentada.
Confira nas imagens o cenário que encontramos:

Rua Fernandes da Cunha – Sempre ostentou grande movimentação, pois é uma área de convergência com a Rua Mundo Novo, caminho para o Mercado Municipal, e Praça Augusto Sena Gomes.

Praça Augusto Sena Gomes – Local repleto de barracas, sempre foi bastante movimentada com grande fluxo de veículos e pessoas. Mas, a obrigação de fazer as pessoas ficarem em casa, deixa este cenário em plena manhã de segunda-feira.


Praça Dr. José Gonçalves – Conhecida como a praça dos bancos, onde estão instalados o Banco do Brasil e o Banco do Nordeste (lá também existiu o extinto Baneb), hoje tem este cenário. O local atrai centenas de pessoas diariamente também por ser uma área bem comercializada.


Largo do Calçadão – Talvez o local mais movimentado de Senhor do Bonfim, carrega um colorido especial, principalmente pela grande quantidade de estudantes que passam por ali. A suspensão das aulas, deixa esta parte importante da cidade praticamente deserta em pleno início de semana, tanto no sentido Rua Rui Barbosa, como no sentido Catedral Diocesana.

Avenida 2 de Julho – A maior avenida da cidade tem seus dias muito movimentados. Mas nesta segunda-feira, o cenário repete as demais imagens da cidade. Tudo parado.

Praça Nova do Congresso – Local encantador, a Praça Nova também sente o abandono necessário por parte das pessoas que precisam se proteger. Nesses dias, apenas uns poucos bonfinenses passam por lá em suas atividades físicas. Nada de alunos, nada de pessoas que por lá passam tomando rumos distintos.

Avenida Antonio Laurindo – Chamada de Avenida Quelebreu no passado, a entrada e saída da cidade também reflete o momento de isolamento vivido por todos. Marcada pelo grande fluxo de veículos em constantes idas e voltas, ultimamente ela serve de passagem apenas para bonfinenses, com poucos registros de pessoas que vêm de muitos outros lugares a negócios ou simplesmente viver essa maravilha de cidade.
O momento é de muita preocupação e prevenção. Hoje, esta cidade adormecida em um pedaço dos mais gigantes e valorosos da Bahia se recolhe para se proteger. Mas, amanhã, quando a tempestade passar, todos nós estaremos juntos para darmos sequência a esta história de sucesso construída por bonfinenses e muitas pessoas que vieram de outros pontos do país e aqui encontraram seu verdadeiro abrigo. Para o nosso bem e de todos que amam esta terra, fica em casa BONFIM!













