
O governador Rui Costa, acompanhado do ministro da Integração, Gilberto Occhi, e do prefeito de Salvador, ACM Neto, sobrevoou, na manhã desta terça-feira (28), a capital baiana para avaliar os impactos das chuvas que atingem a cidade. Eles se reuniram no gabinete do governador e, juntos, concederam uma entrevista à imprensa no auditório da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), sobre as medidas que serão tomadas para diminuir os prejuízos e minimizar os danos à população soteropolitana e também do interior baiano.
Segundo o governador, homens do Exército vão auxiliar na retirada de moradores de áreas ameaçadas. “Depois desse sobrevoo, pudemos notar e mapear pelo menos dez áreas mais críticas em Salvador, que ficam em bairros como São Caetano, San Martin, Subúrbio, Fazenda Grande e Pau da Lima. Agora o nosso esforço maior é o de elaborar ações de prevenção e de salvamento de vidas, com atuação do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Defesas Civis federal, estadual e municipal. A partir de hoje também será solicitada ajuda do Exército, inclusive para a remoção das famílias e de mobiliários e pertences que estão em casas ameaçadas pelas chuvas”, disse Rui Costa.
Durante a reunião no gabinete, por telefone, a presidente Dilma Rousseff reforçou o apoio à Bahia e afirmou que o Exército segue à disposição para atender às necessidades dos baianos enquanto as chuvas continuarem atingindo o estado. Depois do encontro, ao lado do ministro e do prefeito, Rui Costa anunciou as medidas emergenciais para a cidade de Salvador.
Auxílio à população – O ministro da Integração afirmou que trouxe, por parte da presidente Dilma Rousseff, uma mensagem de solidariedade às famílias que perderam seus entes queridos. “Viemos aqui , principalmente, para que não haja mais perdas de vidas humanas e o Exército Brasileiro será convocado para ajudar nesse serviço, junto aos bombeiros, Polícia Militar e Defesa Civil das três instâncias. Essas pessoas receberão kits humanitários, de limpeza pessoal e dormitório para que tenham o mínimo da sua condição de vida seja recomposto”. Occhi explicou também que o Ministério da Integração vai trabalhar para medidas de curto prazo e emergenciais, enquanto o Ministério das Cidades será acionado para medidas de médio e longo prazo.
*SECOM-BA












