Pedro, estou um pouco menos feliz

*Por Marcos Cesário

Ouço, cotidianamente, falar de algumas pessoas que morrem – enfim, todos morrem – e não lamento pela maioria dos mortos recentes que conheci em vida. Mas você, Pedro Castor, eu, sinceramente, lamento a sua morte.

Pedro, você não era daquelas pessoas que impressionavam as outras pessoas com feitos grandiosos e originais – e quem precisa de tanta “grandeza”? – mas impressionava, ao menos a mim, pela sua ingenuidade, pelo seu jeito menino de dizer e fazer as coisas: e isto não é pouca coisa.
Pedro, sabendo que você não está mais aqui, fico, neste dia, um pouco menos feliz.

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