{"id":97985,"date":"2026-09-01T14:36:35","date_gmt":"2026-09-01T17:36:35","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=97985"},"modified":"2026-09-01T14:36:37","modified_gmt":"2026-09-01T17:36:37","slug":"mes-de-conscientizacao-da-esclerose-multipla-pesquisa-inedita-aponta-que-maior-desafio-do-paciente-e-a-perda-invisivel-de-autonomia-ao-longo-da-jornada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/mes-de-conscientizacao-da-esclerose-multipla-pesquisa-inedita-aponta-que-maior-desafio-do-paciente-e-a-perda-invisivel-de-autonomia-ao-longo-da-jornada\/","title":{"rendered":"M\u00eas de Conscientiza\u00e7\u00e3o da Esclerose M\u00faltipla: pesquisa in\u00e9dita aponta que maior desafio do paciente \u00e9 a perda invis\u00edvel de autonomia ao longo da jornada"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Levantamento mostra que o impacto da esclerose m\u00faltipla vai al\u00e9m dos sintomas cl\u00ednicos e afeta mobilidade, trabalho, rotina e capacidade de manter uma vida independente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Blog do Eloilton Cajuhy \u2013 BEC<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#x1f4f2;\u00a0<a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaAT7tDLI8Yfj5y9Z50Z\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">Siga o canal do BEC no WhatsApp<\/mark><\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/Esclerose-multipla.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"453\" height=\"680\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/Esclerose-multipla.jpg?resize=453%2C680&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-97986\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/Esclerose-multipla.jpg?w=453&amp;ssl=1 453w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/Esclerose-multipla.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w\" sizes=\"(max-width: 453px) 100vw, 453px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>&#x1f4f7; Divulga\u00e7\u00e3o<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para quem convive com a esclerose m\u00faltipla (EM), o maior desafio nem sempre \u00e9 vis\u00edvel. Ele aparece quando tarefas simples passam a exigir planejamento, quando o medo da progress\u00e3o da doen\u00e7a interfere nas decis\u00f5es pessoais e profissionais ou quando barreiras para acessar o tratamento obrigam o paciente a reorganizar a pr\u00f3pria vida. \u00c9 essa perda gradual de autonomia que emerge como um dos principais impactos da doen\u00e7a em uma pesquisa in\u00e9dita sobre a jornada das pessoas com esclerose m\u00faltipla no Brasil, realizada pela HSR Health, empresa parte do HSR Specialist Researchers, maior grupo independente de pesquisa de mercado do pa\u00eds em parceria com a Roche Farma Brasil, com apoio da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Esclerose M\u00faltipla (ABEM).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sete em cada dez pacientes vivem muito ou extremamente preocupados com a progress\u00e3o da doen\u00e7a. Al\u00e9m disso, 41,2% afirmam ter deixado de realizar ou precisaram remarcar o tratamento por dificuldades de acesso, como burocracia dos planos de sa\u00fade ou falta de medica\u00e7\u00e3o. Os resultados revelam que o impacto da esclerose m\u00faltipla vai al\u00e9m das manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, comprometendo a continuidade do cuidado e diferentes aspectos da vida cotidiana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Compreender a import\u00e2ncia da perda gradual da autonomia no cotidiano de quem vive a doen\u00e7a \u00e9 fundamental para que pacientes, profissionais de sa\u00fade e todo o ecossistema de cuidado consigam direcionar esfor\u00e7os para aquilo que realmente faz diferen\u00e7a na qualidade de vida. A pesquisa nos mostra que a esclerose tem impactos significativos n\u00e3o s\u00f3 na sa\u00fade f\u00edsica, mas tamb\u00e9m na sa\u00fade emocional e psicol\u00f3gica dos entrevistados\u201d, afirma Brunno Mattos, s\u00f3cio-diretor da HSR Health.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A esclerose m\u00faltipla \u00e9 uma doen\u00e7a inflamat\u00f3ria cr\u00f4nica e autoimune do sistema nervoso central, na qual o sistema imunol\u00f3gico ataca a mielina, estrutura que reveste e protege as fibras nervosas, prejudicando a comunica\u00e7\u00e3o entre o c\u00e9rebro e o restante do corpo. Acomete, principalmente adultos jovens em plena fase produtiva da vida. Entre os sintomas est\u00e3o fadiga, altera\u00e7\u00f5es cognitivas e limita\u00e7\u00f5es motoras. Segundo a ABEM, cerca de 40 mil brasileiros convivem com a doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA esclerose m\u00faltipla \u00e9 mais comum em mulheres jovens, justamente em um momento muito importante da vida, quando est\u00e3o formando uma fam\u00edlia, construindo uma carreira e fazendo planos para o futuro. A doen\u00e7a pode evoluir ao longo do tempo, cada dia sem o diagn\u00f3stico correto e o in\u00edcio do tratamento pode comprometer fun\u00e7\u00f5es como for\u00e7a, equil\u00edbrio, vis\u00e3o, coordena\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria. Hoje sabemos que o diagn\u00f3stico precoce e o tratamento adequado s\u00e3o as melhores formas de controlar a doen\u00e7a, reduzir o risco de incapacidade e preservar a qualidade de vida dos pacientes&#8221;, alerta o neurologista Rodrigo Kleinpaul.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As dificuldades come\u00e7am ainda antes do diagn\u00f3stico. Mais da metade dos entrevistados (56,8%) recebeu um diagn\u00f3stico incorreto antes da confirma\u00e7\u00e3o da esclerose m\u00faltipla. Al\u00e9m disso, 26,6% esperaram mais de cinco anos pelo diagn\u00f3stico definitivo e 14,1% levaram uma d\u00e9cada ou mais entre os primeiros sintomas e a confirma\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, o que pode atrasar o in\u00edcio do tratamento e favorecer a progress\u00e3o da incapacidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo ap\u00f3s o diagn\u00f3stico, a rotina permanece marcada por obst\u00e1culos. A pesquisa mostra que 73,4% dos pacientes entrevistados deixaram de realizar atividades que gostariam por quest\u00f5es emocionais e 41,6% evitam encontros sociais com frequ\u00eancia. A doen\u00e7a tamb\u00e9m afeta a vida profissional: 72,8% relatam preju\u00edzos na renda ou nas oportunidades de crescimento, enquanto 32,6% afirmam ter escondido o diagn\u00f3stico no ambiente de trabalho por medo de preconceito ou demiss\u00e3o. Al\u00e9m disso, 85,6% convivem com gastos mensais extras relacionados \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar desses desafios, os dados revelam que qualidade de vida para quem convive com a EM est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 mobilidade e \u00e0 autonomia para manter a rotina (61%). Para alcan\u00e7ar essa independ\u00eancia, os pacientes elencam prioridades pr\u00e1ticas muito claras: 46% focam no acesso ao tratamento e cuidado, 44% no controle de sintomas e estabilidade, 32% na mobilidade e capacidade f\u00edsica e 29% na autonomia e rotina. No fim do dia, mais do que uma ideia abstrata de bem-estar, a busca \u00e9 por preservar o trabalho, o conv\u00edvio familiar e a capacidade de tomar as pr\u00f3prias decis\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os resultados desse levantamento nos d\u00e3o um alerta claro: tratar a esclerose m\u00faltipla vai muito al\u00e9m de controlar sintomas em consult\u00f3rio. Precisamos ouvir atentamente o paciente para entender suas maiores preocupa\u00e7\u00f5es e encontrar caminhos de cuidado que respeitem seu estilo de vida e suas demandas cl\u00ednicas. \u00c9 essa escuta que nos permite reduzir o fardo associado \u00e0 doen\u00e7a, unindo o ecossistema de sa\u00fade em torno do que realmente importa: devolver ao paciente sua autonomia e o controle da pr\u00f3pria rotina\u201d, comenta Michelle Fabiani, diretora m\u00e9dica da Roche.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento mostra que o impacto da esclerose m\u00faltipla vai al\u00e9m dos sintomas cl\u00ednicos e afeta mobilidade, trabalho, rotina e capacidade de manter uma vida independente. Blog do Eloilton Cajuhy \u2013 BEC &#x1f4f2;\u00a0Siga o canal do BEC no WhatsApp Para quem convive com a esclerose m\u00faltipla (EM), o maior desafio nem sempre \u00e9 vis\u00edvel. Ele aparece [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":97986,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-97985","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude"],"acf":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"publishpress_future_workflow_manual_trigger":{"enabledWorkflows":[]},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/Esclerose-multipla.jpg?fit=453%2C680&ssl=1","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97985","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=97985"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97985\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":97987,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97985\/revisions\/97987"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/97986"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=97985"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=97985"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=97985"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}