{"id":87482,"date":"2025-05-06T00:10:00","date_gmt":"2025-05-06T03:10:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=87482"},"modified":"2025-05-05T20:21:26","modified_gmt":"2025-05-05T23:21:26","slug":"pilula-do-dia-seguinte-rivotril-e-tadalafila-os-perigos-ocultos-da-automedicacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/pilula-do-dia-seguinte-rivotril-e-tadalafila-os-perigos-ocultos-da-automedicacao\/","title":{"rendered":"P\u00edlula do dia seguinte, Rivotril e Tadalafila: os perigos ocultos da automedica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Inflexibilidade de alguns pacientes \u00e9 um obst\u00e1culo para barrar a automedica\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por Pedro Hijo\/A Tarde<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Saiba-os-perigos-da-automedicacao-remedios-medicamentos-Foto-Uendel-Galter-Ag.-A-TARDE.jpeg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"760\" height=\"507\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Saiba-os-perigos-da-automedicacao-remedios-medicamentos-Foto-Uendel-Galter-Ag.-A-TARDE.jpeg?resize=760%2C507&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-87483\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Saiba-os-perigos-da-automedicacao-remedios-medicamentos-Foto-Uendel-Galter-Ag.-A-TARDE.jpeg?w=760&amp;ssl=1 760w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Saiba-os-perigos-da-automedicacao-remedios-medicamentos-Foto-Uendel-Galter-Ag.-A-TARDE.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 760px) 100vw, 760px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>Saiba os perigos da automedica\u00e7\u00e3o &#8211; Foto: Uendel Galter | Ag. A TARDE<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Quase todos os dias, a neurologista baiana Priscila Leite enfrenta o mesmo desafio: explicar aos pacientes que rem\u00e9dios n\u00e3o devem ser tomados sem prescri\u00e7\u00e3o profissional. &#8220;Eu atendo pessoas que tomam analg\u00e9sico por conta pr\u00f3pria todos os dias h\u00e1 anos. Usam como se fosse bala&#8221;, afirma. A situa\u00e7\u00e3o se repete em todo o pa\u00eds. Nove em cada dez brasileiros tomam medicamentos sem requisi\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Os dados da \u00faltima pesquisa ICTQ\/Datafolha sobre o tema, publicada no ano passado, apontam para um h\u00e1bito que pode mascarar doen\u00e7as graves e retardar o tratamento adequado, o que pode resultar no agravamento do quadro cl\u00ednico.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Priscila, o uso abusivo de medica\u00e7\u00f5es altera os moduladores de dor em casos de enxaqueca. Uma dor de cabe\u00e7a espor\u00e1dica pode se tornar uma doen\u00e7a cr\u00f4nica por causa da neglig\u00eancia. &#8220;\u00c9 por isso que as pessoas acham que o corpo se acostumou depois de muito uso e aquele rem\u00e9dio n\u00e3o faz mais efeito&#8221;, explica a neurologista refor\u00e7ando que, na verdade, \u00e9 o excesso da medica\u00e7\u00e3o que torna o paciente mais sens\u00edvel \u00e0quele desconforto.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaAT7tDLI8Yfj5y9Z50Z\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">Siga nosso canal no WhatsApp e veja mais not\u00edcias<\/mark><\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Outro fator comum entre as pessoas que se automedicam \u00e9 trocar o atendimento especializado pela ajuda de pessoas pr\u00f3ximas e leigas, como amigos ou parentes, ou consultas \u00e0 internet. O m\u00e9dico ginecologista Jos\u00e9 Carlos Macedo testemunha pacientes que, sem devido diagn\u00f3stico, compram medica\u00e7\u00f5es ap\u00f3s ouvir sobre a experi\u00eancia de outra pessoa ou consultarem o Google. &#8220;A blogueira, a m\u00e3e, as amigas recomendam uma terapia hormonal e a paciente copia, ignorando os riscos&#8221;, diz Jos\u00e9. Ele alerta que a atitude pode culminar em um aumento do risco de trombose.<\/p>\n\n\n\n<p>A p\u00edlula do dia seguinte em livre demanda tamb\u00e9m pode ser um problema, de acordo com o m\u00e9dico. O m\u00e9todo contraceptivo de emerg\u00eancia \u00e9 usado para prevenir uma gravidez indesejada ap\u00f3s uma rela\u00e7\u00e3o sexual desprotegida ou a falha de outro m\u00e9todo, como o rompimento do preservativo, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>Jos\u00e9 Carlos afirma que quanto mais se usa a p\u00edlula, maiores s\u00e3o as chances de gravidez. &#8220;Voc\u00ea d\u00e1 uma carga hormonal exagerada para que o colo do \u00fatero fique hostil e possa barrar a ovula\u00e7\u00e3o&#8221;, explica. &#8220;Ela impede que o espermatozoide chegue ao \u00f3vulo, mas, se ele j\u00e1 chegou, a p\u00edlula n\u00e3o tem efeito abortivo&#8221;. Jos\u00e9 Carlos diz ainda que o m\u00e9todo n\u00e3o deve ser usado de forma regular, pois cont\u00e9m alta dose de horm\u00f4nios e pode causar efeitos colaterais como n\u00e1usea, dor de cabe\u00e7a e altera\u00e7\u00f5es no ciclo menstrual.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">O v\u00edcio em rem\u00e9dios para dormir<\/mark><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A inflexibilidade de alguns pacientes \u00e9 um obst\u00e1culo para barrar a automedica\u00e7\u00e3o segundo a neurologista Priscila Leite. &#8220;As pessoas n\u00e3o querem mudar h\u00e1bitos e preferem uma f\u00f3rmula que resolva tudo&#8221;, afirma. Em casos de dificuldades para dormir, Priscila \u00e9 taxativa quanto a import\u00e2ncia da ado\u00e7\u00e3o de um estilo de vida mais saud\u00e1vel para uma real mudan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela explica que inserir atividade f\u00edsica e uma alimenta\u00e7\u00e3o mais nutritiva pode melhorar a qualidade do sono e inibir a necessidade do uso de medica\u00e7\u00e3o. &#8220;Mas, no geral, os pacientes acham isso muito dif\u00edcil e preferem um rem\u00e9dio para apagar e dormir&#8221;, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p>A m\u00e9dica explica que os benzodiazep\u00ednicos est\u00e3o dispon\u00edveis nas farm\u00e1cias como uma op\u00e7\u00e3o terap\u00eautica para tratar quadros psiqui\u00e1tricos, como a ansiedade. Com o tempo, no entanto, a experi\u00eancia cl\u00ednica e os estudos revelaram que o uso dessas medica\u00e7\u00f5es requer uma s\u00e9rie de cuidados. O clonazepam, por exemplo, comercializado no Brasil sob o nome de Rivotril, \u00e9 hoje um dos medicamentos mais consumidos no pa\u00eds, de acordo com a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa).<\/p>\n\n\n\n<p>A principal recomenda\u00e7\u00e3o da neurologista \u00e9 limitar o uso a per\u00edodos curtos, preferencialmente de poucos dias, ou em situa\u00e7\u00f5es pontuais de emerg\u00eancia, sempre com acompanhamento m\u00e9dico rigoroso. O uso cont\u00ednuo desses medicamentos por semanas ou meses, sem o devido controle, pode levar \u00e0 toler\u00e2ncia \u2013 o que significa que o organismo passa a precisar de doses cada vez maiores para alcan\u00e7ar o mesmo efeito. &#8220;Neste caso, a minha conduta \u00e9 tratar a ins\u00f4nia, fazer o desmame e cuidar do transtorno de ansiedade&#8221;, fala Priscila.<\/p>\n\n\n\n<p>A neurologista explica que nem toda dor de cabe\u00e7a exige uma ida imediata ao consult\u00f3rio m\u00e9dico. Em casos mais simples \u2013 como dores tensionais e sem sintomas associados \u2013 n\u00e3o h\u00e1 necessidade urgente de buscar atendimento especializado. \u201cSe a dor \u00e9 isolada, sem enjoo, v\u00f4mito, sensibilidade \u00e0 luz ou ao som, pode ser apenas uma dor de cabe\u00e7a comum\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, ela alerta que o quadro muda se houver frequ\u00eancia e sintomas adicionais. \u201cTr\u00eas crises por m\u00eas durante tr\u00eas meses j\u00e1 \u00e9 um sinal claro de que \u00e9 preciso procurar um neurologista\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">Tadalafila antes do treino? Urologista faz alerta<\/mark><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Outro medicamento altamente comercializado no pa\u00eds, com consumo estimulado na internet e comumente usado sem prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica \u00e9 a tadalafila. O rem\u00e9dio, que ficou famoso no Brasil como &#8220;tadala&#8221;, \u00e9 usado principalmente para tratar disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til. No entanto, como explica o urologista Anderson Luttigards, h\u00e1 um uso indiscriminado do medicamento por parte de homens que buscam um suposto aumento do desempenho sexual de maneira artificial. &#8220;Eles acabam usando doses muito maiores do que \u00e9 prescrito habitualmente&#8221;, conta. Segundo o m\u00e9dico, o perfil de uso da tadalafila mais comum s\u00e3o pacientes jovens, em torno dos 20 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da procura pela performance sexual, h\u00e1 quem use o medicamento antes de praticar exerc\u00edcios, pontua Anderson. Esse recorte chama a aten\u00e7\u00e3o do especialista pelo uso indiscriminado cada vez mais evidente em consult\u00f3rio. &#8220;Como o rem\u00e9dio \u00e9 um agente vasodilatador, algumas pessoas tem feito uso para gerar uma esp\u00e9cie de vasodilata\u00e7\u00e3o da musculatura&#8221;, diz. &#8220;S\u00f3 que n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancia de efeito e eu percebo um n\u00famero grande de pacientes usando&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>O consumo indiscriminado do medicamento, especialmente sem orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, pode trazer riscos s\u00e9rios \u00e0 sa\u00fade. \u201cPacientes com patologias n\u00e3o conhecidas podem ter problemas graves, como altera\u00e7\u00f5es card\u00edacas ocultas ou disfun\u00e7\u00e3o renal\u201d, alerta o urologista. Ele ainda destaca que a automedica\u00e7\u00e3o favorece intera\u00e7\u00f5es perigosas com outros rem\u00e9dios e, mesmo em pessoas saud\u00e1veis, o uso abusivo pode levar ao aumento da dose e da frequ\u00eancia sem necessidade cl\u00ednica.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">Brasileiros viciados em rem\u00e9dio<\/mark><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Outra subst\u00e2ncia usada de forma recreativa por pacientes e que se tornou uma dor de cabe\u00e7a para os especialistas nos consult\u00f3rios s\u00e3o os antibi\u00f3ticos. Alguns pacientes usam o medicamento assim que surge um sintoma, sem qualquer prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. De acordo com Anderson, o h\u00e1bito s\u00f3 atrapalha o tratamento da doen\u00e7a. &#8220;\u00c9 perigoso porque favorece o surgimento de bact\u00e9rias mais resistentes&#8221;, explica. &#8220;Com isso, tratar infec\u00e7\u00f5es se torna muito mais dif\u00edcil, podendo at\u00e9 exigir interna\u00e7\u00e3o hospitalar para receber medica\u00e7\u00e3o intravenosa&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>O costume de tomar antibi\u00f3ticos de forma inadequada encontra um dificultador na resolu\u00e7\u00e3o da Anvisa de 2010 que determina que a venda do medicamento s\u00f3 pode ocorrer mediante apresenta\u00e7\u00e3o de receita m\u00e9dica. Por\u00e9m, o ginecologista Jos\u00e9 Carlos Macedo alerta que ainda existem estabelecimentos que efetuam a venda sem tanto controle. &#8220;\u00c9 algo que precisamos observar porque o uso de antibi\u00f3ticos sem acompanhamento pode dificultar e prolongar tratamentos&#8221;, avisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Abrir m\u00e3o da consulta m\u00e9dica e preferir o aconselhamento da internet pode ser uma fuga encontrada por pessoas transexuais com receio da discrimina\u00e7\u00e3o ainda presente em parte dos servi\u00e7os de sa\u00fade. Essa pr\u00e1tica, embora compreens\u00edvel diante do preconceito, exp\u00f5e esses pacientes aos riscos da automedica\u00e7\u00e3o. Jos\u00e9 Carlos compreende a situa\u00e7\u00e3o, no entanto diz que o problema n\u00e3o est\u00e1 apenas relacionado \u00e0 identidade de g\u00eanero, mas a uma cultura mais ampla no Brasil. \u201cA automedica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o social, n\u00e3o importa o g\u00eanero. As pessoas perguntam ao amigo, ao Google, se baseiam na experi\u00eancia do outro e isso \u00e9 um perigo\u201d, diz.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inflexibilidade de alguns pacientes \u00e9 um obst\u00e1culo para barrar a automedica\u00e7\u00e3o. Por Pedro Hijo\/A Tarde Quase todos os dias, a neurologista baiana Priscila Leite enfrenta o mesmo desafio: explicar aos pacientes que rem\u00e9dios n\u00e3o devem ser tomados sem prescri\u00e7\u00e3o profissional. &#8220;Eu atendo pessoas que tomam analg\u00e9sico por conta pr\u00f3pria todos os dias h\u00e1 anos. 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