{"id":83558,"date":"2024-10-13T21:23:03","date_gmt":"2024-10-14T00:23:03","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=83558"},"modified":"2024-10-13T21:23:05","modified_gmt":"2024-10-14T00:23:05","slug":"morre-o-publicitario-washington-olivetto-criador-do-garoto-bombril-e-da-democracia-corintiana-aos-73","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/morre-o-publicitario-washington-olivetto-criador-do-garoto-bombril-e-da-democracia-corintiana-aos-73\/","title":{"rendered":"Morre o publicit\u00e1rio Washington Olivetto, criador do garoto Bombril e da Democracia Corintiana, aos 73"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Premiado, foi um dos maiores nomes da categoria, com cria\u00e7\u00f5es como &#8216;Casal Unibanco&#8217;, &#8216;Cachorrinho da Cofap&#8217; e &#8216;Meu Primeiro Suti\u00e3&#8217;, da Valis\u00e8re<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Blog do Eloilton Cajuhy<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/O-publicitario-Washington-Olivetto-Foto-Adriano-Vizoni-Adriano-Vizoni-Folhapress.jpeg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"760\" height=\"507\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/O-publicitario-Washington-Olivetto-Foto-Adriano-Vizoni-Adriano-Vizoni-Folhapress.jpeg?resize=760%2C507&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-83559\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/O-publicitario-Washington-Olivetto-Foto-Adriano-Vizoni-Adriano-Vizoni-Folhapress.jpeg?w=760&amp;ssl=1 760w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/O-publicitario-Washington-Olivetto-Foto-Adriano-Vizoni-Adriano-Vizoni-Folhapress.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 760px) 100vw, 760px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>O publicit\u00e1rio Washington Olivetto &#8211; Adriano Vizoni\/Adriano Vizoni\/Folhapress<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Washington Olivetto era o maior garoto-propaganda de si mesmo. E poderia haver algu\u00e9m melhor? O publicit\u00e1rio, que morreu neste domingo (13), \u00e0s 17h15, aos 73 anos, seduzia (&#8220;Publicidade \u00e9 sedu\u00e7\u00e3o&#8221;, costumava dizer), provocava e alegrava o Brasil com seu trabalho e sentia um prazer especial em falar sobre sua vida, sua hist\u00f3ria e seus feitos \u2014 que n\u00e3o s\u00e3o poucos.<\/p>\n\n\n\n<p>O publicit\u00e1rio ficou quase cinco meses internado no hospital Copa Star, no Rio, por complica\u00e7\u00f5es pulmonares. Morreu de fal\u00eancia m\u00faltipla de \u00f3rg\u00e3os. At\u00e9 a conclus\u00e3o deste texto n\u00e3o havia informa\u00e7\u00f5es sobre vel\u00f3rio e enterro<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Washington Olivetto n\u00e3o \u00e9 apenas um \u00edcone da publicidade em todo o mundo, mas uma figura popular do Brasil. Um dos publicit\u00e1rios mais premiados de todos os tempos. Conquistou mais de 50 Le\u00f5es no Festival de Publicidade de Cannes, apenas na categoria filmes, e \u00e9 o \u00fanico latino-americano a ganhar um Clio em 2001&#8221;, anunciava-se assim, em sua p\u00e1gina oficial na internet.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaAT7tDLI8Yfj5y9Z50Z\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">Siga nosso canal no WhatsApp e veja mais not\u00edcias<\/mark><\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 tudo verdade. N\u00e3o mentiu, n\u00e3o aumentou. No universo da publicidade, Olivetto foi um dos maiores da hist\u00f3ria. E sabia disso, o que n\u00e3o significava que fosse soberbo, &#8220;nose up&#8221;, para usar uma express\u00e3o em ingl\u00eas que ele facilmente trocaria por outra, em portugu\u00eas: o bom e velho &#8220;nariz em p\u00e9&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso ele n\u00e3o era, mas deixava claro que sabia de sua capacidade criativa e da import\u00e2ncia que teve para a publicidade nacional e mundial. &#8220;Me acho um sujeito humilde, mas n\u00e3o o modestinho&#8221;, afirmava.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Sempre tive o mesmo interesse por aquilo que \u00e9 considerado intelectualizado e por aquilo que \u00e9 considerado vulgar, sempre fui do \u00fatil ao f\u00fatil&#8221;, escreveu, em sua biografia &#8220;Direto de Washington&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Descendente de italianos da regi\u00e3o da Lig\u00faria, nasceu no bairro da Lapa, na cidade de S\u00e3o Paulo, e cursou comunica\u00e7\u00e3o e psicologia, mas n\u00e3o chegou a se formar. Sua carreira come\u00e7ou em 1969, aos 18 anos, como redator em uma ag\u00eancia de publicidade, na qual foi procurar vaga como estagi\u00e1rio ao ter o pneu de seu carro furado em frente \u00e0 empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>Adorava contar suas hist\u00f3rias e n\u00e3o via problemas em admitir que se amava, assim como amava a carreira; a mulher, Patricia Viotti; os filhos, Homero, Theo e Antonia; o Corinthians, e as carnes da churrascaria Rodeio. &#8220;Que sou vaidoso, obviamente \u00e9 verdade&#8221;, afirmou, em entrevista \u00e0 revista Trip.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto gosto por falar de si pr\u00f3prio acabou rendendo uma farta produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria em que o assunto era, na maioria das vezes, ele mesmo. S\u00f3 de biografias \u2014 a seu modo, com textos curtos, cheios de refer\u00eancias, bastidores de grandes campanhas e narra\u00e7\u00f5es de experi\u00eancias de vida e viagens \u2014 foram quatro: &#8220;O que a Vida me Ensinou&#8221;; &#8220;Direto de Washington&#8221; e sua continua\u00e7\u00e3o &#8220;Direto de Washington: Edi\u00e7\u00e3o Extraordin\u00e1ria&#8221;, al\u00e9m de &#8220;Os Piores Textos de Washington Olivetto&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>O Corinthians, time do cora\u00e7\u00e3o e uma paix\u00e3o herdada de seu tio Armando, mereceu tamb\u00e9m sua aten\u00e7\u00e3o editorial. Sobre o clube, do qual foi vice-presidente de marketing e um dos fundadores do movimento Democracia Corintiana, nos anos 1980, escreveu &#8220;Corinthians x Outros&#8221; e &#8220;Corinthians \u2013 \u00c9 Preto no Branco&#8221;, este com Nirlando Beir\u00e3o. Em 2013, a escola de samba Gavi\u00f5es da Fiel o homenageou em seu desfile de Carnaval, cujo tema foi a hist\u00f3ria da publicidade brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Leitor voraz, creditava \u00e0 inf\u00e2ncia em meio aos livros boa parte de sua aptid\u00e3o para a escrita, a publicidade e a comunica\u00e7\u00e3o em geral. O pendor para as vendas teria vindo do pai, um dos respons\u00e1veis pela implanta\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica de pinceis Tigre. &#8220;Os clientes do meu pai tinham tanta confian\u00e7a nele que ele n\u00e3o vendia. Os caras \u00e9 que compravam&#8221;, declarou.<\/p>\n\n\n\n<p>Percebeu na adolesc\u00eancia que poderia juntar a paix\u00e3o pelas letras com o ato de vender. Decidiu ent\u00e3o tentar ser publicit\u00e1rio. &#8220;Aprendi a ler muito cedo, com cinco anos, e sempre gostei de escrever. Tanto que queria escrever para todas as m\u00eddias, jornal, revista, r\u00e1dio, televis\u00e3o&#8221;, contou, certa vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi com essa idade que teve uma febre alt\u00edssima e ficou um ano sem poder andar. Depois de consultar diversos m\u00e9dicos e, sem um diagn\u00f3stico preciso, tia L\u00edgia \u2014 que trabalhava no Samdu, o Servi\u00e7o de Assist\u00eancia M\u00e9dica Domiciliar e era mulher de Armando, aquele tio corintiano \u2014 concluiu: o sobrinho, a quem chamava carinhosamente de Ostinho, poderia ter paralisia infantil.<\/p>\n\n\n\n<p>O tratamento: quase um ano na cama, imobilizado, para afastar o risco de ter alguma distens\u00e3o que o fragilizaria ainda mais quando a doen\u00e7a se manifestasse. Passou todo esse tempo lendo o que ca\u00edsse em suas m\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Passou a devorar livros, de Monteiro Lobato (&#8220;todos&#8221;) a Scott Fitzgerald. E sua b\u00edblia: &#8220;O Apanhador no Campo de Centeio&#8221;, de J.D. Salinger. A doen\u00e7a, que bom, nunca se manifestou. &#8220;Depois de dez meses perceberam que eu estava muito bem&#8221;, lembrou, em entrevista a M\u00f4nica Bergamo, na <strong>Folha<\/strong>, em agosto de 2019. Liberado, teve que reaprender a andar.<\/p>\n\n\n\n<p>A vida profissional, iniciada na ag\u00eancia HGP, a tal onde pediu o est\u00e1gio ao ter o carro do pneu furado (&#8220;O senhor est\u00e1 no seu dia de sorte, meu pneu n\u00e3o costuma furar duas vezes na mesma rua&#8221;, disse, cheio de si ao dono, que prontamente o contratou), come\u00e7ou em grande estilo. Tr\u00eas meses depois j\u00e1 havia produzido seu primeiro comercial, com o qual conquistou o Le\u00e3o de Bronze no Festival de Publicidade de Cannes.<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7ou a ficar conhecido no meio publicit\u00e1rio e n\u00e3o tardou para ser contratado pela DPZ, onde, em 1974, ganharia o primeiro pr\u00eamio Le\u00e3o de Ouro da publicidade nacional, no mesmo festival. Foi na DPZ que conheceu aquele a quem chama de seu mentor: Francesc Petit (a letra P; as outras iniciais s\u00e3o dos sobrenomes de Roberto Duailibi e Jose Zaragoza).<\/p>\n\n\n\n<p>Para Olivetto, Petit, morto em 2013 em decorr\u00eancia de um c\u00e2ncer, tinha &#8220;um talento excepcional a um car\u00e1ter irrepreens\u00edvel. Aprendi tudo o que sei, sobre a propaganda e a vida, com o Petit&#8221;, n\u00e3o cansava de dizer.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo da vida, recebeu v\u00e1rias propostas para fazer campanhas pol\u00edticas. Recusou todas. &#8220;Com o passar do tempo, percebi que era um dinheiro muito bom de n\u00e3o ganhar. N\u00e3o fiz, jamais vou fazer e, se fizesse, faria mal&#8221;, disse a Pedro Bial em 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>Onde estivesse \u2014 na DPZ, na W\/Brasil, ag\u00eancia criada em 1986 em sociedade com a su\u00ed\u00e7a GGK (tornando-se, a princ\u00edpio, W\/GGK ), e depois da W\/McCann \u2014, Olivetto foi respons\u00e1vel pela cria\u00e7\u00e3o de comerciais memor\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre trabalhou com empresas privadas, mas isso n\u00e3o impediu de criar uma campanha marcante para a Vulcabras, estrelada por Paulo Maluf e Leonel Brizola, em 1997. Ambos defendiam, cada um com um discurso adequado ao seu vocabul\u00e1rio usual e ao espectro ideol\u00f3gico, as qualidades do sapato 752.<\/p>\n\n\n\n<p>A propaganda entrou para a hist\u00f3ria, assim como, s\u00f3 para citar algumas em diferentes fases de sua vida profissional, &#8220;Meu Primeiro Suti\u00e3&#8221;, para a Valis\u00e8re; &#8220;Cachorrinho da Cofap&#8221;, &#8220;Casal Unibanco&#8221; e &#8220;Garoto Bombril&#8221;. Gentil, t\u00edmido e um pouco desengon\u00e7ado, ele foi vivido por Carlos Moreno de 1978 a 2004, voltando ao ar em 2007. Foram cerca de 400 pe\u00e7as, e o trabalho o levou ao Livro dos Recordes como o garoto-propaganda que por mais tempo ficou no ar vendendo um mesmo produto.<\/p>\n\n\n\n<p>O curr\u00edculo vitorioso de Olivetto n\u00e3o cabe em uma folha de jornal mas nele ainda constam feitos que o envaideciam particularmente (e n\u00e3o \u00e9 para menos). Criados na segunda metade dos anos 1980, &#8220;Meu Primeiro Suti\u00e3&#8221; e &#8220;Hitler&#8221;, para a <strong>Folha<\/strong>, foram os \u00fanicos comerciais brasileiros a constar na lista dos cem maiores comerciais de TV de todos os tempos, no livro &#8220;The 100 Best TV Commercials nad Why They Worked&#8221; escrito em 1999 por Bernice Kanner, colunista do New York Times especializada em propaganda.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Premiado, foi um dos maiores nomes da categoria, com cria\u00e7\u00f5es como &#8216;Casal Unibanco&#8217;, &#8216;Cachorrinho da Cofap&#8217; e &#8216;Meu Primeiro Suti\u00e3&#8217;, da Valis\u00e8re Blog do Eloilton Cajuhy Washington Olivetto era o maior garoto-propaganda de si mesmo. E poderia haver algu\u00e9m melhor? 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