{"id":81116,"date":"2024-06-01T10:03:27","date_gmt":"2024-06-01T13:03:27","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=81116"},"modified":"2024-06-01T10:03:29","modified_gmt":"2024-06-01T13:03:29","slug":"registros-de-ansiedade-entre-criancas-e-jovens-superam-os-de-adultos-pela-1a-vez-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/registros-de-ansiedade-entre-criancas-e-jovens-superam-os-de-adultos-pela-1a-vez-no-brasil\/","title":{"rendered":"Registros de ansiedade entre crian\u00e7as e jovens superam os de adultos pela 1\u00aa vez no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Piora em indicadores de sa\u00fade mental de jovens brasileiros reflete cen\u00e1rio constatado por best-seller, que culpa celular.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por Folha de S.Paulo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Ansiedade-Depressao-Saude-mental-Foto-Zanone-Fraissat-Folhapress.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"780\" height=\"520\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Ansiedade-Depressao-Saude-mental-Foto-Zanone-Fraissat-Folhapress.jpg?resize=780%2C520&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-81117\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Ansiedade-Depressao-Saude-mental-Foto-Zanone-Fraissat-Folhapress.jpg?w=780&amp;ssl=1 780w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Ansiedade-Depressao-Saude-mental-Foto-Zanone-Fraissat-Folhapress.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Ansiedade-Depressao-Saude-mental-Foto-Zanone-Fraissat-Folhapress.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 780px) 100vw, 780px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>Paciente no CAPS Bem-me-Quer, Unidade de acolhimento em Aparecida de Goi\u00e2nia (GO) &#8211; Foto: Zanone Fraissat\/Folhapress<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Pela primeira vez na hist\u00f3ria, os registros de ansiedade entre crian\u00e7as e jovens superam os de adultos, mostra an\u00e1lise da <strong>Folha<\/strong> a partir da Rede de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial (RAPS) do SUS de 2013 a 2023, per\u00edodo com dados dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Com um crescimento expressivo nos \u00faltimos anos, a taxa de pacientes de dez a 14 anos atendidos pelo transtorno \u00e9 de 125,8 a cada 100 mil, e a de adolescentes, de 157 a cada 100 mil. J\u00e1 entre pessoas com mais de 20 anos, a taxa \u00e9 de 112,5 a cada 100 mil, considerando dados de 2023. A situa\u00e7\u00e3o dos mais jovens passou a ficar mais cr\u00edtica do que a dos adultos em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 apenas uma causa que motive esse aumento, mas alguns apontamentos s\u00e3o comuns para especialistas e citados em diferentes estudos: crises econ\u00f4micas, clim\u00e1ticas, autodiagn\u00f3sticos simplistas e uso excessivo de celulares e jogos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estudos diversos e rigorosos mostram uma piora na depress\u00e3o e na ansiedade, e a pandemia se mostrou muito pior do que os estudos previam&#8221;, avalia Guilherme Polanczyk, psiquiatra da inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia e professor da Faculdade de Medicina da USP. &#8220;Mudan\u00e7as culturais e sociais fortes aconteceram na \u00faltima d\u00e9cada, e muitas associadas \u00e0s redes sociais, embora seja perigoso atribuir o problema s\u00f3 a elas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da populariza\u00e7\u00e3o dos transtornos e do maior acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es, Polanczyk afirma que h\u00e1 tamb\u00e9m o aumento de distor\u00e7\u00f5es sobre esses transtornos. &#8220;Influenciadores t\u00eam simplificado esses transtornos cada vez mais nas redes sociais. Ansiedade \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o que faz parte do repert\u00f3rio humano, todos n\u00f3s sentiremos em algum n\u00edvel, assim como a tristeza, que n\u00e3o significa depress\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>De modo geral, dados mostram que a piora em \u00edndices de sa\u00fade mental se acentua a partir da segunda d\u00e9cada dos anos 2000. Al\u00e9m do maior acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o pela internet, o per\u00edodo \u00e9 marcado pela populariza\u00e7\u00e3o do smartphone, com as c\u00e2meras frontais para selfies, das redes sociais e dos jogos online.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 anos, estudiosos se debru\u00e7am sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a tecnologia e o comportamento humano, em especial entre crian\u00e7as e adolescentes, que ainda n\u00e3o desenvolveram todo o sistema de autocontrole. J\u00e1 se sabe, por exemplo, como as redes sociais t\u00eam mecanismos designados a viciar, e n\u00e3o \u00e0 toa j\u00e1 existe lei para proibir o uso dessas plataformas antes dos 14 anos, caso da Fl\u00f3rida, nos Estados Unidos. Em S\u00e3o Paulo, deputados estaduais passaram a discutir a proibi\u00e7\u00e3o de celulares nas escolas.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos autores com este foco \u00e9 o psic\u00f3logo americano Jonathan Haidt, que escreveu &#8220;A Gera\u00e7\u00e3o Ansiosa: Como a Inf\u00e2ncia Hiperconectada Est\u00e1 Causando uma Epidemia de Transtornos Mentais&#8221; (Companhia das Letras, 440 p\u00e1ginas, R$ 74,90). O livro chega ao Brasil no in\u00edcio de junho e h\u00e1 semanas \u00e9 um dos mais vendidos nos Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na obra, Haidt prop\u00f5e que a superprote\u00e7\u00e3o dos pais no meio offline, aliada \u00e0 total liberdade no mundo online, estaria ajudando a formar uma gera\u00e7\u00e3o ansiosa e com padr\u00f5es de comportamento muito diferentes dos estabelecidos por centenas de anos no conv\u00edvio em sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Para comprovar sua tese principal, de que o celular \u00e9 parte essencial da crise global de sa\u00fade mental entre menores, Haidt apresenta \u00edndices de transtornos ps\u00edquicos em diversos pa\u00edses \u2014 estes revelam uma piora significativa em casos de suic\u00eddio, ansiedade, depress\u00e3o e nas emo\u00e7\u00f5es de forma geral. A partir dessa constata\u00e7\u00e3o, ele investiga as causas do fen\u00f4meno e as atribui ao uso de celulares.<\/p>\n\n\n\n<p>O livro traz \u00edndices para Estados Unidos, Canad\u00e1, Reino Unido, Austr\u00e1lia, Nova Zel\u00e2ndia e pa\u00edses n\u00f3rdicos. N\u00e3o h\u00e1 dados para o Brasil; ent\u00e3o, a Folha adaptou alguns levantamentos para a realidade local.<\/p>\n\n\n\n<p>A incid\u00eancia de transtornos e indicadores relativos \u00e0 sa\u00fade mental foi investigada a partir de tr\u00eas bases de dados. A not\u00edcia n\u00e3o \u00e9 boa: o Brasil segue a mesma tend\u00eancia de piora para casos de suic\u00eddio, les\u00f5es autoinfligidas, ansiedade, depress\u00e3o e sentimentos negativos de adolescentes no conv\u00edvio escolar.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso do suic\u00eddio, problema historicamente mais masculino, um dado chama a aten\u00e7\u00e3o. H\u00e1 uma evolu\u00e7\u00e3o do problema entre meninas de dez a 14 anos, com alta de 221%, de 2000 a 2021, contra aumento de 170% dos meninos.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra conclus\u00e3o preocupante \u00e9 uma queda no chamado senso de pertencimento escolar. No Brasil, 91,4% das crian\u00e7as diziam fazer amigos com facilidade na escola no in\u00edcio do s\u00e9culo, n\u00famero que caiu para 86,3% em 2012 e despencou para 69,6% em 2022. A informa\u00e7\u00e3o vem do Pisa, programa internacional de avalia\u00e7\u00e3o de estudantes coordenado pela OCDE (Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico).<\/p>\n\n\n\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o de solid\u00e3o tamb\u00e9m cresceu. Em 2000, 8,5% dos alunos afirmavam que se sentiam sozinhos. O n\u00famero saltou para 26,6% em 2022. Al\u00e9m disso, no come\u00e7o do s\u00e9culo, s\u00f3 um em cada 20 estudantes se sentia estranho ou exclu\u00eddo. Em 2022, esse sentimento foi relatado por dois em cada dez alunos.<\/p>\n\n\n\n<p>A Pesquisa Nacional de Sa\u00fade feita pelo IBGE mostra que a incid\u00eancia de depress\u00e3o cresceu em todas as faixas et\u00e1rias entre 2013 e 2019, anos com dados dispon\u00edveis. Entre pessoas de 18 a 21 anos, a taxa de depress\u00e3o passou de 2,47% para 6,23%, aumento de 152,5%.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os indiv\u00edduos com 22 anos ou mais, a taxa aumentou de 8,12% para 10,57%, crescimento de 30,2%. Embora a depress\u00e3o ainda seja menos comum entre os jovens do que nos adultos, essa acelera\u00e7\u00e3o est\u00e1 diminuindo a diferen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>O aumento de transtornos e do sentimento de solid\u00e3o pode indicar dois caminhos: ou os jovens est\u00e3o falando mais de suas emo\u00e7\u00f5es e procurando mais ajuda do que no passado, ou est\u00e3o fazendo e recebendo diagn\u00f3sticos errados.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Embora o estigma sobre falar de sa\u00fade mental tenha diminu\u00eddo, temos um novo risco, o do superdiagn\u00f3stico em um sistema de sa\u00fade que tem muitas fragilidades, como tempo escasso dos profissionais e uma simplifica\u00e7\u00e3o excessiva. O risco \u00e9 de um aumento expressivo, mas isso n\u00e3o significa que temos esse aumento t\u00e3o grande de transtornos&#8221;, diz Polanczyk, da USP.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso ponderar que, mesmo que haja um excesso de diagn\u00f3stico, os \u00edndices mais graves, como de les\u00f5es f\u00edsicas cometidas pela pr\u00f3pria v\u00edtima e suic\u00eddio, tamb\u00e9m aumentaram mais entre os jovens do que entre os adultos.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o SUS, houve uma alta maior entre meninas de dez a 14 anos em casos de suic\u00eddio e em interna\u00e7\u00f5es de les\u00f5es do tipo, cujas notifica\u00e7\u00f5es passaram a ser obrigat\u00f3rias em 2011. Al\u00e9m disso, atendimentos de depress\u00e3o tiveram alta de 663% nessa faixa et\u00e1ria contra alta de 301% para os meninos da mesma faixa et\u00e1ria. Em rela\u00e7\u00e3o a ansiedade, o aumento foi de 398% para meninas dessa faixa ante 251% dos meninos. J\u00e1 no grupo de 15 a 19 anos, somente em casos de suic\u00eddio homens tiveram um aumento maior.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Sabemos que meninas v\u00e3o sofrer um efeito maior, especialmente se estiverem consumindo conte\u00fados que v\u00e3o mexer com a autoestima delas, com a quest\u00e3o corporal, ou se elas passam por viol\u00eancias dentro das redes sociais&#8221;, afirma a psic\u00f3loga Karen Scavacini, fundadora do Instituto Vita Alere de Preven\u00e7\u00e3o e Posven\u00e7\u00e3o do Suic\u00eddio e mestre em sa\u00fade p\u00fablica na \u00e1rea de sa\u00fade mental pelo Karolinska Institutet, na Su\u00e9cia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela diz que, para a maioria dos jovens, o celular virou uma &#8220;extens\u00e3o do bra\u00e7o&#8221;. &#8220;A forma de uso e a rela\u00e7\u00e3o desse jovem com a tecnologia \u00e9 diferente da nossa. Eles precisam dessa sociabiliza\u00e7\u00e3o, e essa sociabiliza\u00e7\u00e3o tem acontecido muito pelas redes. Mas, infelizmente, eles ainda n\u00e3o sabem lidar com o que acontece l\u00e1 dentro&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ela, o uso de m\u00eddias sociais sem orienta\u00e7\u00e3o ou conscientiza\u00e7\u00e3o, combinado ao tempo de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0s telas, pode ser relacionado a comportamentos de autoagress\u00e3o, sintomas depressivos e de ansiedade, estresse, baixa satisfa\u00e7\u00e3o com a vida e baixa autoestima. Al\u00e9m disso, crian\u00e7as tamb\u00e9m se espelham nos pais, que precisam se educar sobre o tempo de tela na frente dos filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Candice L. Odgers, professora de psicologia da UC Irvine, na Calif\u00f3rnia, discorda do papel central da tecnologia na piora da sa\u00fade mental e afirma que Haidt distorce estudos para adequ\u00e1-los \u00e0 sua tese, segundo publica\u00e7\u00e3o de sua autoria na revista Nature. Ela sugere outros fatores, como discrimina\u00e7\u00e3o estrutural, dificuldades econ\u00f4micas e a epidemia de opioides, no caso dos Estados Unidos, como verdadeiras causas.<\/p>\n\n\n\n<p>O autor contra-argumenta. Diz que as explica\u00e7\u00f5es de Odgers n\u00e3o se ajustam aos dados t\u00e3o bem quanto a populariza\u00e7\u00e3o dos smartphones e das redes sociais, que coincidem com a piora expressiva da sa\u00fade mental dos jovens em v\u00e1rios pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O ceticismo dos c\u00e9ticos seria mais convincente se tivessem uma explica\u00e7\u00e3o alternativa para o decl\u00ednio global na sa\u00fade mental que ocorreu no in\u00edcio da d\u00e9cada de 2010, mas eles n\u00e3o t\u00eam&#8221;, disse.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Piora em indicadores de sa\u00fade mental de jovens brasileiros reflete cen\u00e1rio constatado por best-seller, que culpa celular. 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