{"id":70074,"date":"2022-11-13T20:58:15","date_gmt":"2022-11-13T23:58:15","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=70074"},"modified":"2022-11-13T20:58:19","modified_gmt":"2022-11-13T23:58:19","slug":"o-melhor-de-todos-os-presentes-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/o-melhor-de-todos-os-presentes-2\/","title":{"rendered":"O melhor de todos os presentes"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Blog do Eloilton Cajuhy<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Reflexao_O-sabonete.webp\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Reflexao_O-sabonete.webp?resize=768%2C432\" alt=\"\" class=\"wp-image-70075\" width=\"768\" height=\"432\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Reflexao_O-sabonete.webp?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Reflexao_O-sabonete.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Reflexao_O-sabonete.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Reflexao_O-sabonete.webp?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Reflexao_O-sabonete.webp?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Reflexao_O-sabonete.webp?w=1600 1600w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>Um garoto pobre, com doze anos de idade, vestido e cal\u00e7ado de forma humilde, entra numa loja, escolhe um sabonete comum e pede ao propriet\u00e1rio que o embrulhe para presente. \u2013 \u00c9 para minha m\u00e3e \u2013 diz, com orgulho.<\/p>\n\n\n\n<p>O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu fregu\u00eas e, sentindo uma grande compaix\u00e3o, teve vontade de ajud\u00e1-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, indeciso, ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja. Devia ou n\u00e3o fazer? O cora\u00e7\u00e3o dizia sim, a mente dizia n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O garoto, notando a indecis\u00e3o do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar. Colocou a m\u00e3o no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balc\u00e3o. O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor t\u00e3o insignificante. Continuava seu conflito mental. Lembrou de sua pr\u00f3pria m\u00e3e. Fora pobre e, muitas vezes, em sua inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia, tamb\u00e9m desejara presentear sua m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando conseguiu emprego, ela j\u00e1 havia partido para o mundo espiritual. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo na profundeza de seus sentimentos. Do outro lado do balc\u00e3o, o menino come\u00e7ou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem n\u00e3o embrulhava logo o sabonete? Impaciente, ele perguntou: \u2013 Mo\u00e7o, est\u00e1 faltando alguma coisa? \u2013 N\u00e3o \u2013 respondeu o propriet\u00e1rio da loja \u2013 \u00e9 que, de repente, me lembrei de minha m\u00e3e, que morreu quando eu ainda era muito jovem.<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada. Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: \u2013 Nem um sabonete?<\/p>\n\n\n\n<p>O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da ideia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o fregu\u00eas, sem responder mais nada.<\/p>\n\n\n\n<p>A s\u00f3s, p\u00f4s-se a pensar. Como \u00e9 que nunca pensara em dar algo t\u00e3o pequeno e simples para sua m\u00e3e? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra, e pensara em melhorar o presente daquele garoto. Comovido, entendeu que, naquele dia, tinha recebido uma grande li\u00e7\u00e3o. Junto com o sabonete do menino, seguia algo mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\"><strong>Autoria desconhecida<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Blog do Eloilton Cajuhy Um garoto pobre, com doze anos de idade, vestido e cal\u00e7ado de forma humilde, entra numa loja, escolhe um sabonete comum e pede ao propriet\u00e1rio que o embrulhe para presente. \u2013 \u00c9 para minha m\u00e3e \u2013 diz, com orgulho. O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. 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