{"id":64329,"date":"2022-04-18T21:30:32","date_gmt":"2022-04-19T00:30:32","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=64329"},"modified":"2022-04-18T21:30:34","modified_gmt":"2022-04-19T00:30:34","slug":"por-que-as-redes-sociais-fazem-tao-mal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/por-que-as-redes-sociais-fazem-tao-mal\/","title":{"rendered":"Por que as redes sociais fazem t\u00e3o mal?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Segundo terapeuta, a compara\u00e7\u00e3o com a vida do outro \u00e9 uma das maiores causas de sofrimento<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por Amanda Paulo\/AKM-Assessoria de Imprensa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Reflexao_Uso-excessivo-de-redes-sociais.jpeg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Reflexao_Uso-excessivo-de-redes-sociais.jpeg?resize=768%2C512\" alt=\"\" class=\"wp-image-64330\" width=\"768\" height=\"512\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Reflexao_Uso-excessivo-de-redes-sociais.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Reflexao_Uso-excessivo-de-redes-sociais.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Reflexao_Uso-excessivo-de-redes-sociais.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Reflexao_Uso-excessivo-de-redes-sociais.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Reflexao_Uso-excessivo-de-redes-sociais.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Reflexao_Uso-excessivo-de-redes-sociais.jpeg?w=1600 1600w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><figcaption><sub>Uso excessivo das redes sociais provoca ansiedade, depress\u00e3o e at\u00e9 suic\u00eddio &#8211; Foto: Pixabay<\/sub><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O crescimento do uso das redes sociais levou a ci\u00eancia a estudar o seu impacto na sa\u00fade f\u00edsica e mental de adultos e adolescentes. Algumas conclus\u00f5es s\u00e3o assustadoras: o uso excessivo est\u00e1 relacionado ao aumento da depress\u00e3o, ansiedade e at\u00e9 suic\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<p>O document\u00e1rio <strong>O Dilema das Redes<\/strong> apresentou dados do Centro de Controle e Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as (CDC) dos Estados Unidos que mostram que, entre 2009 e 2018, houve um aumento de 70% do suic\u00eddio entre as adolescentes e de 151% entre as pr\u00e9-adolescentes americanas. O estudo mostra ainda um aumento de 189% dos casos de autoflagelo em meninas de 10 a 14 anos, e de 62% entre meninas de 15 a 19 anos. Segundo os profissionais entrevistados no document\u00e1rio, o crescimento dessas doen\u00e7as mentais coincide com a expans\u00e3o das redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil tamb\u00e9m registrou um aumento no n\u00famero de suic\u00eddios entre os jovens de 2009 a 2018. Segundo o Datasus, houve alta de 53% entre os pr\u00e9-adolescentes de 10 a 14 anos e de 56% entre os jovens de 15 a 19 anos. O estudo Indicador de Confian\u00e7a Digital (ICD), da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV), mostra o impacto das redes na vida dos jovens brasileiros: para 41% dos entrevistados, elas causam sintomas como tristeza, ansiedade ou depress\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-medium-font-size\"><strong>Mas, afinal, por que as redes sociais t\u00eam o potencial de nos fazer t\u00e3o mal?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando se acessa as redes somos bombardeados por imagens de casais felizes, viagens incr\u00edveis, corpos sarados e festas badaladas. Elas mostram um mundo \u2018perfeito\u2019, mas a realidade \u00e9 bem diferente. \u201cIsso constr\u00f3i nas pessoas a ideia de que a vida do outro \u00e9 perfeita e quando n\u00e3o temos maturidade para entender que n\u00e3o existe a perfei\u00e7\u00e3o, come\u00e7a o sofrimento. A pessoa acha que se ela fizer tudo que o outro est\u00e1 dizendo vai chegar naquele patamar de realiza\u00e7\u00e3o. Quando isso n\u00e3o acontece, vem a frustra\u00e7\u00e3o e o sofrimento\u201d, explica a terapeuta radiestesista Erika Thiele, do Instituto Plasma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-color has-text-color\"><strong>Compara\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Erika, um dos principais problemas que o uso excessivo das redes provoca \u00e9 a compara\u00e7\u00e3o. \u201cO perigo para quem vive comparando a pr\u00f3pria vida com a dos outros \u00e9 a frustra\u00e7\u00e3o. A pessoa cria expectativas de ser o que n\u00e3o \u00e9, nem nunca ser\u00e1, porque cada um de n\u00f3s \u00e9 \u00fanico. Essa compara\u00e7\u00e3o amplia a possibilidade de infelicidade\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>A terapeuta explica que esse mundo virtual, al\u00e9m de abrir um mar de possibilidades a serem exploradas, pode tamb\u00e9m aprisionar. \u201cSe a pessoa n\u00e3o tem um bom filtro, pode passar a viver a vida do outro e ser influenciada por ele. O impacto disso para os adolescentes \u00e9 ainda maior\u201d, comenta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-color has-text-color\"><strong>Ningu\u00e9m \u00e9 feliz o tempo todo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Usar as m\u00eddias sociais de forma a minimizar os impactos negativos que ela tem sobre a nossa sa\u00fade \u00e9 uma tarefa que requer disciplina, maturidade e autoconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro passo \u00e9 entender que todos somos \u00fanicos e que, por isso, as compara\u00e7\u00f5es n\u00e3o fazem sentido. \u201c\u00c9 preciso ter em mente que a perfei\u00e7\u00e3o n\u00e3o existe e, portanto, n\u00e3o existe uma vida perfeita. O conceito da imperman\u00eancia pode ajudar: precisamos entender que ningu\u00e9m est\u00e1 sempre feliz, nem sempre triste. Nada \u00e9 para sempre: nem a tristeza, nem a felicidade\u201d, explica a terapeuta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-color has-text-color\"><strong>Cuidado com as notifica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Desativar as notifica\u00e7\u00f5es para evitar a ansiedade de ter que checar o celular o tempo todo \u00e9 t\u00e3o importante quanto limitar o tempo de uso. \u201cNo caso dos adolescentes, recomenda-se o acompanhamento dos pais. Converse com o seu filho e conhe\u00e7a o conte\u00fado que ele acessa. O di\u00e1logo \u00e9 sempre o melhor caminho para a orienta\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-color has-text-color\"><strong>Viva fora da tela<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Outras dicas fundamentais s\u00e3o n\u00e3o levar o celular para a cama na hora de dormir e acrescentar atividades de lazer que dispensem o uso do celular. \u201cA chave \u00e9 o equil\u00edbrio. Se voc\u00ea sabe o tipo de informa\u00e7\u00e3o ou conte\u00fado que te faz mal ou causa ansiedade, evite acessar esses perfis. Estabele\u00e7a hor\u00e1rios para o uso do celular de forma recreativa e tenha outras formas de lazer longe das telas\u201d, completa a terapeuta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo terapeuta, a compara\u00e7\u00e3o com a vida do outro \u00e9 uma das maiores causas de sofrimento Por Amanda Paulo\/AKM-Assessoria de Imprensa O crescimento do uso das redes sociais levou a ci\u00eancia a estudar o seu impacto na sa\u00fade f\u00edsica e mental de adultos e adolescentes. 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