{"id":60431,"date":"2021-10-23T22:35:05","date_gmt":"2021-10-24T01:35:05","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=60431"},"modified":"2021-10-23T22:35:06","modified_gmt":"2021-10-24T01:35:06","slug":"desigualdade-de-renda-no-brasil-caiu-de-2002-a-2015-aponta-estudo-inedito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/desigualdade-de-renda-no-brasil-caiu-de-2002-a-2015-aponta-estudo-inedito\/","title":{"rendered":"Desigualdade de renda no Brasil caiu de 2002 a 2015, aponta estudo in\u00e9dito"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Folhapress<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Desigualdade-730x410-1.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Desigualdade-730x410-1.jpg?resize=800%2C449\" alt=\"\" class=\"wp-image-60432\" width=\"800\" height=\"449\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Desigualdade-730x410-1.jpg?w=730&amp;ssl=1 730w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Desigualdade-730x410-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><figcaption><sub>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/FGV<\/sub><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Um novo estudo poder\u00e1 mudar, pela terceira vez em menos de uma d\u00e9cada, a interpreta\u00e7\u00e3o do que tem ocorrido com a desigualdade de renda no Brasil desde o in\u00edcio deste s\u00e9culo.<\/p>\n\n\n\n<p>Feito por economistas do Insper, o trabalho in\u00e9dito, ao qual a Folha teve acesso, mostra que a disparidade na distribui\u00e7\u00e3o de recursos no pa\u00eds caiu de forma ininterrupta entre 2002 e 2015, voltando a aumentar em 2016 e 2017, mas para um n\u00edvel inferior ao da virada do mil\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados do novo trabalho indicam que todas as fatias da popula\u00e7\u00e3o adulta brasileira &#8220;dividida em cem partes iguais, os chamados cent\u00e9simos da distribui\u00e7\u00e3o&#8221;, situadas abaixo dos 29% mais ricos, tiveram crescimento em suas rendas anuais acima da m\u00e9dia nacional de 3%, no per\u00edodo analisado.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 as parcelas da popula\u00e7\u00e3o distribu\u00eddas acima desse corte aferiram crescimento m\u00e9dio anual de suas rendas entre 2,4% e 2,9%, inferior, portanto, \u00e0 m\u00e9dia do pa\u00eds. A exce\u00e7\u00e3o foram duas fatias pr\u00f3ximas ao topo da pir\u00e2mide da riqueza do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa configura\u00e7\u00e3o estaria por tr\u00e1s da queda da desigualdade brasileira medida pelo \u00edndice de Gini, m\u00e9trica que vai de 0 (patamar hipot\u00e9tico que refletiria uma sociedade onde os recursos s\u00e3o igualmente distribu\u00eddos) a 1 (n\u00edvel tamb\u00e9m conceitual, que indicaria um extremo de iniquidade).<\/p>\n\n\n\n<p>Os c\u00e1lculos indicam que o Gini do Brasil recuou de 0,583 para 0,547, entre 2002 e 2017. O resultado, segundo os economistas, correspondeu \u00e0 sa\u00edda de 16 milh\u00f5es de pessoas da pobreza no per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-medium-font-size\"><strong>Novos resultados contrariam diagn\u00f3sticos anteriores<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados obtidos pela equipe do Insper contrariam dois diagn\u00f3sticos que j\u00e1 haviam mudado a percep\u00e7\u00e3o de que a concentra\u00e7\u00e3o de renda no Brasil diminu\u00eda na esteira de fatores como amplia\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e programas de transfer\u00eancia de renda.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao obter um melhor retrato dos rendimentos dos mais ricos, o primeiro deles mostrava que a desigualdade brasileira tanto era mais alta do que se imaginava anteriormente, quanto permanecia em um n\u00edvel de relativa estabilidade, n\u00e3o de queda.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais recentemente, uma segunda conclus\u00e3o ainda mais preocupante surgiu. Em uma nota t\u00e9cnica publicada em dezembro de 2020, os pesquisadores Mauricio de Rosa, Ignacio Flores e Marc Morgan, do World Inequality Lab, centro fundado e codirigido pelo reputado economista franc\u00eas Thomas Piketty, apresentaram c\u00e1lculos novos que indicavam um aumento da concentra\u00e7\u00e3o de renda brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados que mostram essa trajet\u00f3ria est\u00e3o dispon\u00edveis no site do grupo, o WID.world, e alarmaram a Cepal (Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica para a Am\u00e9rica Latina e o Caribe), um dos principais centros de diagn\u00f3stico sobre problemas econ\u00f4micos e sociais da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Em alguns casos, como os de Brasil e M\u00e9xico, a desigualdade n\u00e3o apenas n\u00e3o caiu, como aumentou, gerando, portanto, um novo alerta para um olhar atento ao processo de distribui\u00e7\u00e3o efetiva de renda nos pa\u00edses da regi\u00e3o&#8221;, ressaltou o Panorama de Indicadores Sociais, publicado em mar\u00e7o deste ano pela institui\u00e7\u00e3o, em refer\u00eancia ao trabalho dos tr\u00eas pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma entrevista por e-mail com a Folha, Morgan disse que esses resultados ser\u00e3o em breve revistos e que as s\u00e9ries de diferentes indicadores da desigualdade de renda brasileira ser\u00e3o substitu\u00eddos. Segundo ele, os novos n\u00fameros incluem no c\u00e1lculo da renda do pa\u00eds transfer\u00eancias do setor p\u00fablico para educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade, que, at\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o eram consideradas nas metodologias do centro de Piketty.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, explica Morgan, o retrato da desigualdade brasileira ser\u00e1 de maior estabilidade e, considerando um dos recortes &#8220;o da evolu\u00e7\u00e3o da fatia da renda apropriada pelos 50% mais pobres do pa\u00eds&#8221;, ela, inclusive, recuar\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A an\u00e1lise de impostos e transfer\u00eancias \u00e9 um novo aspecto do nosso trabalho, que mostra a import\u00e2ncia de transfer\u00eancias de renda sociais (como sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o) para reduzir a desigualdade no Brasil&#8221;, diz o economista.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi justamente a percep\u00e7\u00e3o de que os trabalhos de anos recentes tanto de Morgan quanto de outros pesquisadores falhavam na mensura\u00e7\u00e3o da renda dos brasileiros mais pobres que levou os professores do Insper Ricardo Paes de Barros, Laura Muller Machado e Samir Cury e o diretor da Oppen Social Samuel Franco a construir uma nova metodologia.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado do trabalho que eles desenvolveram nos \u00faltimos quatro anos ser\u00e1 apresentado publicamente, pela primeira vez, nesta segunda-feira (25), em um webinar promovido pelo Insper.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim como Piketty e seus colegas, os quatro especialistas brasileiros usaram uma combina\u00e7\u00e3o entre dados da Receita Federal, das contas nacionais e de entrevistas domiciliares.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, al\u00e9m de detalhes metodol\u00f3gicos diferentes na apura\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise dessas informa\u00e7\u00f5es, a grande novidade do novo trabalho \u00e9 o uso da POF (Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares) e n\u00e3o da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios) como o ponto de partida e a espinha dorsal no c\u00e1lculo de constru\u00e7\u00e3o da distribui\u00e7\u00e3o de renda do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Piketty inovou ao usar os dados de declara\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias para recalcular s\u00e9ries hist\u00f3ricas, primeiro de pa\u00edses desenvolvidos e depois de emergentes, argumentando que eles capturam melhor os rendimentos dos mais ricos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse diagn\u00f3stico \u00e9, hoje, praticamente consensual. Mas faltava corrigir uma nova distor\u00e7\u00e3o possivelmente causada pelo uso dos dados tribut\u00e1rios: a subestima\u00e7\u00e3o da renda dos pobres.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de contabilizar como renda transfer\u00eancias como acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica &#8220;o que Morgan explicou que est\u00e1 fazendo agora em seu trabalho&#8221;, o estudo do Insper e da Oppen Social tamb\u00e9m captura fontes n\u00e3o monet\u00e1rias de recursos, como doa\u00e7\u00f5es de cesta b\u00e1sica ou at\u00e9 extra\u00e7\u00e3o de lenha para gera\u00e7\u00e3o de energia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A POF oferece um ponto de partida melhor, porque parte importante da renda dos mais pobres \u00e9 n\u00e3o monet\u00e1ria&#8221;, afirma Paes de Barros, tamb\u00e9m conhecido como PB e considerado um dos expoentes brasileiros na pesquisa sobre pobreza, gastos sociais e educa\u00e7\u00e3o e um dos idealizadores do Bolsa Fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-medium-font-size\"><strong>Debate p\u00fablico sobre desigualdade ganha novo cap\u00edtulo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autor de v\u00e1rios estudos respeitados sobre distribui\u00e7\u00e3o de renda, o pesquisador Rodolfo Hoffmann, da USP (Universidade de S\u00e3o Paulo), ser\u00e1 um dos debatedores no semin\u00e1rio que PB, Cury e Machado far\u00e3o nesta segunda. Em setembro, ele j\u00e1 tinha assistido uma apresenta\u00e7\u00e3o dos economistas sobre o trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A metodologia \u00e9, sem d\u00favida, inovadora&#8221;, afirma Hoffmann. Ele tamb\u00e9m ressalta que o estudo \u00e9 importante por &#8220;mostrar que corre\u00e7\u00f5es com base nos dados do Imposto de Renda e Contas Nacionais n\u00e3o levam, necessariamente, a mudan\u00e7as radicais no que se refere ao sentido da varia\u00e7\u00e3o da desigualdade da distribui\u00e7\u00e3o da renda no Brasil&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Hoffmann, a subestima\u00e7\u00e3o da desigualdade em pesquisas feitas apenas com base na Pnad j\u00e1 era reconhecida por ele pr\u00f3prio e outros economistas h\u00e1 muitos anos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Mas levando em considera\u00e7\u00e3o outras informa\u00e7\u00f5es (sobre consumo de diversos tipos de bens, por exemplo), me convenci de que houve queda da desigualdade no Brasil de 2001 a 2014&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Os achados de PB e seus coautores tendem a esquentar o debate p\u00fablico sobre o tema a um ano da elei\u00e7\u00e3o presidencial, em que a desigualdade certamente ocupar\u00e1 grande parte das discuss\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A crise causada nesta semana pela tentativa do governo de alterar as regras fiscais a fim de aumentar o benef\u00edcio que ser\u00e1 pago pelo Aux\u00edlio Brasil, programa que substituir\u00e1 o Bolsa Fam\u00edlia, j\u00e1 \u00e9 um sinal disso.<\/p>\n\n\n\n<p>Evid\u00eancias recentes s\u00e3o de que, na esteira da crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia e por ru\u00eddos pol\u00edticos, a pobreza tem aumentado.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Cl\u00e1udia Costin, diretora do Ceipe\/FGV (Centro de Excel\u00eancia e Inova\u00e7\u00e3o em Pol\u00edticas Educacionais), a popula\u00e7\u00e3o antes das crises recentes podia perceber em seu cotidiano as melhoras na redu\u00e7\u00e3o da desigualdade e no acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela, que tamb\u00e9m \u00e9 colunista da Folha, ressalta, no entanto, que a desigualdade, que j\u00e1 vinha aumentando nos anos mais recentes, deve ficar ainda mais grave depois da pandemia. &#8220;A janela de sa\u00edda, que o investimento em educa\u00e7\u00e3o representa, vem ficando mais estreita.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A educa\u00e7\u00e3o como vetor para a redu\u00e7\u00e3o da desigualdade n\u00e3o perdeu import\u00e2ncia, apesar de tudo. Talvez essa perspectiva ruim se deva mais aos efeitos da pandemia e \u00e0 falta de coordena\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica nacional para a educa\u00e7\u00e3o&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>O impacto positivo da educa\u00e7\u00e3o que os economistas medem em seus estudos \u00e9 percebido por Rosely Mendes Couto, 55, na pr\u00e1tica. Apesar de todas as dificuldades, ela se move pelo futuro do neto John Lorenzo, de cinco anos, que ela ajuda a criar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Meus filhos n\u00e3o quiseram continuar estudando depois do ensino m\u00e9dio. Acho que eles estariam em condi\u00e7\u00e3o melhor hoje se tivessem continuado, que \u00e9 o que desejo para meu neto&#8221;, diz ela, que j\u00e1 trabalhou como enfermeira, foi dona de pizzaria e, hoje, atua em eventos.<\/p>\n\n\n\n<p>O filho de Rosely tem 31 anos e \u00e9 tatuador, j\u00e1 a filha, de 28, que \u00e9 m\u00e3e de Lorenzo, est\u00e1 desempregada. A cren\u00e7a na import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o faz com que Rosely cite o acesso \u00e0 creche p\u00fablica do neto como uma das melhorias que percebeu no pa\u00eds nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas. &#8220;Ele agora est\u00e1 na escolinha, mas nunca faltou vaga para ele na creche. Na \u00e9poca dos meus filhos pequenos, n\u00e3o foi assim&#8221;, diz.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Folhapress Um novo estudo poder\u00e1 mudar, pela terceira vez em menos de uma d\u00e9cada, a interpreta\u00e7\u00e3o do que tem ocorrido com a desigualdade de renda no Brasil desde o in\u00edcio deste s\u00e9culo. 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