{"id":56917,"date":"2021-06-03T09:34:35","date_gmt":"2021-06-03T12:34:35","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=56917"},"modified":"2021-06-03T09:34:36","modified_gmt":"2021-06-03T12:34:36","slug":"como-lidar-com-os-traumas-do-passado-no-presente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/como-lidar-com-os-traumas-do-passado-no-presente\/","title":{"rendered":"Como lidar com os traumas do passado no presente"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Traumas-do-passado.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"576\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Traumas-do-passado.jpg?resize=768%2C576\" alt=\"\" class=\"wp-image-56918\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Traumas-do-passado.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Traumas-do-passado.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><figcaption><em><sub>Foto Ilustrativa: by Getty Images recep-bg<\/sub><\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Cada ser humano \u00e9 \u00fanico e com incont\u00e1veis possibilidades de vivenciar as mais diversas situa\u00e7\u00f5es. Desde nossas primeiras mem\u00f3rias da inf\u00e2ncia, acumulamos as experi\u00eancias mais marcantes ao longo da vida; geralmente, as que provocaram maior emo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma festa de anivers\u00e1rio, aquele passeio esperado, uma viagem, os tombos de bicicleta, as brincadeiras com os primos, um presente especial. S\u00e3o lembran\u00e7as doces que remetem a um tempo em que o olhar infantil estava mais desperto para os detalhes e encantos do novo, do belo.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, nem s\u00f3 de boas lembran\u00e7as nossa mem\u00f3ria est\u00e1 recheada. Muito falamos sobre eventos traum\u00e1ticos vivenciados em diversas fases do desenvolvimento infantil, mas h\u00e1 tamb\u00e9m os ocorridos durante a cr\u00edtica passagem pela adolesc\u00eancia e os que enfrentamos na fase adulta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-medium-font-size\"><strong>Os traumas do passado podem interferir diretamente em nosso presente<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esse outro lado da moeda tende a ser mais dif\u00edcil de se elaborar. Causa dor lembrar-se do sofrimento de uma viol\u00eancia f\u00edsica ou emocional, um abuso sexual, a perda de algu\u00e9m querido, bem como os sentimentos de desamparo, solid\u00e3o e desespero. Alguns, inclusive, afirmam lembrar-se com tanta nitidez os detalhes do trauma, que poderiam relatar tudo \u201ccomo se fosse hoje\u201d. Quando dizem essa frase, est\u00e3o falando a verdade.<\/p>\n\n\n\n<p>Certas pessoas carregam o fardo de dores que acabam pesando mais conforme o passar do tempo. A lembran\u00e7a passa a ser como um bicho de estima\u00e7\u00e3o, algo a ser rememorado para n\u00e3o cair no esquecimento ou para alimentar algum sentimento de vitimiza\u00e7\u00e3o. Outros, pelo contr\u00e1rio, tentam esquecer, a todo custo, os eventos traum\u00e1ticos que aparecem como flashes indesejados em alguns momentos. \u00c0s vezes, colocam uma manta por cima do passado e tentam viver como se essa dor n\u00e3o existisse. \u00c9 poss\u00edvel at\u00e9 que alguns busquem ref\u00fagio em drogas e bebidas, com o desejo de encontrar um conforto moment\u00e2neo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-medium-font-size\"><strong>Sujeiras da alma<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Primeiramente, \u00e9 importante entrar em contato com a situa\u00e7\u00e3o inc\u00f4moda de forma aberta e transparente. Falar sobre o assunto pode ajudar na elabora\u00e7\u00e3o do que aconteceu, principalmente se o evento foi na inf\u00e2ncia ou adolesc\u00eancia. O adulto que voc\u00ea \u00e9 hoje pode amparar e consolar a crian\u00e7a que voc\u00ea foi e que n\u00e3o tinha recursos internos para lidar com a situa\u00e7\u00e3o naquela \u00e9poca. Acolha a dor, reconhe\u00e7a o sofrimento e, se vier uma emo\u00e7\u00e3o, abra-se ao pranto que poder\u00e1 lavar as sujeiras da alma.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse pode ser um processo doloroso e longo. Entretanto, estamos falando da qualidade de sua vida, da liberdade que voc\u00ea merece experimentar ao tirar esse peso das costas, que deixa seus passos lentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-medium-font-size\"><strong>Terrenos escuros e frios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme voc\u00ea for caminhando nesses terrenos escuros e frios, poder\u00e1 lan\u00e7ar uma luz de compreens\u00e3o, um sopro quente de perd\u00e3o que, aos poucos, v\u00e3o trazer novos significados para a sua hist\u00f3ria. Se algum passo for muito dif\u00edcil, tenha paci\u00eancia consigo, mas n\u00e3o pare! Pe\u00e7a a Deus a gra\u00e7a necess\u00e1ria para enfrentar essas dores, conte com a ajuda de outras pessoas ou profissionais que possam auxili\u00e1-lo nesse processo.<\/p>\n\n\n\n<p>No final, pode acontecer de voc\u00ea descobrir que o perd\u00e3o \u2013 ao outro e a si \u2013 \u00e9 poss\u00edvel e o deixa livre para viver sem o rancor e o \u00f3dio. Talvez, voc\u00ea encontre uma for\u00e7a interior que n\u00e3o imaginava possuir e um olhar sereno pode aparecer no seu rosto, junto com um sorriso mais aberto. Valer\u00e1 a pena conhecer uma nova forma de visitar seu passado e lidar com as dores que pareciam eternas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Milena-Carbonari.png\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"223\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Milena-Carbonari.png?resize=800%2C223\" alt=\"\" class=\"wp-image-56919\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Milena-Carbonari.png?w=928&amp;ssl=1 928w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Milena-Carbonari.png?resize=300%2C84&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Milena-Carbonari.png?resize=768%2C214&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/figure><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada ser humano \u00e9 \u00fanico e com incont\u00e1veis possibilidades de vivenciar as mais diversas situa\u00e7\u00f5es. Desde nossas primeiras mem\u00f3rias da inf\u00e2ncia, acumulamos as experi\u00eancias mais marcantes ao longo da vida; geralmente, as que provocaram maior emo\u00e7\u00e3o. Uma festa de anivers\u00e1rio, aquele passeio esperado, uma viagem, os tombos de bicicleta, as brincadeiras com os primos, um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":56918,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-56917","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"acf":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/CN_Traumas-do-passado.jpg?fit=768%2C576&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"publishpress_future_workflow_manual_trigger":{"enabledWorkflows":[]},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56917","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56917"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56917\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56921,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56917\/revisions\/56921"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56918"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56917"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56917"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56917"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}