{"id":56683,"date":"2021-05-23T22:23:53","date_gmt":"2021-05-24T01:23:53","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=56683"},"modified":"2021-05-23T22:23:54","modified_gmt":"2021-05-24T01:23:54","slug":"o-tapetinho-vermelho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/o-tapetinho-vermelho\/","title":{"rendered":"O tapetinho vermelho"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Reflexao-O-tapetinho-vermelho.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Reflexao-O-tapetinho-vermelho.jpg?resize=640%2C480\" alt=\"\" class=\"wp-image-56684\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Reflexao-O-tapetinho-vermelho.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Reflexao-O-tapetinho-vermelho.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Uma pobre mulher morava em humilde casa com sua neta, que estava muito doente. Como n\u00e3o tinha dinheiro para lev\u00e1-la a um m\u00e9dico e vendo que, apesar de seus muitos cuidados, a menina piorava a cada dia, com muita dor no cora\u00e7\u00e3o, resolveu deix\u00e1-la sozinha e ir \u00e0 p\u00e9 at\u00e9 a cidade mais pr\u00f3xima, em busca de ajuda.<\/p>\n\n\n\n<p>No \u00fanico hospital p\u00fablico da regi\u00e3o, foi-lhe dito que os m\u00e9dicos n\u00e3o poderiam se deslocar at\u00e9 sua casa; ela teria que trazer a menina para ser examinada. Desesperada, por saber que sua neta n\u00e3o conseguiria sequer levantar-se da cama, ao passar em frente a uma igreja, resolveu entrar. Algumas senhoras estavam ajoelhadas fazendo suas ora\u00e7\u00f5es. Ela tamb\u00e9m se ajoelhou.<\/p>\n\n\n\n<p>Ouviu as ora\u00e7\u00f5es daquelas mulheres e, quando teve oportunidade, tamb\u00e9m levantou sua voz e disse: <em>\u201cOl\u00e1, Deus. Sou eu, a Maria. Olha, a minha neta est\u00e1 muito doente. Eu gostaria que o Senhor fosse l\u00e1 cur\u00e1-la. Por favor. Anote a\u00ed, Deus, o endere\u00e7o\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>As demais senhoras estranharam o jeito daquela ora\u00e7\u00e3o, mas continuaram ouvindo. <em>\u201c\u00c9 muito f\u00e1cil: \u00e9 s\u00f3 o Senhor seguir o caminho das pedras e, quando passar o rio com a ponte, o Senhor entra na segunda estradinha de barro. Passa a vendinha. A minha casa \u00e9 o \u00faltimo barraquinho daquela ruazinha\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>As senhoras que tudo acompanhavam esfor\u00e7avam-se para n\u00e3o rir. Ela continuou: <em>\u201cOlha, Deus, a porta t\u00e1 trancada, mas a chave fica embaixo do tapetinho vermelho na entrada. Por favor, Senhor, cure a minha netinha. Obrigada\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>E quando todas achavam que j\u00e1 tinha acabado, ela complementou: <em>\u201cAh! Senhor, por favor, n\u00e3o se esque\u00e7a de colocar a chave de novo embaixo do tapetinho vermelho, sen\u00e3o eu n\u00e3o consigo entrar em casa. Muito obrigada, obrigada mesmo\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois que Dona Maria foi embora, as demais senhoras soltaram o riso e ficaram comentando como \u00e9 triste descobrir que as pessoas n\u00e3o sabem nem orar. Mas Dona Maria, ao chegar em casa, n\u00e3o p\u00f4de se conter de tanta alegria ao ver a menina sentada no ch\u00e3o, brincando com suas bonecas.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cMenina, voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 de p\u00e9?\u201d<\/em>. E a menina, olhando carinhosamente para a av\u00f3, disse: <em>\u201cUm m\u00e9dico esteve aqui, vov\u00f3. Deu-me um beijo na testa e disse que eu ia ficar boa. E eu fiquei boa. Ele era t\u00e3o bonito, v\u00f3! Sua roupa era t\u00e3o branquinha que parecia at\u00e9 que brilhava\u2026 Ah! Ele mandou lhe dizer que foi f\u00e1cil achar a nossa casa e que ele ia deixar a chave debaixo do tapetinho vermelho, do jeitinho que voc\u00ea pediu\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>**************************************************************<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Deus n\u00e3o quer palavras bonitas, Ele quer palavras sinceras. Vosso pai sabe o que lhes \u00e9 necess\u00e1rio antes de v\u00f3s pedirdes.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\"><strong><em>Autoria desconhecida<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pobre mulher morava em humilde casa com sua neta, que estava muito doente. 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