{"id":51326,"date":"2020-11-25T23:44:48","date_gmt":"2020-11-26T02:44:48","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=51326"},"modified":"2020-11-25T23:44:53","modified_gmt":"2020-11-26T02:44:53","slug":"a-importancia-do-perdao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/a-importancia-do-perdao\/","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia do perd\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"500\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/pexels-photo-459301.jpeg?resize=800%2C500\" alt=\"abstract art artistic autumn\" class=\"wp-image-47474\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/pexels-photo-459301.jpeg?resize=1024%2C640&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/pexels-photo-459301.jpeg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/pexels-photo-459301.jpeg?resize=768%2C480&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/pexels-photo-459301.jpeg?resize=1536%2C960&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/pexels-photo-459301.jpeg?w=1880&amp;ssl=1 1880w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/pexels-photo-459301.jpeg?w=1600 1600w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption><em>Photo by Pixabay on <a rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/www.pexels.com\/photo\/abstract-art-artistic-autumn-459301\/\">Pexels.com<\/a><\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O pequeno Zeca entra em casa, ap\u00f3s a aula, batendo forte os seus p\u00e9s no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns servi\u00e7os na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.<\/p>\n\n\n\n<p>Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Pai, estou com muita raiva. O Juca n\u00e3o deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. N\u00e3o aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir \u00e0 escola.<\/p>\n\n\n\n<p>O pai escuta tudo calado enquanto caminha at\u00e9 um abrigo onde guardava um saco cheio de carv\u00e3o. Levou o saco at\u00e9 o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca v\u00ea o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe prop\u00f5e algo:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que est\u00e1 secando no varal \u00e9 o seu amiguinho Juca e cada peda\u00e7o de carv\u00e3o \u00e9 um mau pensamento seu, endere\u00e7ado a ele. Quero que voc\u00ea jogue todo o carv\u00e3o do saco na camisa, at\u00e9 o \u00faltimo peda\u00e7o. Depois eu volto para ver como ficou.<\/p>\n\n\n\n<p>O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou m\u00e3os \u00e0 obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos peda\u00e7os acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Filho como est\u00e1 se sentindo agora?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos peda\u00e7os de carv\u00e3o na camisa.<\/p>\n\n\n\n<p>O pai olha para o menino, que fica sem entender a raz\u00e3o daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Venha comigo at\u00e9 o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.<\/p>\n\n\n\n<p>O filho acompanha o pai at\u00e9 o quarto e \u00e9 colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca s\u00f3 conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, ent\u00e3o lhe diz ternamente:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Filho, voc\u00ea viu que a camisa quase n\u00e3o se sujou. mas, olhe s\u00f3 para voc\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>O mal que desejamos aos outros \u00e9 como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de algu\u00e9m com nossos pensamentos, a borra, os res\u00edduos, a fuligem ficam sempre em n\u00f3s mesmos.<\/p>\n\n\n\n<p>Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras.<br>Cuidado com suas palavras, elas se transformam em a\u00e7\u00f5es.<br>Cuidado com suas a\u00e7\u00f5es, elas se transformam em h\u00e1bitos.<br>Cuidado com seus h\u00e1bitos, eles moldam o seu car\u00e1ter.<br>Cuidado com seu car\u00e1ter, ele controla o seu destino.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pequeno Zeca entra em casa, ap\u00f3s a aula, batendo forte os seus p\u00e9s no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns servi\u00e7os na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. 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