{"id":40854,"date":"2020-01-31T15:15:44","date_gmt":"2020-01-31T18:15:44","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=40854"},"modified":"2020-01-31T15:15:50","modified_gmt":"2020-01-31T18:15:50","slug":"48-dos-brasileiros-nao-controlam-o-proprio-orcamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/48-dos-brasileiros-nao-controlam-o-proprio-orcamento\/","title":{"rendered":"48% dos brasileiros n\u00e3o controlam o pr\u00f3prio or\u00e7amento"},"content":{"rendered":"\n<h5 class=\"has-vivid-cyan-blue-color has-text-color has-text-align-center wp-block-heading\"><em>Mesmo entre os que controlam finan\u00e7as, apenas um ter\u00e7o planeja o m\u00eas com anteced\u00eancia. Consumidor tende a anotar gastos fixos, mas deixa gastos extras em segundo plano; 39% passaram a controlar mais as finan\u00e7as ap\u00f3s \u2018nome sujo\u2019<\/em><\/h5>\n\n\n\n<p><strong>CNDL | SPC Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"534\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Finan%C3%A7asOr%C3%A7amento.jpg?resize=800%2C534\" alt=\"\" class=\"wp-image-40855\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Finan%C3%A7asOr%C3%A7amento.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Finan%C3%A7asOr%C3%A7amento.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Finan%C3%A7asOr%C3%A7amento.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Finan%C3%A7asOr%C3%A7amento.jpg?resize=250%2C167&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Capacidade de planejamento, autocontrole e disciplina s\u00e3o palavras essenciais quando o assunto \u00e9 manter a situa\u00e7\u00e3o financeira em equil\u00edbrio. O problema \u00e9 que s\u00e3o poucos os brasileiros que admitem ter disposi\u00e7\u00e3o para organizar suas finan\u00e7as com regularidade. Um levantamento feito em todas as capitais pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) revela que quase metade (48%) dos consumidores brasileiros n\u00e3o controla o seu or\u00e7amento, seja porque confiam apenas na mem\u00f3ria para anotar despesas (25%), n\u00e3o fazem nenhum registro dos ganhos e gastos (20%) ou delegam a fun\u00e7\u00e3o para terceiros (2%).<\/p>\n\n\n\n<p>Outro dado preocupante do estudo \u00e9 que mesmo entre aqueles que realizam um controle efetivo de suas finan\u00e7as (52%), a frequ\u00eancia com que anotam e analisam suas despesas n\u00e3o \u00e9 a adequada. Em cada dez pessoas que adotam um m\u00e9todo apropriado de controle, somente um ter\u00e7o (33%) planeja o m\u00eas com anteced\u00eancia, registrando a expectativa de receitas e despesas do m\u00eas seguinte. A maioria (39%) vai anotando os gastos pessoais conforme eles ocorrem e outros 27% s\u00f3 anotam os gastos ap\u00f3s o fechamento do m\u00eas. <\/p>\n\n\n\n<p>Entre os que n\u00e3o d\u00e3o import\u00e2ncia ao controle do or\u00e7amento, a principal justificativa \u00e9 n\u00e3o ver necessidade na tarefa, pois confiam nas contas de cabe\u00e7a (20%). Outros 16% reconhecem n\u00e3o ter disciplina e 16% alegam n\u00e3o ter um rendimento fixo ou nem sabem exatamente o quanto ganham por m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, pensar nos gastos com anteced\u00eancia ajuda o consumidor a n\u00e3o ser surpreendido no fim do m\u00eas pela falta de recursos. <em>\u201cO consumidor que conhece sua rela\u00e7\u00e3o de receitas e despesas est\u00e1 menos propenso a se endividar com empr\u00e9stimos ou a recorrer ao limite do cheque especial para cobrir rombos no or\u00e7amento. Al\u00e9m disso, ele est\u00e1 mais preparado tanto para tra\u00e7ar planos de longo prazo, como para agir em uma situa\u00e7\u00e3o de imprevisto, como um gasto inesperado de alto valor ou a perda do emprego\u201d<\/em>, afirma a economista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Maioria usa caderno de anota\u00e7\u00f5es na hora de planejar finan\u00e7as; Gastos n\u00e3o essenciais s\u00e3o os mais deixados de lado na hora do planejamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m mostra que o controle dos gastos extras e n\u00e3o essenciais acaba ficando em segundo plano entre os consumidores que fazem algum controle do or\u00e7amento.  Os itens que os entrevistados menos anotam s\u00e3o o dinheiro que possuem guardado em investimentos, em casa ou na conta corrente (60%) e os gastos n\u00e3o essenciais, como lazer, transporte, sal\u00e3o de beleza, compras de roupas e alimenta\u00e7\u00e3o fora de casa, que s\u00e3o controlados por apenas 57% dos entrevistados.<\/p>\n\n\n\n<p>Gastos essenciais como contas da casa, despesas com mantimentos, aluguel e condom\u00ednio s\u00e3o anotados por 92% dos entrevistados que t\u00eam algum planejamento. As presta\u00e7\u00f5es de compras feitas no cart\u00e3o, cheque ou credi\u00e1rio que vencem no m\u00eas seguinte recebem a aten\u00e7\u00e3o de 79%. J\u00e1 76% anotam os rendimentos, como sal\u00e1rios, aposentadorias e pens\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cSubestimar o impacto de pequenos gastos no or\u00e7amento \u00e9 uma atitude imprudente. Os chamados \u2018gastos invis\u00edveis\u2019, que s\u00e3o aquelas pequenas despesas sup\u00e9rfluas que passam quase despercebidas no dia a dia, podem comprometer as finan\u00e7as quando somadas no fim do m\u00eas. Por isso que \u00e9 perigoso anotar os gastos \u00e0 medida que v\u00e3o sendo feitos, pois isso n\u00e3o garante um controle eficiente. O ideal \u00e9 separar antes de tudo uma quantia para gastos fixos mensais e somente com o restante ir alocando conforme a necessidade ou desejo do consumidor, sem esquecer de guardar uma quantia para uma reserva de emerg\u00eancia\u201d<\/em>, orienta a economista Marcela Kawauti.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa mostra que a dificuldade para manter as finan\u00e7as em ordem n\u00e3o \u00e9 uma exclusividade dos que n\u00e3o controlam o or\u00e7amento. Considerando os que adotam algum m\u00e9todo de controle, 61% relatam dificuldades, principalmente, por terem uma renda vari\u00e1vel (21%), falta de disciplina para anotar gastos com regularidade (20%) e falta de tempo (7%). J\u00e1 38% afirmam desempenhar a tarefa sem dificuldades.<\/p>\n\n\n\n<p>De modo geral, o velho caderno de anota\u00e7\u00f5es desponta como a ferramenta mais utilizada pelos entrevistados para registrar sua movimenta\u00e7\u00e3o financeira, usada por 36% dos brasileiros. J\u00e1 a planilha no computador \u00e9 o m\u00e9todo utilizado por 9% das pessoas ouvidas, enquanto 7% registram as receitas e despesas em aplicativos de smartphones. <em>\u201cSe o m\u00e9todo for organizado, n\u00e3o importa qual seja a ferramenta. O importante \u00e9 nunca deixar de analisar as informa\u00e7\u00f5es anotadas. Algumas pessoas t\u00eam facilidade com planilhas ou aplicativos, mas outras ainda preferem um peda\u00e7o de papel\u201d<\/em>, explica a economista do SPC Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>48% dos brasileiros ficaram com \u2018nome sujo\u2019 em algum momento nos \u00faltimos 12 meses; 39% ficaram mais controlados ap\u00f3s negativa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A falta de controle das finan\u00e7as se torna ainda mais perigosa em um cen\u00e1rio de dificuldades econ\u00f4micas do pa\u00eds. De acordo com a pesquisa, 78% dos brasileiros at\u00e9 conseguem terminar o m\u00eas com todas as contas quitadas, mas em 33% dos casos acaba n\u00e3o havendo sobras no or\u00e7amento. J\u00e1 22% dos entrevistados sofrem para administrar as finan\u00e7as e deixam com frequ\u00eancia de pagar seus compromissos. Resultado \u00e9 que nos \u00faltimos 12 meses, 48% dos consumidores brasileiros passaram pela situa\u00e7\u00e3o de estar com o \u2018nome sujo\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a pesquisa, a experi\u00eancia da negativa\u00e7\u00e3o serviu de aprendizado para parte consider\u00e1vel dos consumidores: 39% disseram ter passado a controlar mais os gastos ap\u00f3s a situa\u00e7\u00e3o e 34% refletem mais antes de realizar compras. Outros 21% deixaram de emprestar nomes a terceiros e 18% evitam compras no cart\u00e3o de cr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA negativa\u00e7\u00e3o do CPF \u00e9 uma experi\u00eancia traum\u00e1tica porque imp\u00f5e uma s\u00e9rie de restri\u00e7\u00f5es ao consumo, al\u00e9m do sentimento de vergonha que isso pode gerar em algumas pessoas. Infelizmente, alguns consumidores s\u00f3 passam a exercer um controle e planejamento maior sobre a sua vida financeira ap\u00f3s vivenciarem a experi\u00eancia negativa de ficar inadimplente\u201d, afirma a economista Marcela Kawauti.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo entre os que controlam finan\u00e7as, apenas um ter\u00e7o planeja o m\u00eas com anteced\u00eancia. 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