{"id":29061,"date":"2018-11-08T19:37:38","date_gmt":"2018-11-08T22:37:38","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=29061"},"modified":"2018-11-08T19:37:38","modified_gmt":"2018-11-08T22:37:38","slug":"bahia-tem-aumento-de-57-mil-pessoas-que-trabalham-nas-ruas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/bahia-tem-aumento-de-57-mil-pessoas-que-trabalham-nas-ruas\/","title":{"rendered":"Bahia tem aumento de 57 mil pessoas que trabalham nas ruas"},"content":{"rendered":"<h5 style=\"text-align: center;\"><em>Dados divulgados pelo IBGE, nesta quinta-feira, t\u00eam como base n\u00fameros de 2016 e 2017. Eles fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua<\/em><\/h5>\n<figure id=\"attachment_29062\" aria-describedby=\"caption-attachment-29062\" style=\"width: 984px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/vendedor-ambulante.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-29062 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/vendedor-ambulante.jpg?resize=800%2C479\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"479\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/vendedor-ambulante.jpg?w=984&amp;ssl=1 984w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/vendedor-ambulante.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/vendedor-ambulante.jpg?resize=768%2C460&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/vendedor-ambulante.jpg?resize=250%2C150&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-29062\" class=\"wp-caption-text\">Bahia tem aumento de 57 mil pessoas que trabalham nas ruas, aponta pesquisa do IBGE \u2014 Foto: Leandro Nery\/ G1 Bahia<\/figcaption><\/figure>\n<p>A Bahia apresentou um aumento de 57 mil pessoas que trabalham nas ruas em 2017, segundo aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNAD Cont\u00ednua) divulgada, nesta quinta-feira (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>O n\u00famero cresceu 26,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, o que significa maior aumento em termos absolutos do pa\u00eds e segundo maior em termos percentuais, abaixo apenas do Amap\u00e1 (+54,8%). Os dados s\u00e3o referentes \u00e0 compara\u00e7\u00e3o entre 2016 e 2017.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo, em 2016, 217 mil pessoas trabalhavam nas ruas do estado. J\u00e1 no ano seguinte foram 274 mil pessoas. O n\u00famero do ano passado \u00e9 o maior do estado desde 2012, e o segundo maior do pa\u00eds, ficando abaixo apenas do total de S\u00e3o Paulo, que possui 284 mil pessoas que trabalham nas ruas.<\/p>\n<p>Conforme aponta a pesquisa, o crescimento do n\u00famero de pessoas trabalhando nas ruas, na Bahia, entre 2016 e 2017, se concentrou fora da capital. Salvador, que j\u00e1 havia registado uma expans\u00e3o desse grupo de trabalhadores entre 2015 e 2016 (que foi de 32 mil para 61 mil pessoas), teve uma leve redu\u00e7\u00e3o em 2017 para 58 mil pessoas. Ou seja, entre 2016 e 2017, a redu\u00e7\u00e3o foi de tr\u00eas mil pessoas trabalhando nas ruas da capital baiana.<\/p>\n<p>Entre os anos analisados, a pesquisa ainda traz dados de que o trabalho nas ruas do estado cresceu proporcionalmente mais entre as mulheres (+33,2%) do que entre os homens (+22,3%). O n\u00famero de mulheres de 14 anos ou mais de idade que tinham as ruas como local de trabalho passou de 78 mil para 104 mil, entre 2016 e 2017. J\u00e1 o contingente masculino aumentou de 139 mil para 170 mil.<\/p>\n<p>Assim, em 2017, na Bahia, o trabalho em vias ou \u00e1reas p\u00fablicas era mais representativo entre as mulheres (6,4% das que estavam ocupadas trabalhavam nas ruas) do que entre os homens (5,4%).<\/p>\n<p>A pesquisa traz tamb\u00e9m informa\u00e7\u00f5es sobre associa\u00e7\u00e3o das pessoas aos sindicato, al\u00e9m do registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jur\u00eddica (CNPJ).<\/p>\n<p><strong>Confira:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>De 2016 para 2017, houve aumentos na formaliza\u00e7\u00e3o (exist\u00eancia de CNPJ) entre trabalhadores por conta pr\u00f3pria (de 9,8% para 10,2% do total) e empregadores (de 66,1% para 67,8%).<\/li>\n<li>Em 2017, taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores cai na Bahia, de 16,9% para 15,4%, chegando ao menor percentual desde 2012.<\/li>\n<\/ul>\n<p><em><strong>*Por G1 BA<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados divulgados pelo IBGE, nesta quinta-feira, t\u00eam como base n\u00fameros de 2016 e 2017. 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