{"id":26664,"date":"2018-07-19T09:58:38","date_gmt":"2018-07-19T12:58:38","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=26664"},"modified":"2018-07-19T09:58:38","modified_gmt":"2018-07-19T12:58:38","slug":"cirurgia-reparadora-de-mamas-e-uma-das-mais-realizadas-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/cirurgia-reparadora-de-mamas-e-uma-das-mais-realizadas-no-brasil\/","title":{"rendered":"Cirurgia reparadora de mamas \u00e9 uma das mais realizadas no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cirurgia-de-mamas-axilares.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-26665\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cirurgia-de-mamas-axilares.jpg?resize=500%2C500\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cirurgia-de-mamas-axilares.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cirurgia-de-mamas-axilares.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cirurgia-de-mamas-axilares.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cirurgia-de-mamas-axilares.jpg?resize=250%2C250&amp;ssl=1 250w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cirurgia-de-mamas-axilares.jpg?resize=48%2C48&amp;ssl=1 48w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a>Segundo um levantamento de 2016 da Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl\u00e1stica, as cirurgias reparadoras cresceram mais que as est\u00e9ticas entre 2009 e 2014. Um dos fatores que contribu\u00edram para esse aumento s\u00e3o as cirurgias bari\u00e1tricas. Estima-se que 90% dos pacientes que fazem a bari\u00e1trica ir\u00e3o precisar de pelo menos um procedimento para retirar o excesso de pele ou para reconstruir alguma parte do corpo, como os seios, por exemplo.<\/p>\n<p>De acordo com o <strong>cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico, Dr. Luiz Molina<\/strong>, a perda de peso, que acontece ap\u00f3s a cirurgia bari\u00e1trica ou uma dieta, pode levar \u00e0 ptose mam\u00e1ria, ou seja, \u00e0 queda das mamas.<\/p>\n<p>\u201c<em>Embora o aspecto das mamas possa variar muito de paciente para paciente, \u00e9 comum que haja algum grau de ptose mam\u00e1ria depois de uma perda de peso significativa. Com isso, a mulher pode precisar de uma cirurgia pl\u00e1stica reparadora para corrigir a ptose, assim como para devolver o volume mam\u00e1rio perdido. Essa cirurgia \u00e9 chamada de mastopexia ou lifting de mamas<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>O cirurgi\u00e3o explica que a perda de peso maci\u00e7a leva a altera\u00e7\u00f5es, como a redu\u00e7\u00e3o da quantidade de elastina que gera uma menor capacidade de retra\u00e7\u00e3o e menor elasticidade da pele, levando \u00e0 queda das mamas. A ptose tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada ao processo natural do envelhecimento, assim como \u00e0 gravidez e \u00e0 amamenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>\u201c<em>Em todos esses casos, a mastopexia pode ser indicada. O teste mais comum para saber se h\u00e1 queda das mamas \u00e9 colocar um l\u00e1pis embaixo dos seios. Se o l\u00e1pis n\u00e3o cair, \u00e9 um sinal de ptose<\/em>\u201d, comenta Dr. Molina.<\/p>\n<p><strong>Com ou sem pr\u00f3tese?<\/strong><\/p>\n<p>Cada caso \u00e9 tratado de forma individual. \u201c<em>Podemos aplicar diversas t\u00e9cnicas, de acordo com as deformidades apresentadas. A escolha vai depender do volume das mamas, da qualidade e da quantidade de tecido e do grau de ptose. Se a paciente tem uma boa quantidade de tecido mam\u00e1rio, por exemplo, \u00e9 poss\u00edvel fazer a remodela\u00e7\u00e3o da mama sem implantes. J\u00e1 nas mulheres que perderam muito tecido e volume, pode ser necess\u00e1rio colocar pr\u00f3teses<\/em>\u201d, explica Dr. Molina.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que a mastopexia n\u00e3o visa ao aumento dos seios, mas sim \u00e0 corre\u00e7\u00e3o da posi\u00e7\u00e3o dos seios quando h\u00e1 ptose mam\u00e1ria. Mas, pode ser necess\u00e1rio colocar uma pr\u00f3tese dependendo da quantidade de tecido que pode ser usado para preencher a perda do volume. Quando h\u00e1 necessidade de colocar a pr\u00f3tese, \u00e9 chamada de mastopexia de aumento. H\u00e1 casos ainda em que h\u00e1 tamb\u00e9m necessidade de reposicionar as ar\u00e9olas dos seios.<\/p>\n<p><strong>Indica\u00e7\u00e3o e graus de ptose mam\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>A ptose mam\u00e1ria \u00e9 classificada de acordo com o grau de flacidez. Na ptose grau I, a flacidez \u00e9 leve. Na ptose grau II, h\u00e1 flacidez moderada e perda do volume. Na ptose grau III, a flacidez \u00e9 severa, h\u00e1 perda significativa do volume e dobras cut\u00e2neas.<\/p>\n<p><strong>Quando fazer<\/strong><\/p>\n<p>A pl\u00e1stica reparadora dos seios pode ser feita depois da estabiliza\u00e7\u00e3o da perda de peso, que costuma ocorrer ap\u00f3s 18 meses do in\u00edcio da dieta ou da bari\u00e1trica, mas pode variar de paciente para paciente. A paciente tamb\u00e9m precisa estar saud\u00e1vel, sem sinais de anemia ou desnutri\u00e7\u00e3o, entre outros aspectos avaliados no pr\u00e9-cir\u00fargico.<\/p>\n<p><strong>Mastopexia \u00e9 diferente de mamoplastia de aumento<\/strong><\/p>\n<p>O lifting de mamas \u00e9 uma cirurgia mais complexa que a mamoplastia para aumento das mamas. Alguns m\u00e9dicos preferem faz\u00ea-la em duas fases, sendo a primeira para corrigir a posi\u00e7\u00e3o e a segunda para colocar a pr\u00f3tese, quando necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>A cicatriz ir\u00e1 depender do tamanho das mamas e da t\u00e9cnica usada. A mais comum \u00e9 em forma de um T invertido. Pode ser ainda vertical ou periareolar (ao redor das ar\u00e9olas). No entanto, Dr. Molina relata que prefere fazer em tempo \u00fanico para facilitar a recupera\u00e7\u00e3o e diminuir os custos, com grande satisfa\u00e7\u00e3o das pacientes.<\/p>\n<p><em><strong>*Leda Sangiorgio<\/strong><\/em><br \/>\n<em>Assessoria de Imprensa<\/em><br \/>\n<em>(11) 98902-0053<\/em><br \/>\n<em>leda@agenciahealth.com.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo um levantamento de 2016 da Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl\u00e1stica, as cirurgias reparadoras cresceram mais que as est\u00e9ticas entre 2009 e 2014. Um dos fatores que contribu\u00edram para esse aumento s\u00e3o as cirurgias bari\u00e1tricas. 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