{"id":26323,"date":"2018-07-04T09:55:09","date_gmt":"2018-07-04T12:55:09","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=26323"},"modified":"2018-07-04T09:55:09","modified_gmt":"2018-07-04T12:55:09","slug":"estudo-mostra-que-endometriose-aumenta-risco-de-parto-prematuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/estudo-mostra-que-endometriose-aumenta-risco-de-parto-prematuro\/","title":{"rendered":"Estudo mostra que endometriose aumenta risco de parto prematuro"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/endometriose.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-26324\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/endometriose.jpg?resize=500%2C307\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"307\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/endometriose.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/endometriose.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/endometriose.jpg?resize=250%2C154&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a>Segundo pesquisa realizada pelo <strong>ginecologista Dr. Edvaldo Cavalcante<\/strong> em parceria com o <strong>Gapendi (Grupo de Apoio \u00e0s Portadoras de Endometriose e Infertilidade)<\/strong>, 55% das mulheres com endometriose tamb\u00e9m foram diagnosticadas com infertilidade.<\/p>\n<p>Mas, al\u00e9m da dificuldade para engravidar, a endometriose pode tamb\u00e9m aumentar o risco de um parto prematuro, assim como de que o beb\u00ea nas\u00e7a pequeno para a idade gestacional (PIG), com peso igual ou menor que 2,5 kg.<\/p>\n<p>Essas afirma\u00e7\u00f5es s\u00e3o fruto de uma meta-an\u00e1lise, publicada pela Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica, que avaliou 21 estudos com 2.517.516 mulheres que preencheram os crit\u00e9rios de inclus\u00e3o da pesquisa. Os resultados mostraram que as mulheres com endometriose tinham uma probabilidade de parto prematuro aumentada em 1,47 e de beb\u00eas pequenos de 1,26 quando comparadas a mulheres sem o diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m avaliou as mulheres com adenomiose e para esse p\u00fablico os n\u00fameros foram ainda maiores: 3,09 para o parto prematuro e 3,23 para beb\u00eas pequenos quando comparadas a mulheres saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>Portanto, a conclus\u00e3o do estudo foi que mulheres com endometriose ou adenomiose apresentam risco aumentado tanto para um parto prematuro, quanto de ter um beb\u00ea pequeno para a idade gestacional (PIG). Assim, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 que o acompanhamento pr\u00e9-natal neste grupo seja ainda mais r\u00edgido e feito com maior frequ\u00eancia do que em mulheres sem esses diagn\u00f3sticos.<\/p>\n<p><strong>Endometriose x Adenomiose<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do nome parecido e de semelhan\u00e7as nos sintomas e consequ\u00eancias das doen\u00e7as, s\u00e3o patologias diferentes. &#8220;<em>A endometriose se caracteriza pelo crescimento de tecido endometrial fora da cavidade uterina, ou seja, do lado de fora do \u00fatero. Pode atingir ov\u00e1rios, trompas, bexiga, intestino, etc. J\u00e1 a adenomiose se caracteriza pela invas\u00e3o de c\u00e9lulas endometriais no miom\u00e9trio, a camada muscular do \u00fatero<\/em>&#8220;, explica Dr. Edvaldo.<\/p>\n<p><strong>Fatores de risco<\/strong><\/p>\n<p>Sabe-se que grande parte das mulheres com endometriose e adenomiose, que s\u00e3o diagnosticadas com infertilidade, recorrem \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o assistida para engravidar, como a insemina\u00e7\u00e3o artificial e\/ou a fertiliza\u00e7\u00e3o in vitro (FIV). \u201c<em>E sabe-se que essas t\u00e9cnicas aumentam a probabilidade de nascimentos m\u00faltiplos, com risco maior de parto prematuro e de beb\u00eas menores<\/em>\u201d, comenta o m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Mas, no estudo, os pesquisadores fizeram uma suban\u00e1lise para avaliar o risco de parto prematuro em partos \u00fanicos. Os resultados mostraram que mesmo em partos \u00fanicos, o risco do parto prematuro persistiu.<\/p>\n<p>Outro estudo, tamb\u00e9m uma meta-an\u00e1lise, mostrou que a endometriose aumenta o risco de parto prematuro, independente se a mulher engravidou naturalmente ou por meio da reprodu\u00e7\u00e3o assistida.\u00a0Para o m\u00e9dico, os estudos s\u00e3o importantes para refor\u00e7ar a necessidade de fazer um pr\u00e9-natal ainda mais rigoroso nas mulheres com ambos os diagn\u00f3sticos.<\/p>\n<p>\u201c<em>Entretanto, gra\u00e7as aos avan\u00e7os na medicina fetal e neonatal, os riscos da prematuridade e do beb\u00ea ser menor do que o esperado para idade gestacional podem ser avaliados e tratados para prevenir ou minimizar as condi\u00e7\u00f5es que podem acontecer<\/em>\u201d, diz o m\u00e9dico. O segredo, portanto, \u00e9 cuidar bem da gravidez e seguir as recomenda\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas para ter uma gravidez e um parto tranquilos.<\/p>\n<p><em><strong>*Leda Sangiorgio<\/strong><\/em><br \/>\n<em>Assessoria de Imprensa<\/em><br \/>\n<em>(11) 98902-0053<\/em><br \/>\n<em>leda@agenciahealth.com.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo pesquisa realizada pelo ginecologista Dr. Edvaldo Cavalcante em parceria com o Gapendi (Grupo de Apoio \u00e0s Portadoras de Endometriose e Infertilidade), 55% das mulheres com endometriose tamb\u00e9m foram diagnosticadas com infertilidade. 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