{"id":25102,"date":"2018-05-08T15:24:06","date_gmt":"2018-05-08T18:24:06","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=25102"},"modified":"2018-05-08T15:24:06","modified_gmt":"2018-05-08T18:24:06","slug":"apos-30-anos-do-fim-da-banda-musicos-do-rpm-brigam-na-justica-para-tocar-hits-e-usar-marca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/apos-30-anos-do-fim-da-banda-musicos-do-rpm-brigam-na-justica-para-tocar-hits-e-usar-marca\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s 30 anos do fim da banda, m\u00fasicos do RPM brigam na Justi\u00e7a para tocar hits e usar marca"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_25103\" aria-describedby=\"caption-attachment-25103\" style=\"width: 380px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/RPM.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-25103 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/RPM.jpg?resize=380%2C280\" alt=\"\" width=\"380\" height=\"280\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/RPM.jpg?w=380&amp;ssl=1 380w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/RPM.jpg?resize=300%2C221&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/RPM.jpg?resize=250%2C184&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25103\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Tr\u00eas d\u00e9cadas ap\u00f3s o an\u00fancio da separa\u00e7\u00e3o, os integrantes do RPM brigam na Justi\u00e7a para ter o direito de explorar a marca e tocar os principais sucessos do grupo. De acordo com informa\u00e7\u00f5es da Folha de S. Paulo, a disputa acontece entre o cantor Paulo Ricardo e os m\u00fasicos Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo Pagni, que desejam retomar os trabalhos com a banda.<\/p>\n<p>Para tocar o projeto, no entanto, eles pedem que o ex-vocalista seja proibido de cantar os hits e fazer refer\u00eancia ao RPM em sites e materiais promocionais. Segundo a publica\u00e7\u00e3o, o ponto central da disputa \u00e9 um contrato assinado em 2007, no qual os integrantes se comprometiam a n\u00e3o explorar individualmente o nome da banda.<\/p>\n<p>Acontece que Paulo Ricardo, que ficou respons\u00e1vel por registrar o RPM no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) como propriedade dos quatro m\u00fasicos, fez apenas em seu pr\u00f3prio nome. O advogado Spencer Toth Sydow, que representa Schiavon, Deluqui e Pagni, pede que Paulo Ricardo seja punido por quebra do acordo e conta que a situa\u00e7\u00e3o foi descoberta em 2017, depois que o cantor avisou que n\u00e3o tocaria mais com os ex-companheiros. &#8220;<em>N\u00f3s ajudamos e lutamos para construir o RPM no mercado, n\u00e3o \u00e9 justo que um dos componentes n\u00e3o queira continuar e ainda impe\u00e7a os outros de o fazer<\/em>&#8220;, afirmou o guitarrista Deluqui.<\/p>\n<p>Segundo a Folha, a assessoria de Paulo Ricardo negou que o artista tenha descumprido o acordo e disse que a marca estava registrada em seu nome desde 2003. J\u00e1 \u00e0 Justi\u00e7a, o cantor afirma que o RPM foi criado sob sua &#8220;<em>incontest\u00e1vel lideran\u00e7a<\/em>&#8220;, por causa &#8220;<em>de sua determina\u00e7\u00e3o obstinada e profissional<\/em>&#8220;. Ele argumenta ainda que os colegas eram &#8220;<em>meramente m\u00fasicos acompanhantes<\/em>&#8221; e que a coautoria com o tecladista Luiz Schiavon nas m\u00fasicas nunca era em partes iguais.<\/p>\n<p>&#8220;<em>Oitenta por cento da obra musical do grupo \u00e9 fruto da cria\u00e7\u00e3o intelectual do compositor Paulo Ricardo<\/em>&#8220;, diz a defesa do cantor, no processo. Ainda de acordo com a Folha, em 2007 o cantor descreveu o ex-parceiro de forma diferente: &#8220;<em>O conceito do RPM foi desenvolvido por mim e pelo Schiavon, n\u00e3o existiria o RPM sem ele<\/em>&#8220;. Hoje, entretanto, Paulo Ricardo afirma \u00e0 Justi\u00e7a que os antigos companheiros querem for\u00e7a-lo a retomar os shows.<\/p>\n<p>Ele diz ainda n\u00e3o ser contra o uso da marca e das m\u00fasicas, embora n\u00e3o explique se abdicaria dos direitos. Em outubro de 2017, a ju\u00edza Elaine Faria Evaristo sentenciou favor\u00e1vel a Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo Pagni, mas em mar\u00e7o deste ano a decis\u00e3o foi cassada por uma liminar no Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo. N\u00e3o h\u00e1 prazo previsto para a senten\u00e7a final.<\/p>\n<p><em><strong>*Bahia Not\u00edcias<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas d\u00e9cadas ap\u00f3s o an\u00fancio da separa\u00e7\u00e3o, os integrantes do RPM brigam na Justi\u00e7a para ter o direito de explorar a marca e tocar os principais sucessos do grupo. De acordo com informa\u00e7\u00f5es da Folha de S. 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