{"id":24754,"date":"2018-04-25T09:56:05","date_gmt":"2018-04-25T12:56:05","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=24754"},"modified":"2018-04-25T09:56:05","modified_gmt":"2018-04-25T12:56:05","slug":"baixa-autoestima-atinge-56-dos-brasileiros-que-perderam-emprego-revela-levantamento-do-spc-brasil-e-cndl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/baixa-autoestima-atinge-56-dos-brasileiros-que-perderam-emprego-revela-levantamento-do-spc-brasil-e-cndl\/","title":{"rendered":"Baixa autoestima atinge 56% dos brasileiros que perderam emprego, revela levantamento do SPC Brasil e CNDL"},"content":{"rendered":"<h5 style=\"text-align: center;\">Sentimentos como ansiedade, inseguran\u00e7a, estresse e angustia s\u00e3o comuns entre pessoas que ficaram desempregadas. Sono e apetite sofreram altera\u00e7\u00f5es para quase metade dos entrevistados. Ainda assim, cresce para 68% o percentual de esperan\u00e7osos em uma recoloca\u00e7\u00e3o<\/h5>\n<figure id=\"attachment_24755\" aria-describedby=\"caption-attachment-24755\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/desemprego-2017-774.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-24755\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/desemprego-2017-774.jpg?resize=500%2C333\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/desemprego-2017-774.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/desemprego-2017-774.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/desemprego-2017-774.jpg?resize=250%2C167&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-24755\" class=\"wp-caption-text\">Foto : Thiago Freitas \/ Extra<\/figcaption><\/figure>\n<p>Um levantamento realizado em todas as capitais pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que al\u00e9m de trazer complica\u00e7\u00f5es \u00e0 vida financeira, o desemprego afeta tamb\u00e9m o estado f\u00edsico e emocional das pessoas. De acordo com o estudo, <strong>56% dos brasileiros desempregados<\/strong> desenvolveram o sentimento de baixa autoestima ap\u00f3s perderem o emprego e 45% passaram a sentir-se envergonhados perante a fam\u00edlia ou amigos pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p>De modo geral, o estudo descobriu que a perda do emprego desencadeou uma s\u00e9rie de sentimentos negativos nos entrevistados, como ansiedade (70%), inseguran\u00e7a em n\u00e3o conseguir um emprego (67%), estresse (64%), sensa\u00e7\u00e3o de angustia (63%), des\u00e2nimo (60%) e medo (59%).<\/p>\n<p>Um dado positivo em meio a tantas sensa\u00e7\u00f5es negativas ocasionadas pela perda do emprego \u00e9 que <strong>aumentou em um ano de 54% para 68% o percentual<\/strong> de desempregados que est\u00e3o esperan\u00e7osos em se recolocar no mercado.<\/p>\n<p>Para Jos\u00e9 Vignoli, educador financeiro do portal <strong>\u2018Meu Bolso Feliz\u2019<\/strong>, a serenidade e o equil\u00edbrio emocional s\u00e3o fundamentais para o trabalhador superar esse momento. \u201c<em>Vivenciar a perda do emprego n\u00e3o \u00e9 nada f\u00e1cil, justamente por tratar-se de algo que costuma afetar tanto o aspecto psicol\u00f3gico, quanto o lado pr\u00e1tico da vida, j\u00e1 que todos temos contas a pagar. Nos dias de hoje, o trabalho assume uma fun\u00e7\u00e3o importante de pertencimento e de identidade para as pessoas. Por isso que em muitos casos, quando elas perdem o emprego se sentem pouco produtivas e desorientadas frente ao novo contexto e precisam se adaptar<\/em>\u201d, explica o educador.<\/p>\n<p>A pesquisa ainda mostra que <strong>72% dos entrevistados<\/strong> sentem-se privados de consumir produtos que antes estavam acostumados, como roupas, determinados alimentos e atividades de lazer.<\/p>\n<p><strong>54% dos desempregados passaram a apresentar altera\u00e7\u00e3o no sono, 47% mudan\u00e7as no apetite e 57% sentem menos vontade de sair de casa<\/strong><\/p>\n<p>A soma de sensa\u00e7\u00f5es negativas em virtude do desemprego tamb\u00e9m cobra seu pre\u00e7o sobre a sa\u00fade f\u00edsica dos entrevistados. <strong>Mais da metade (54%) dos desempregados<\/strong> desenvolveram alguma altera\u00e7\u00e3o do sono, seja ins\u00f4nia ou uma vontade maior de dormir. Outras altera\u00e7\u00f5es emocionais comuns por causa da demiss\u00e3o foram o aumento ou perda de apetite (47%), enxaqueca frequente (45%) e altera\u00e7\u00e3o na press\u00e3o arterial (35%). O estudo ainda mostra que 16% dos desempregados passaram a descontar a ansiedade em algum v\u00edcio como cigarro, \u00e1lcool ou compuls\u00e3o alimentar.<\/p>\n<p>O relacionamento interpessoal tamb\u00e9m sofreu abalos para parte consider\u00e1vel dos desempregados. Em cada dez entrevistados que perderam o emprego, <strong>seis (57%) sentem-se com menos vontade de sair de casa<\/strong> e 21% reconhecem que t\u00eam se mantido mais recluso e afastado das pessoas. Em situa\u00e7\u00e3o mais extremas, <strong>11% dos desempregados passaram a cometer agress\u00f5es<\/strong> verbais contra amigos e familiares e 8% partiram at\u00e9 mesmo para agress\u00f5es f\u00edsicas.<\/p>\n<p>\u201c<em>O desequil\u00edbrio emocional pode agravar ainda mais a situa\u00e7\u00e3o de desemprego, prejudicando a capacidade da pessoa de refletir e de agir da forma mais racional. A sa\u00fade da pessoa pode se deteriorar, assim como a harmonia no ambiente familiar e entre amigos. Por isso \u00e9 importante, manter a calma e concentrar energias na busca por uma nova coloca\u00e7\u00e3o. Enquanto n\u00e3o chegam oportunidades vi\u00e1veis de trabalho, vale \u00e0 pena buscar qualificar-se ainda mais profissionalmente, a fim de aumentar as chances de empregabilidade<\/em>\u201d, orienta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.<\/p>\n<p><strong>Metodologia<\/strong><\/p>\n<p>Foram entrevistados pessoalmente 600 brasileiros desempregados acima de 18 anos, de ambos os g\u00eaneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro geral \u00e9 de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confian\u00e7a a 95%. Acesse a pesquisa na \u00edntegra e a metodologia em https:\/\/www.spcbrasil.org.br\/imprensa\/pesquisas<\/p>\n<p><em>Vin\u00edcius Bruno<\/em><br \/>\n<em>(11) 3251 2035 | (11) 9 7142 0742<\/em><br \/>\n<em>vinicius.bruno@spcbrasil.org.br<\/em><\/p>\n<p><em>Renan Miret<\/em><br \/>\n<em>(11) 3254 8810 | (11) 9 7215 6303<\/em><br \/>\n<em>renan.miret@inpresspni.com.br<\/em><\/p>\n<p><em>Viviane Marques<\/em><br \/>\n<em>(61) 3213-2017 | (61) 98121-5984<\/em><br \/>\n<em>viviane.marques@inpressoficina.com.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sentimentos como ansiedade, inseguran\u00e7a, estresse e angustia s\u00e3o comuns entre pessoas que ficaram desempregadas. Sono e apetite sofreram altera\u00e7\u00f5es para quase metade dos entrevistados. 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