{"id":23314,"date":"2018-02-21T07:49:52","date_gmt":"2018-02-21T10:49:52","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=23314"},"modified":"2018-02-21T07:49:52","modified_gmt":"2018-02-21T10:49:52","slug":"tres-em-cada-dez-usuarios-de-cartao-de-credito-nao-pagaram-valor-integral-da-fatura-em-dezembro-mostram-spc-brasil-e-cndl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/tres-em-cada-dez-usuarios-de-cartao-de-credito-nao-pagaram-valor-integral-da-fatura-em-dezembro-mostram-spc-brasil-e-cndl\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas em cada dez usu\u00e1rios de cart\u00e3o de cr\u00e9dito n\u00e3o pagaram valor integral da fatura em dezembro, mostram SPC Brasil e CNDL"},"content":{"rendered":"<h5 style=\"text-align: center;\"><em>44% dos usu\u00e1rios de cart\u00e3o notaram aumento da fatura ao fim de 2017, que em m\u00e9dia, chegou a R$ 966. Entre os que tentaram realizar compras parceladas, 21% tiveram cr\u00e9dito negado<\/em><\/h5>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cartao-credito.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-23315\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cartao-credito.jpg?resize=640%2C425\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cartao-credito.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cartao-credito.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cartao-credito.jpg?resize=250%2C166&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>O cart\u00e3o de cr\u00e9dito pode ser um aliado dos consumidores que n\u00e3o podem pagar por um bem \u00e0 vista, mas dependendo do seu uso, tamb\u00e9m pode pode provocar desequil\u00edbrios financeiros. Dados do <strong>Indicador de Uso do Cr\u00e9dito<\/strong> apurados pelo SPC Brasil (Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito) e pela CNDL (Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas) revelam que em cada dez usu\u00e1rios de cart\u00f5es de cr\u00e9dito, <strong>tr\u00eas (28%) n\u00e3o pagaram a fatura integral<\/strong> no \u00faltimo m\u00eas de dezembro, sendo que 15% entraram no cr\u00e9dito rotativo. Os entrevistados que pagaram a fatura cheia somam 68% da amostra e 3% n\u00e3o quiseram responder.<\/p>\n<p>Os juros cobrados pelos bancos quando o cliente n\u00e3o paga o valor integral da fatura do cart\u00e3o de cr\u00e9dito s\u00e3o altos e chegam a 335% ao ano, em m\u00e9dia, segundo dados oficiais do Banco Central.<\/p>\n<p>\u201c<em>As taxas do rotativo superam em mais de dez vezes as taxas m\u00e9dias de um cr\u00e9dito consignado. Pelas novas regras do cart\u00e3o, o consumidor pode ficar no m\u00e1ximo um m\u00eas no rotativo. Depois disso, o saldo \u00e9 parcelado a uma taxa de juros menor. Mesmo assim, os juros continuam altos, de modo que o consumidor n\u00e3o deve contar com o pagamento de um valor abaixo do integral. Ainda que seja poss\u00edvel, isso custa caro, inclusive com o parcelamento<\/em>\u201d, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.<\/p>\n<p><strong>46% dos brasileiros utilizaram alguma modalidade de cr\u00e9dito em dezembro. Indicador de Uso do Cr\u00e9dito salta de 23,7 pontos para 31,0 pontos na escala<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, no \u00faltimo m\u00eas de dezembro, 46% dos brasileiros recorreram a alguma modalidade de cr\u00e9dito, sendo que o cart\u00e3o de cr\u00e9dito foi o mais comum, com 37% de men\u00e7\u00f5es. Em seguida, aparecem o credi\u00e1rio ou carn\u00ea, com 17% de utiliza\u00e7\u00e3o, cheque especial (9%), empr\u00e9stimos (9%) e financiamentos (8%). Os que n\u00e3o se utilizaram de nenhuma modalidade somam 54% dos consumidores.<\/p>\n<p>Por conta do per\u00edodo de festas, que tradicionalmente aquece as vendas nos \u00faltimos meses do ano, o <strong>Indicador de Uso do Cr\u00e9dito alcan\u00e7ou o maior valor desde janeiro de 2017<\/strong>, in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Em dezembro, <strong>o \u00edndice ficou em 31,0 pontos<\/strong>, em uma escala que varia de zero a 100, sendo que quanto mais alto, mais elevado tamb\u00e9m \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o de modalidades de cr\u00e9dito. O resultado ficou bem acima do observado em novembro, quando o indicador marcou 23,7 pontos.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9dia da fatura do cart\u00e3o de cr\u00e9dito \u00e9 de R$ 966; compras no supermercado foram principal destino do \u2018dinheiro de pl\u00e1stico\u2019<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o levantamento do SPC Brasil, considerando os brasileiros que utilizaram cart\u00e3o de cr\u00e9dito em dezembro, <strong>44% notaram aumento do valor da fatura<\/strong>, enquanto 20% reduziram os gastos no cart\u00e3o e 29% veem estabilidade. <strong>Na m\u00e9dia, a fatura dos usu\u00e1rios chegou a R$ 966,32<\/strong>.<\/p>\n<p>A pesquisa ainda mostra que o uso do cart\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o se limita a compra de itens de alto valor, que geralmente precisam ser parcelados. As despesas correntes de todo m\u00eas tamb\u00e9m s\u00e3o feitas a cr\u00e9dito. <strong>As compras de supermercado foram o tipo de aquisi\u00e7\u00e3o mais realizada no cart\u00e3o<\/strong>, citadas por 56%. Em seguida, est\u00e3o as pe\u00e7as de vestu\u00e1rio e assess\u00f3rios (45%), rem\u00e9dios (39%) e combust\u00edvel (34%).<\/p>\n<p>O educador financeiro do portal \u2018Meu Bolso Feliz\u2019, Jos\u00e9 Vignoli, aconselha que, a cada pagamento no cart\u00e3o, o consumidor avalie o quanto a presta\u00e7\u00e3o comprometer\u00e1 a sua renda. \u201c<em>O cart\u00e3o \u00e9 um excelente instrumento de pagamento, pois ao contr\u00e1rio do credi\u00e1rio e do empr\u00e9stimo, ele s\u00f3 cobra juros em casos de n\u00e3o pagamento ou pagamento m\u00ednimo da fatura. Isso requer organiza\u00e7\u00e3o do consumidor para que ele tenha a garantia de que n\u00e3o haver\u00e1 atrasos ou uso do rotativo<\/em>\u201d, alerta Vignoli.<\/p>\n<p><strong>54% avaliam contrata\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimos e financiamentos como dif\u00edcil e 21% tiveram cr\u00e9dito negado em loja<\/strong><\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o do grau de dificuldade para conseguir aprova\u00e7\u00e3o em empr\u00e9stimos e financiamentos mostrou que <strong>54% dos consumidores dizem considerar dif\u00edcil<\/strong> ou muito dif\u00edcil a contrata\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, enquanto para 20% n\u00e3o \u00e9 nem f\u00e1cil nem dif\u00edcil, e para 10%, f\u00e1cil.<\/p>\n<p>Considerando apenas aqueles que tentaram fazer alguma compra parcelada, <strong>21% tiveram o cr\u00e9dito negado<\/strong>, sendo o motivo principal a insufici\u00eancia ou falta de comprova\u00e7\u00e3o da renda, citada por 9%. Al\u00e9m de inadimpl\u00eancia, que fez com que 5% desses entrevistados n\u00e3o conseguissem contratar financiamentos ou parcelar suas compras.<\/p>\n<p>Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o cen\u00e1rio de retomada lenta da recess\u00e3o acaba intensificando os cuidados das institui\u00e7\u00f5es financeiras no momento de conceder cr\u00e9dito, o que dificulta seu acesso pelo consumidor.<\/p>\n<p>A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, tamb\u00e9m avalia que cabe tamb\u00e9m aos consumidores analisar a real necessidade de se endividar. \u201c<em>Em muitos casos, o consumidor tem o cr\u00e9dito aprovado e faz escolhas com as quais, depois, n\u00e3o consegue arcar, comprometendo o or\u00e7amento por longo per\u00edodo de tempo. Ent\u00e3o, antes de tomar essa decis\u00e3o, \u00e9 preciso avaliar as condi\u00e7\u00f5es de prazo, juro. Cabe avaliar ainda se as parcelas n\u00e3o comprometer\u00e3o o pagamento de outras despesas e a reserva financeira, que tamb\u00e9m deve ser vista como um compromisso<\/em>\u201d, afirma.<\/p>\n<p><em><strong>*Informa\u00e7\u00f5es \u00e0 Imprensa<\/strong><\/em><br \/>\n<em>Vinicius Bruno<\/em><br \/>\n<em>(11) 3251 2035 | (11) 9 7142 0742<\/em><br \/>\n<em>vinicius.bruno@spcbrasil.org.br<\/em><\/p>\n<p><em>Renan Miret<\/em><br \/>\n<em>(11) 3254 8810 | (11) 9 7215 6303<\/em><br \/>\n<em>renan.miret@inpresspni.com.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>44% dos usu\u00e1rios de cart\u00e3o notaram aumento da fatura ao fim de 2017, que em m\u00e9dia, chegou a R$ 966. 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