{"id":23171,"date":"2018-02-12T21:43:58","date_gmt":"2018-02-13T00:43:58","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=23171"},"modified":"2018-02-12T21:43:58","modified_gmt":"2018-02-13T00:43:58","slug":"descobri-que-fui-traido-a-devo-me-vingar-ou-perdoar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/descobri-que-fui-traido-a-devo-me-vingar-ou-perdoar\/","title":{"rendered":"Descobri que fui tra\u00eddo (a). Devo me vingar ou perdoar?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/traicao001.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-23172\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/traicao001.jpg?resize=550%2C360\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/traicao001.jpg?w=550&amp;ssl=1 550w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/traicao001.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/traicao001.jpg?resize=250%2C164&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a>Ningu\u00e9m est\u00e1 livre de passar por uma trai\u00e7\u00e3o. Mas, quando ela acontece, somos invadidos por sentimentos de tristeza, incompreens\u00e3o, revolta e, muitas vezes, um desejo incontrol\u00e1vel de dar o troco, ou seja, de se vingar. Nesta situa\u00e7\u00e3o o que fazer? Como lidar e superar essa experiencia, que pode ser t\u00e3o devastadora?<\/p>\n<p>Viver situa\u00e7\u00f5es desta natureza pode acionar em muitos casos, pensamentos e a\u00e7\u00f5es que mal poder\u00edamos imaginar que existiam. A ideia de revidar ou de se vingar pelo sofrimento vivido, em alguns casos, pode aparecer como uma op\u00e7\u00e3o para muitos que vivem a experiencia da infidelidade.<\/p>\n<p>Um estudo feito pela Universidade de Zurique, na Su\u00ed\u00e7a, comprovou que punir quem nos fez algum mal realmente traz grande satisfa\u00e7\u00e3o. A pesquisa revelou que a vingan\u00e7a ativa \u00e1reas do c\u00e9rebro ligadas ao sistema de recompensa, levando \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de prazer. O mesmo sistema \u00e9 ativado por uma barra de chocolate, pelo sexo ou por drogas e \u00e1lcool, por exemplo. Portanto, a princ\u00edpio, dar o troco pode at\u00e9 parecer bom, mas n\u00e3o \u00e9!<\/p>\n<p><strong>Vingan\u00e7a na era digital<\/strong><\/p>\n<p>Vivemos um tempo em que a tecnologia faz parte das rela\u00e7\u00f5es humanas e tem sido utilizada tanto para o bem quanto para o mal. \u00c9 cada vez mais comum se deparar com v\u00eddeos e fotos de pessoas que foram tra\u00eddas e fazem quest\u00e3o de se vingar publicamente, expondo o outro e a si mesmo de forma destrutiva e muitas vezes irrevers\u00edvel nas m\u00eddias sociais. Existem at\u00e9 sites especializados em publicar este conte\u00fado. Mas, a pergunta que fica \u00e9: ser\u00e1 que se vingar, em um caso de uma trai\u00e7\u00e3o, \u00e9 a melhor maneira de superar essa dor e seguir em frente?<\/p>\n<p>Segundo a <strong>psic\u00f3loga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal e fam\u00edlia e cofundadora do Instituto do Casal<\/strong>, normalmente o desejo de vingan\u00e7a \u00e9 disparado por um impulso. \u201c<em>A raiva de ter sido tra\u00eddo (a) pode gerar este impulso de querer revidar. \u00c9 um momento delicado, em que h\u00e1 um turbilh\u00e3o de sentimentos e, na maioria dos casos, sentir essa vontade de se vingar faz parte do processo, por\u00e9m, executar o desejo da vingan\u00e7a n\u00e3o me parece a solu\u00e7\u00e3o mais adequada<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><strong>Vingan\u00e7a pode gerar vingan\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Um outro ponto que deve ser levado em considera\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do fato de que vingar-se pode n\u00e3o curar a dor de uma trai\u00e7\u00e3o, \u00e9 que uma vingan\u00e7a pode gerar outra, numa espiral sem fim. \u201c<em>Al\u00e9m disso, a ideia da vingan\u00e7a pode ir contra os pr\u00f3prios valores e, com isso, se realizada, podem surgir a frustra\u00e7\u00e3o e a culpa por ter se submetido a algo que n\u00e3o corresponde aquilo que se acredita. Como consequ\u00eancia, a pessoa pode desenvolver mecanismos de autopuni\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d, comenta Marina.<\/p>\n<p><strong>Vingan\u00e7a que vira crime<\/strong><br \/>\n\u201c<em>H\u00e1 pessoas que podem partir para agress\u00f5es de diferentes formas que s\u00e3o consideradas crimes, tendo como consequ\u00eancias puni\u00e7\u00f5es legais. \u00c9 preciso refletir muito sobre este assunto e parar de curtir e compartilhar situa\u00e7\u00f5es constrangedoras ou de viol\u00eancia, pois desta maneira s\u00f3 estaremos incitando o ciclo da viol\u00eancia, que muitas vezes refor\u00e7a os problemas e n\u00e3o os soluciona<\/em>&#8220;, comenta a <strong>psic\u00f3loga Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal e fam\u00edlia e cofundadora do Instituto do Casal<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Media\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Cada pessoa ter\u00e1 seu modo particular de lidar com uma trai\u00e7\u00e3o. \u201c<em>\u00c9 importante n\u00e3o deixar o sentimento de vingan\u00e7a tornar-se uma obsess\u00e3o, evoluir para um crime ou para algo que a pessoa possa se arrepender mais tarde. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso avaliar e entender os motivos que levaram o (a) parceiro (a) a cometer trai\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d, completa Denise.<\/p>\n<p>Por isso, Marina e Denise recomendam, sempre que poss\u00edvel, buscar ajuda de um terapeuta de casal, ou de algu\u00e9m de confian\u00e7a que possa fazer a media\u00e7\u00e3o deste conflito para achar uma solu\u00e7\u00e3o que seja boa para os dois.<\/p>\n<p>\u201c<em>Vale lembrar que o desejo de vingan\u00e7a \u00e9 algo passageiro, que surge com for\u00e7a no momento da descoberta da trai\u00e7\u00e3o e vai perdendo import\u00e2ncia no dia a dia, sobretudo quando o casal se disp\u00f5e a dialogar e a resolver o conflito. Nestes casos, a terapia de casal pode ajudar muito e at\u00e9 mesmo evitar que os planos de vingan\u00e7a se concretizem<\/em>\u201d, finalizam.<\/p>\n<p><em><strong>*Leda Sangiorgio<\/strong><\/em><br \/>\n<em>Assessoria de Imprensa<\/em><br \/>\n<em>(11) 98902-0053<\/em><br \/>\n<em>leda@agenciahealth.com.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ningu\u00e9m est\u00e1 livre de passar por uma trai\u00e7\u00e3o. Mas, quando ela acontece, somos invadidos por sentimentos de tristeza, incompreens\u00e3o, revolta e, muitas vezes, um desejo incontrol\u00e1vel de dar o troco, ou seja, de se vingar. Nesta situa\u00e7\u00e3o o que fazer? Como lidar e superar essa experiencia, que pode ser t\u00e3o devastadora? 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