{"id":22394,"date":"2018-01-04T09:53:51","date_gmt":"2018-01-04T12:53:51","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=22394"},"modified":"2018-01-04T09:53:51","modified_gmt":"2018-01-04T12:53:51","slug":"quatro-em-cada-dez-consumidores-chegaram-ao-final-de-2017-com-as-contas-no-vermelho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/quatro-em-cada-dez-consumidores-chegaram-ao-final-de-2017-com-as-contas-no-vermelho\/","title":{"rendered":"Quatro em cada dez consumidores chegaram ao final de 2017 com as contas no vermelho"},"content":{"rendered":"<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Apenas 13% chegaram a dezembro com sobra de recursos financeiros. 22% dos que tomaram empr\u00e9stimos ou financiamentos possuem parcelas em atraso. Indicador mostra que 47% notaram aumento na fatura do cart\u00e3o de cr\u00e9dito<\/span><\/h4>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/contas-atrasadas.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-15347\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/contas-atrasadas.jpg?resize=600%2C399\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"399\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/contas-atrasadas.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/contas-atrasadas.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/contas-atrasadas.jpg?resize=250%2C166&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a>De acordo com os dados do Indicador de Propens\u00e3o ao Consumo calculado pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), quatro em cada dez consumidores (38%) afirmaram estar no vermelho ao final de 2017, ou seja, sem conseguir pagar todas as contas; e 45% dizem estar no limite do or\u00e7amento. Apenas 13% est\u00e3o com sobra de recursos, o que mostra uma imensa maioria ainda em situa\u00e7\u00e3o de aperto.<\/p>\n<p>Com as contas no limite, quase a metade dos consumidores (48%) pretendem diminuir o nivel de gastos no pr\u00f3ximo m\u00eas. Entre esses, a principal raz\u00e3o \u00e9 o n\u00edvel elevado dos pre\u00e7os, citada por 24%, al\u00e9m do desemprego (18%), a busca constante por economizar (18%); e o endividamento e a situa\u00e7\u00e3o financeira dif\u00edcil (16%).<\/p>\n<p>Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a renda extra de final de ano pode ajudar a aliviar esse quadro, mas n\u00e3o se deve contar apenas com isso. \u201cO pagamento do 13\u00ba sal\u00e1rio pode aliviar a situa\u00e7\u00e3o do consumidor, mas vale lembrar que se trata de um aumento de renda tempor\u00e1rio. Uma vez restaurado o equil\u00edbrio do or\u00e7amento, o consumidor precisa manter o controle dos gastos, estabelecendo prioridades e fazendo ajustes quando necess\u00e1rio. \u00c9 uma tarefa constante, que exige disciplina, mas que faz diferen\u00e7a no bem-estar financeiro do consumidor\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Excluindo os itens de supermercado, os produtos que os consumidores planejam adquirir ao longo de janeiro s\u00e3o em sua maioria roupas, cal\u00e7ados e acess\u00f3rios (27%), rem\u00e9dios (17%), recarga para celular (13%), perfumes e cosm\u00e9ticos (10%), m\u00f3veis (8%), entre outros.<\/p>\n<p><strong>Cart\u00e3o de cr\u00e9dito: 47% admitem aumento do valor da fatura. M\u00e9dia dos gastos foi de R$ 1.035<\/strong><\/p>\n<p>Em novembro, o Indicador de Uso do Cr\u00e9dito, que mensura a utiliza\u00e7\u00e3o das principais modalidades e mapeia os gastos e itens mais comprados via cr\u00e9dito pelo consumidor brasileiro, marcou 23,7 pontos. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais pr\u00f3ximo de 100, maior o n\u00famero de usu\u00e1rios e de frequ\u00eancia do uso das modalidades.<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, seis em cada dez (63%) consumidores brasileiros n\u00e3o utilizaram nenhuma modalidade de cr\u00e9dito em novembro, como empr\u00e9stimos, linhas de financiamento, credi\u00e1rios e cart\u00f5es de cr\u00e9dito. O restante (37%), por\u00e9m, mencionou ao menos uma modalidade a qual tenham recorrido no per\u00edodo. Os cart\u00f5es de cr\u00e9dito (31%), credi\u00e1rio (10%) e o cheque especial (5%) foram as modalidades mais usadas. H\u00e1 ainda, 3% de consumidores que recorreram \u00e0 empr\u00e9stimos e 3% a financiamentos.<\/p>\n<p>Quase metade dos (47%) usu\u00e1rios de cart\u00e3o de cr\u00e9dito aumentaram o valor da fatura no \u00faltimo m\u00eas de novembro. Para 30%, o valor se manteve est\u00e1vel frente aos meses anteriores, enquanto somente 19% notaram uma diminui\u00e7\u00e3o no total a ser pago na fatura. Considerando os entrevistados que se lembram do valor do \u00faltimo m\u00eas, a m\u00e9dia dos gastos foi de R$ 1.034,75. Os itens de primeira necessidade como alimentos em supermercados (66%) e rem\u00e9dios (51%) foram os mais adquiridos por meio do cart\u00e3o de cr\u00e9dito. Gastos com combust\u00edvel (36%), bares e restaurantes (33%), roupas e cal\u00e7ados (31%) e recarga para celular (15%) ocupam as demais posi\u00e7\u00f5es do ranking.<\/p>\n<p><strong>22% dos que tomaram empr\u00e9stimos ou financiamentos possuem parcelas em atraso<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, quase a metade (47%) dos brasileiros consultados considera que atualmente est\u00e1 dif\u00edcil conseguir empr\u00e9stimo ou financiamento no mercado. Apenas 11% consideram a contrata\u00e7\u00e3o f\u00e1cil.<\/p>\n<p>Ao tentar fazer uma compra parcelada em estabelecimentos comerciais, 27% dos consumidores tiveram o cr\u00e9dito negado em novembro, sendo que 10% estavam com o CPF negativado e 8% a falta de comprova\u00e7\u00e3o de renda ou n\u00e3o tinham renda suficiente para adquirir o bem pretendido. A sondagem mostra ainda que, considerando os consumidores que possuem empr\u00e9stimos e financiamentos atualmente, 27% admitem ter havido atrasos ao longo do contrato e 22% disseram estar, no momento, com parcelas pendentes de pagamento, o que totaliza aproximadamente 49% de consumidores com dificuldades para honrar esses tipos de compromissos.<\/p>\n<p>\u201cAo tomar um empr\u00e9stimo, o consumidor n\u00e3o deve aceitar a proposta de olhos fechados. \u00c9 preciso analisar o quanto pagar\u00e1 de juros e ver se o valor das parcelas n\u00e3o comprometer\u00e1 a renda e o pagamento de outros compromissos. Caso contr\u00e1rio, o consumidor s\u00f3 estar\u00e1 adiando um problema\u201d, analisa a economista.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.spcbrasil.org.br\/imprensa\/indices-economicos?utm_campaign=Imprensa&amp;utm_content=SPC+Brasil+%281%29&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=EmailMarketing&amp;utm_term=Quatro+em+cada+dez+consumidores+chegaram+ao+final+de+2017+com+as+contas+no+vermelho\"><span style=\"color: #0000ff;\"><em><strong>Baixe a \u00edntegra do indicador aqui<\/strong><\/em><\/span><\/a><\/p>\n<p><em><strong>*Vin\u00edcius Bruno<\/strong><\/em><br \/>\n<em>(11) 3251 2035 | (11) 9 7142 0742<\/em><br \/>\n<em>vinicius.bruno@spcbrasil.org.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apenas 13% chegaram a dezembro com sobra de recursos financeiros. 22% dos que tomaram empr\u00e9stimos ou financiamentos possuem parcelas em atraso. 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