{"id":21180,"date":"2017-11-03T11:44:08","date_gmt":"2017-11-03T14:44:08","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=21180"},"modified":"2017-11-03T11:44:08","modified_gmt":"2017-11-03T14:44:08","slug":"69-dos-inadimplentes-sofrem-de-ansiedade-por-nao-conseguir-pagar-dividas-aponta-pesquisa-do-spc-brasil-e-cndl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/69-dos-inadimplentes-sofrem-de-ansiedade-por-nao-conseguir-pagar-dividas-aponta-pesquisa-do-spc-brasil-e-cndl\/","title":{"rendered":"69% dos inadimplentes sofrem de ansiedade por n\u00e3o conseguir pagar d\u00edvidas, aponta pesquisa do SPC Brasil e CNDL"},"content":{"rendered":"<h5 style=\"text-align: center;\"><em>Alto n\u00edvel de preocupa\u00e7\u00e3o com d\u00edvidas cresce de 42% para 56% em um ano. Ap\u00f3s contra\u00edrem d\u00edvidas, 25% passaram a ficar mais desatentos no ambiente de trabalho e 21% desenvolveram algum v\u00edcio, como cigarro, comida ou \u00e1lcool<\/em><\/h5>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/INADIMPLENCIA.png\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21181\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/INADIMPLENCIA.png?resize=550%2C367\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"367\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/INADIMPLENCIA.png?w=550&amp;ssl=1 550w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/INADIMPLENCIA.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/INADIMPLENCIA.png?resize=250%2C167&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a>N\u00e3o \u00e9 apenas a vida financeira que sai prejudicada quando algu\u00e9m contrai uma d\u00edvida e n\u00e3o consegue pag\u00e1-la. A sa\u00fade do corpo e da mente tamb\u00e9m fica comprometida, potencializando uma s\u00e9rie de problemas que se acumulam e afetam todas as esferas da vida de uma pessoa.<\/p>\n<p>Um levantamento nacional realizado pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que o n\u00famero de consumidores inadimplentes que passaram a se sentir mais ansiosos ap\u00f3s contra\u00edrem a d\u00edvida cresceu nove pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, passando de 60% para 69% e, assumiu a lideran\u00e7a no ranking de sentimentos que a m\u00e1 situa\u00e7\u00e3o financeira mais desperta.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia aparecem os sentimentos de inseguran\u00e7a (65%), estresse (64%, alta de 6 p.p em rela\u00e7\u00e3o a 2016), ang\u00fastia (61%), des\u00e2nimo (58%), sentimento de culpa (57%) e baixa autoestima (56%). A pesquisa ainda revela que mais da metade dos inadimplentes (51%) sente-se envergonhada perante a fam\u00edlia e amigos por se encontrarem nessa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O educador financeiro do SPC Brasil, Jos\u00e9 Vignoli, orienta que o consumidor com d\u00edvidas em atraso deve tirar o foco da d\u00edvida em si e se concentrar no atingimento das metas tra\u00e7adas para vencer o desafio de sair da inadimpl\u00eancia. <em>\u201cA postura emocional do devedor revela muito sobre como ele vai lidar com a reorganiza\u00e7\u00e3o das finan\u00e7as. Quem se desespera no momento de dificuldade, multiplica os seus problemas. Um consumidor desorientado, ansioso e sem motiva\u00e7\u00e3o dificilmente vai ter energia para tra\u00e7ar uma sa\u00edda. Os primeiros passos nessas horas s\u00e3o manter a calma, buscar racionalidade e contar com a compreens\u00e3o da fam\u00edlia. Ou at\u00e9 mesmo recorrer a um profissional especializado\u201d<\/em>, orienta Vignoli.<\/p>\n<p><strong>D\u00edvidas deixam 52% dos inadimplentes mais facilmente irritados e 46% passaram a ter menos vontade de se sociabilizar depois das contas atrasadas<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa constata que em muitos casos a inadimpl\u00eancia altera negativamente o estado emocional dos consumidores, atingindo at\u00e9 mesmo a vida profissional e social dos entrevistados. Um quarto dos inadimplentes consultados (25%) admite que ficou mais desatento e menos produtivo no ambiente de trabalho ap\u00f3s a situa\u00e7\u00e3o de inadimpl\u00eancia, percentual que cresceu 9 p.p em rela\u00e7\u00e3o a 2016. Outro dado nesse sentido \u00e9 que 21% n\u00e3o conseguem controlar a paci\u00eancia e acabam se irritando com facilidade ao lidarem com colegas no servi\u00e7o.<\/p>\n<p>O v\u00edcio tamb\u00e9m \u00e9 uma das consequ\u00eancias desencadeadas por causa das d\u00edvidas em atraso. Dois em cada dez (21%) entrevistados disseram que passaram a descontar a ansiedade em v\u00edcios, como cigarro, comida ou \u00e1lcool. Tamb\u00e9m foi identificado um aumento nas atitudes agressivas dos inadimplentes: 18% confessaram que andam mais irritados, chegando ao ponto de agredir verbalmente pessoas pr\u00f3ximas da fam\u00edlia e amigos e 14% j\u00e1 partiram at\u00e9 mesmo para as agress\u00f5es f\u00edsicas. No ano passado, os percentuais dessas op\u00e7\u00f5es eram de 13% e 8%, respectivamente.<\/p>\n<p>O humor de boa parte dos entrevistados \u00e9 impactado pelo endividamento, causando abalos na vida social. Os principais efeitos incluem ficar facilmente irritado (52%) ou mal-humorado (49%), al\u00e9m de ter menos vontade de sair e socializar com outras pessoas (45%). A pesquisa tamb\u00e9m detectou que alguns devedores acabam apresentando comportamentos opostos.<\/p>\n<p>Enquanto alguns inadimplentes sofrem de ins\u00f4nia (44%) e descontam a ansiedade comendo mais (34%), outros acabam desenvolvendo atitudes contr\u00e1rias, como perda de apetite (35%) e vontade fora do normal de dormir (36%), comprovando que as d\u00edvidas em atraso muitas vezes trazem preju\u00edzos para o corpo e para a mente de quem est\u00e1 devendo.<\/p>\n<p><strong>56% demonstram alto grau de preocupa\u00e7\u00e3o por estarem devendo. Mais de um ter\u00e7o temem n\u00e3o conseguir pagar d\u00edvidas<\/strong><\/p>\n<p>Embora 47% dos inadimplentes tenham procurado alguma atividade que os fa\u00e7am esquecer os problemas gerados por suas d\u00edvidas, aumentou o percentual de entrevistados que est\u00e3o mais preocupados por se encontrarem com as finan\u00e7as em dificuldade. No ano passado, os inadimplentes com alto n\u00edvel de preocupa\u00e7\u00e3o eram 42% e, neste ano eles somam 56% da amostra. Os que possuem n\u00edvel m\u00e9dio de preocupa\u00e7\u00e3o representam 25% dos entrevistados, ao passo que os que possuem preocupa\u00e7\u00e3o baixa ou muito baixa \u00e9 de 12%. Os que n\u00e3o demonstram qualquer preocupa\u00e7\u00e3o s\u00e3o 6% da amostra.<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, o maior temor dos inadimplentes com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pend\u00eancias atrasadas \u00e9 n\u00e3o conseguir pagar as d\u00edvidas (36%), ser considerado desonesto pelas demais pessoas (11%), n\u00e3o conseguir parcelas suas compras (9%), n\u00e3o arrumar um emprego (9%) e n\u00e3o poder mais fazer empr\u00e9stimos (7%). H\u00e1 ainda 5% de entrevistados que temem ter de vender algum bem para cobrir a d\u00edvida contra\u00edda.<\/p>\n<p><em><strong>*Vinicius Bruno<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(11) 3251 2035 | 9 7142 0742<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>vinicius.bruno@spcbrasil.org.br<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>*Renan Miret<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(11) 3254 8810 | (11) 9 7215 6303<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>renan.miret@inpresspni.com.br<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>*Cinara Lopes<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(61) 3213 2006 | (61) 9 8154 9557<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>cinara.lopes@inpresspni.com.br<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alto n\u00edvel de preocupa\u00e7\u00e3o com d\u00edvidas cresce de 42% para 56% em um ano. 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