{"id":20018,"date":"2017-09-05T08:01:23","date_gmt":"2017-09-05T11:01:23","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=20018"},"modified":"2017-09-05T08:01:23","modified_gmt":"2017-09-05T11:01:23","slug":"saude-hernia-de-disco-e-uma-das-principais-causas-de-dor-nas-costas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/saude-hernia-de-disco-e-uma-das-principais-causas-de-dor-nas-costas\/","title":{"rendered":"SA\u00daDE: H\u00e9rnia de disco \u00e9 uma das principais causas de dor nas costas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS), cerca de 70 a 85% da popula\u00e7\u00e3o tem ou ter\u00e1 um epis\u00f3dio de dor nas costas no decorrer da vida<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/hernia-disco-1.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-20020 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/hernia-disco-1.jpg?resize=593%2C357\" alt=\"\" width=\"593\" height=\"357\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/hernia-disco-1.jpg?w=593&amp;ssl=1 593w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/hernia-disco-1.jpg?resize=300%2C181&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/hernia-disco-1.jpg?resize=250%2C151&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 593px) 100vw, 593px\" \/><\/a>Uma das principais causas de quadros dolorosos relacionados \u00e0 coluna \u00e9 a h\u00e9rnia de disco. Estima-se que a h\u00e9rnia discal lombar afeta de 2 a 3% da popula\u00e7\u00e3o. A preval\u00eancia \u00e9 de 4,8% em homens e 2,5% em mulheres.<\/p>\n<p>Segundo o <strong>Dr. Iuri Weinmann, Neurocirurgi\u00e3o e Especialista em Cirurgia da Coluna<\/strong>, as h\u00e9rnias de disco lombar e cervical costumam aparecer entre os 40 e 50 anos, havendo outros picos de incid\u00eancia entre 25 e 35 anos e, menos frequentemente, entre 50 e 60 anos. Em 76% dos casos, a pessoa tem um antecedente de dor lombar at\u00e9 uma d\u00e9cada antes.<\/p>\n<p><strong>Fatores de Risco<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cHoje, h\u00e1 fortes ind\u00edcios de que a gen\u00e9tica tem mais influ\u00eancia no desenvolvimento da h\u00e9rnia de disco do que os fatores ambientais. Por\u00e9m, h\u00e1bitos como carregar muito peso (principalmente exercendo esfor\u00e7o intenso de forma s\u00fabita), sedentarismo, excesso de atividades que demandem muito da coluna, m\u00e1 postura, tabagismo e processo natural de envelhecimento s\u00e3o importantes fatores de risco\u201d<\/em>, explica Dr. Iuri.<\/p>\n<p><strong>Onde tudo come\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cNa coluna se encontram os discos intervertebrais, estruturas que ficam entre as v\u00e9rtebras cuja principal fun\u00e7\u00e3o \u00e9 amortecer o impacto de um osso no outro. Quando h\u00e1 desgaste desses discos eles podem romper-se e pressionar os nervos mais pr\u00f3ximos, levando \u00e0 dor. A h\u00e9rnia de disco pode atingir a regi\u00e3o cervical ou a regi\u00e3o lombar, sendo esta \u00faltima a mais comum\u201d<\/em>, explica o especialista.<\/p>\n<p><em>\u201cTipicamente, a h\u00e9rnia de disco lombar come\u00e7a como uma lombalgia, uma simples dor nas costas. Mas, em geral, essa dor evolui para uma lombociatalgia, que ocorre quando a dor lombar est\u00e1 associada \u00e0 irradia\u00e7\u00e3o para os membros inferiores (pernas e p\u00e9s) devido \u00e0 compress\u00e3o da raiz do nervo, como a do ci\u00e1tico\u201d<\/em>, afirma Dr. Iuri.<\/p>\n<p>A h\u00e9rnia de disco cervical come\u00e7a com uma dor no pesco\u00e7o que irradia para os ombros ou bra\u00e7os, causando fraqueza muscular e formigamento quando h\u00e1 compress\u00e3o da raiz nervosa. <em>\u201c\u00c9 importante entender que nem toda h\u00e9rnia de disco vai causar dor. A hernia\u00e7\u00e3o, degenera\u00e7\u00e3o do disco e a estenose (compress\u00e3o) do canal espinal n\u00e3o s\u00e3o respons\u00e1veis individualmente pela dor. \u00c9 preciso levar em conta a compress\u00e3o mec\u00e2nica e as mudan\u00e7as inflamat\u00f3rias que ocorrem no disco e na raiz nervosa\u201d<\/em>, explica o neurocirurgi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Cirurgia minimamente invasiva<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o diagn\u00f3stico da h\u00e9rnia de disco, o m\u00e9dico ir\u00e1 realizar o tratamento conservador, que pode incluir repouso, medicamentos anti-inflamat\u00f3rios, analg\u00e9sicos, acupuntura, fisioterapia e fortalecimento muscular. Na maioria dos casos, a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 boa. Por\u00e9m, cerca de 5 a 10% dos pacientes v\u00e3o precisar de cirurgia para tratar a h\u00e9rnia de disco, especialmente se for grande e estiver comprimindo os nervos.<\/p>\n<p><em>\u201cH\u00e1 v\u00e1rios tipos de cirurgias que podem ser feitas. Entre elas a microcirurgia e discectomia tradicional, empregando a microt\u00e9cnica microcir\u00fargica; a microsdiscectomia tubular, com ou sem aux\u00edlio endosc\u00f3pico, e a microdiscectomia totalmente endosc\u00f3pica. Contudo, buscamos cada vez mais realizar procedimentos minimamente invasivos devido aos seus comprovados benef\u00edcios, como recupera\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida, menor risco de infec\u00e7\u00f5es e menor tempo de interna\u00e7\u00e3o hospitalar\u201d<\/em>, diz Dr. Iuri.<\/p>\n<p>Segundo o neurocirurgi\u00e3o, as t\u00e9cnicas cir\u00fargicas que re\u00fanem estas vantagens s\u00e3o as duas \u00faltimas (microsdiscectomia tubular com ou sem aux\u00edlio endosc\u00f3pico e a microdiscectomia totalmente endosc\u00f3pica). <em>\u201cCada t\u00e9cnica conta com sua melhor aplicabilidade em diferentes situa\u00e7\u00f5es. Estes procedimentos permitem ao cirurgi\u00e3o visualizar o local exato da les\u00e3o com grande aumento gra\u00e7as aos monitores de alta defini\u00e7\u00e3o e exatid\u00e3o\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>As vantagens desse procedimento quando comparadas aos da cirurgia cl\u00e1ssica de h\u00e9rnia de disco s\u00e3o in\u00fameras. <em>\u201c\u00c9 usada anestesia local com seda\u00e7\u00e3o em vez de anestesia geral. Isso permite, por exemplo, operar pacientes que n\u00e3o poderiam se submeter a uma seda\u00e7\u00e3o geral. O corte na pele \u00e9 menor, o sangramento \u00e9 m\u00ednimo, h\u00e1 menos dor no p\u00f3s-operat\u00f3rio e a recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 mais r\u00e1pida. Todos os benef\u00edcios desse tipo de cirurgia s\u00e3o importantes para que o paciente retorne \u00e0s atividades cotidianas, especialmente ao trabalho\u201d<\/em>, finaliza o m\u00e9dico.<\/p>\n<p><strong><em>*Para mais informa\u00e7\u00f5es, contatar:<\/em><\/strong><br \/>\n<strong><em>Leda Sangiorgio<\/em><\/strong><br \/>\n<em>Assessoria de Imprensa<\/em><br \/>\n<em>(11) 98902-0053<\/em><br \/>\n<em>leda@agenciahealth.com.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS), cerca de 70 a 85% da popula\u00e7\u00e3o tem ou ter\u00e1 um epis\u00f3dio de dor nas costas no decorrer da vida Uma das principais causas de quadros dolorosos relacionados \u00e0 coluna \u00e9 a h\u00e9rnia de disco. 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