{"id":19772,"date":"2017-08-25T18:00:13","date_gmt":"2017-08-25T21:00:13","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=19772"},"modified":"2017-08-25T18:00:13","modified_gmt":"2017-08-25T21:00:13","slug":"rebeldia-sem-causa-pode-ser-sinal-de-alerta-para-transtorno-desafiante-opositor-tdo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/rebeldia-sem-causa-pode-ser-sinal-de-alerta-para-transtorno-desafiante-opositor-tdo\/","title":{"rendered":"Rebeldia sem causa pode ser sinal de alerta para Transtorno Desafiante Opositor (TDO)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em>Transtorno pode atingir at\u00e9 16% de crian\u00e7as e adolescentes. Pico dos sintomas acontece entre 8 e 11 anos<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/TOD.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-19773\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/TOD.jpg?resize=500%2C333\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/TOD.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/TOD.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/TOD.jpg?resize=250%2C167&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a>Quando o assunto \u00e9 desenvolvimento infantil, muitos pais podem ter d\u00favidas sobre o que est\u00e1 dentro da normalidade ou n\u00e3o. Por natureza, as crian\u00e7as costumam ser espont\u00e2neas e questionadoras, principalmente depois dos tr\u00eas anos de idade. Birras e alguns maus comportamentos fazem parte da inf\u00e2ncia e da adolesc\u00eancia. Por\u00e9m, quando essas atitudes s\u00e3o constantes e interferem na vida escolar, familiar e nos relacionamentos, \u00e9 preciso prestar aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa rebeldia, aparentemente sem causa, pode indicar uma condi\u00e7\u00e3o conhecida como Transtorno Desafiante Opositor (TDO). Segundo a <strong>Dr\u00aa Karina Weinmann, neuropediatra e cofundadora da NeuroKinder<\/strong>, o TDO \u00e9 classificado como um transtorno disruptivo que se caracteriza por um padr\u00e3o de humor irrit\u00e1vel, comportamento argumentativo\/desafiador e vingativo. A preval\u00eancia global \u00e9 estimada entre 5 e 16% de crian\u00e7as e adolescentes at\u00e9 18 anos.<\/p>\n<p><em>\u201cS\u00e3o aquelas crian\u00e7as ou adolescentes que discutem de forma excessiva com os adultos, n\u00e3o assumem a responsabilidade pelo mau comportamento, incomodam as outras pessoas, t\u00eam dificuldade em aceitar regras e autoridade, perdem o controle emocional se suas vontades n\u00e3o forem cumpridas e tem um comportamento vingativo\u201d<\/em>, diz a m\u00e9dica.<\/p>\n<p><strong>Birras e teimosia s\u00e3o sinais de alerta<\/strong><\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico \u00e9 um desafio e precisa ser muito criterioso. <em>\u201cA frequ\u00eancia dos sintomas \u00e9 muito importante, j\u00e1 que muitos comportamentos do TDO s\u00e3o comuns no desenvolvimento infantil. Para as crian\u00e7as com menos de cinco anos de idade, os comportamentos devem acontecer na maioria dos dias, por um per\u00edodo de pelo menos seis meses, com exce\u00e7\u00e3o do comportamento vingativo. Para os maiores de cinco anos, os comportamentos devem estar presentes pelo menos uma vez por semana, por pelo menos seis meses, tamb\u00e9m com exce\u00e7\u00e3o do comportamento vingativo\u201d<\/em>, explica Dr\u00aa Karina.<\/p>\n<p>Em geral, o TDO costuma se manifestar a partir dos tr\u00eas anos, com surtos de teimosia. As birras entre quatro e cinco anos s\u00e3o frequentes, assim como questionamentos a partir dos seis anos. Por\u00e9m, o pico dos comportamentos t\u00edpicos do TDO acontece entre os oito e onze anos de idade.<\/p>\n<p><strong>Grupo de Risco<\/strong><\/p>\n<p>O TDO \u00e9 um transtorno que se desenvolve devido a v\u00e1rios fatores. Estudos mostram que conflitos familiares, neglig\u00eancia, abandono, transtorno psiqui\u00e1trico dos pais e presen\u00e7a de depend\u00eancia qu\u00edmica na fam\u00edlia s\u00e3o importantes fatores de risco. <em>\u201cOutra informa\u00e7\u00e3o relevante \u00e9 que o TDO, em 50% dos casos, est\u00e1 associado ao Transtorno de D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o e Hiperatividade (TDAH). Al\u00e9m disso, aumenta o risco de desenvolver problemas psiqui\u00e1tricos futuramente se n\u00e3o tratado precocemente\u201d<\/em>, diz Dr\u00aa Karina.<\/p>\n<p>Em geral, o melhor tratamento para o TDO \u00e9 o treinamento de manejo parental dirigido aos pais ou cuidadores da crian\u00e7a. O objetivo \u00e9 entender como a aprendizagem social ocorre, al\u00e9m de desenvolver uma rela\u00e7\u00e3o amorosa com a crian\u00e7a por meio de intera\u00e7\u00f5es e brincadeiras.<\/p>\n<p><em>\u201c\u00c9 muito importante dar a crian\u00e7a um ambiente familiar seguro e estruturado e estabelecer regras que quando cumpridas devem ser refor\u00e7adas positivamente. Os pais tamb\u00e9m precisam aprender a gerenciar os comportamentos agressivos, entender o humor e outras caracter\u00edsticas do TDO. A maioria das crian\u00e7as, cerca de 65%, ap\u00f3s tr\u00eas anos de tratamento, consegue sair do diagn\u00f3stico. Entretanto, 30% dos casos progridem para um transtorno de conduta. Por isso, quanto antes for feito o diagn\u00f3stico e iniciar a terapia, mais efetivos ser\u00e3o os resultados\u201d<\/em>, comenta Dr\u00aa Karina.<\/p>\n<p>Como uma \u00faltima dica para os pais de crian\u00e7as que j\u00e1 tem o diagn\u00f3stico, Dr\u00aa Karina recomenda diminuir o uso do \u201cn\u00e3o\u201d. <em>\u201cO c\u00e9rebro humano desconhece esta palavra. Quando usamos em senten\u00e7as, como por exemplo, &#8216;n\u00e3o se esque\u00e7a de fazer a li\u00e7\u00e3o de casa&#8217;, a crian\u00e7a ir\u00e1 entender como &#8216;esque\u00e7a de fazer a li\u00e7\u00e3o de casa&#8217;. Portanto, precisamos mudar o modo de falar e usar mais palavras positivas, como \u201clembre-se de fazer a li\u00e7\u00e3o de casa\u201d<\/em>, conclui a neuropediatra.<\/p>\n<p><strong><em>*Para mais informa\u00e7\u00f5es, contatar:<\/em><\/strong><br \/>\n<strong><em>Leda Sangiorgio<\/em><\/strong><br \/>\n<em>Assessoria de Imprensa<\/em><br \/>\n<em>(11) 98902-0053<\/em><br \/>\n<em>leda@agenciahealth.com.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Transtorno pode atingir at\u00e9 16% de crian\u00e7as e adolescentes. Pico dos sintomas acontece entre 8 e 11 anos Quando o assunto \u00e9 desenvolvimento infantil, muitos pais podem ter d\u00favidas sobre o que est\u00e1 dentro da normalidade ou n\u00e3o. Por natureza, as crian\u00e7as costumam ser espont\u00e2neas e questionadoras, principalmente depois dos tr\u00eas anos de idade. 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