{"id":18455,"date":"2017-06-29T10:01:54","date_gmt":"2017-06-29T13:01:54","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=18455"},"modified":"2017-06-29T10:01:54","modified_gmt":"2017-06-29T13:01:54","slug":"medo-de-ficar-viuvo-e-o-segundo-maior-medo-do-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/medo-de-ficar-viuvo-e-o-segundo-maior-medo-do-brasileiro\/","title":{"rendered":"Medo de ficar vi\u00favo \u00e9 o segundo maior medo do brasileiro"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Segundo pesquisa do Instituto do Casal, o medo de ficar vi\u00favo (a) \u00e9 o segundo maior medo dos casais brasileiros<\/strong><\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/viuvez.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18456\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/viuvez.jpg?resize=455%2C300\" alt=\"\" width=\"455\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/viuvez.jpg?w=455&amp;ssl=1 455w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/viuvez.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/viuvez.jpg?resize=250%2C165&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 455px) 100vw, 455px\" \/><\/a>A morte \u00e9 um assunto do qual ningu\u00e9m gosta de falar, mas \u00e9 um fato inevit\u00e1vel do ciclo vital e tamb\u00e9m dentro de um relacionamento afetivo. A viuvez \u00e9 t\u00e3o assustadora que na pesquisa feita ano passado pelo Instituto do Casal, ocupou o segundo lugar no ranking dos principais medos das pessoas que s\u00e3o casadas ou t\u00eam um relacionamento est\u00e1vel.<\/p>\n<p>Perder o (a) parceiro (a) faz parte da hist\u00f3ria de quem vive um relacionamento est\u00e1vel ou \u00e9 casado. Por\u00e9m, a viuvez \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o planejada que leva a v\u00e1rios desdobramentos e mudan\u00e7as. Uma das mais importantes \u00e9 a perda do suporte afetivo e quebra da unidade, que j\u00e1 n\u00e3o existe mais.<\/p>\n<p>Segundo Denise Miranda de Figueiredo, psic\u00f3loga, terapeuta de casal e cofundadora do Instituto do Casal, a viuvez pode representar, para muitas pessoas, a perda de um grande amor, de um bom amigo, do suporte financeiro, de um pai ou de uma m\u00e3e, de um confidente, enfim, da pessoa que foi escolhida para compartilhar a vida.<\/p>\n<p>\u201c<em>Isso leva ao sofrimento, ao luto e a emo\u00e7\u00f5es ligadas ao distanciamento e \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de separa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, ficar vi\u00favo (a) representa, de certa forma, perder parte de si mesmo, da\u00ed os sentimentos de solid\u00e3o e vazio, que s\u00e3o comuns em quem passa por isso. Mas, \u00e9 justamente esse processo de lidar com a perda que d\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de ser capaz de recome\u00e7ar ou de continuar a viver<\/em>\u201d, comenta a psic\u00f3loga.<\/p>\n<p><strong>Viuvez precoce x tardia<\/strong><\/p>\n<p>Um ponto que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a diferen\u00e7a na viv\u00eancia de uma viuvez precoce, ainda na juventude, e uma viuvez mais tardia. Ambas s\u00e3o experi\u00eancias dif\u00edceis, mas cada uma tem suas particularidades. Para Marina Simas de Lima, psic\u00f3loga, terapeuta de casal e cofundadora do Instituto do Casal, a viuvez que atinge pessoas mais novas, com filhos ainda pequenos, pode ser muito desafiadora.<\/p>\n<p>\u201c<em>Quem fica vai precisar lidar com v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es ao mesmo tempo: a perda do (a) parceiro (a), a cria\u00e7\u00e3o dos filhos, o sustento da casa, a vida profissional e a pr\u00f3pria sa\u00fade f\u00edsica e mental para lidar com tudo isso. Por outro lado, quem fica vi\u00favo mais tarde tem mais tempo para se recuperar, mas pode se sentir muito mais sozinho e fragilizado, j\u00e1 que em muitos casos os filhos j\u00e1 sa\u00edram de casa e vivem suas pr\u00f3prias vidas<\/em>\u201d, explica Marina.<\/p>\n<p>Em uma idade mais avan\u00e7ada nem sempre \u00e9 f\u00e1cil investir em um novo relacionamento, por exemplo. Com isso, o isolamento social \u00e9 mais comum e acarreta em uma piora do estado de sa\u00fade em pessoas que envi\u00favam mais tarde.<\/p>\n<p><strong>Viver o luto \u00e9 fundamental<\/strong><\/p>\n<p>Independente da idade em que se ficou vi\u00favo (a), o luto precisa ser vivenciado para ressignificar a vida. Viver o luto \u00e9 importante para reconstruir a vida sem o (a) parceiro (a). N\u00e3o h\u00e1 um per\u00edodo pr\u00e9-definido. Cada pessoa ter\u00e1 seu pr\u00f3prio tempo para gerenciar suas emo\u00e7\u00f5es e aceitar a perda. \u00c9 um tempo para se reorganizar e se reestruturar, para chorar, para ficar triste, para recordar e para dar um novo significado a essa nova fase da vida.<\/p>\n<p><strong>Seguindo em frente<\/strong><\/p>\n<p>\u201c<em>Gosto muito de pensar que perdemos coisas e n\u00e3o pessoas. As pessoas partem, mas as mem\u00f3rias ficam. A morte faz parte da vida, \u00e9 inevit\u00e1vel. A viuvez \u00e9 um convite a repensarmos nossas escolhas, para criarmos novas realidades e testarmos nossa capacidade de resili\u00eancia. As lembran\u00e7as devem sim permanecer de forma saud\u00e1vel para honrar a pessoa que se foi, mas quem fica precisa continuar. N\u00e3o \u00e9 um processo f\u00e1cil, por isso a psicoterapia \u00e9 muito importante para ajudar a superar esse tipo de acontecimento<\/em>\u201d, diz Denise.<\/p>\n<p>\u201c<em>A verdade \u00e9 que ningu\u00e9m est\u00e1 preparado para a morte e em geral o assunto ainda \u00e9 um tabu. Cada um vai lidar de uma maneira particular com a viuvez. O importante \u00e9 viver cada momento de nossas vidas como se fossem os \u00faltimos, isso ajuda a superar a perda, pois h\u00e1 menos chance de arrependimentos ou culpa. Sabe aquela frase: n\u00e3o deixe pra amanh\u00e3 o que voc\u00ea pode fazer hoje? Precisamos pensar mais em ser do que ter, precisamos dedicar mais tempo ao nosso (a) parceiro (a), cultivar os sentimentos e viver bons momentos ao lado de quem amamos, isso \u00e9 o que realmente importa<\/em>\u201d, finalizam as psic\u00f3logas.<\/p>\n<p><em><strong>*Para mais informa\u00e7\u00f5es, contatar:<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Danielle Menezes<\/strong><\/em><br \/>\n<em>Assessoria de Imprensa<\/em><br \/>\n<em>(11) 96975-0308<\/em><br \/>\n<em>danielle@agenciahealth.com.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo pesquisa do Instituto do Casal, o medo de ficar vi\u00favo (a) \u00e9 o segundo maior medo dos casais brasileiros A morte \u00e9 um assunto do qual ningu\u00e9m gosta de falar, mas \u00e9 um fato inevit\u00e1vel do ciclo vital e tamb\u00e9m dentro de um relacionamento afetivo. 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