{"id":18064,"date":"2017-06-09T09:50:25","date_gmt":"2017-06-09T12:50:25","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=18064"},"modified":"2017-06-09T09:50:25","modified_gmt":"2017-06-09T12:50:25","slug":"como-diferenciar-a-depressao-da-angustia-tipica-da-adolescencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/como-diferenciar-a-depressao-da-angustia-tipica-da-adolescencia\/","title":{"rendered":"Como diferenciar a depress\u00e3o da ang\u00fastia t\u00edpica da adolesc\u00eancia?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/depress%C3%A3o-nos-jovens-adolescentes.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18065\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/depress%C3%A3o-nos-jovens-adolescentes.jpg?resize=540%2C432\" alt=\"\" width=\"540\" height=\"432\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/depress%C3%A3o-nos-jovens-adolescentes.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/depress%C3%A3o-nos-jovens-adolescentes.jpg?resize=300%2C240&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/depress%C3%A3o-nos-jovens-adolescentes.jpg?resize=250%2C200&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/a>Antes considerado um problema exclusivo de adultos, hoje a depress\u00e3o afeta cada vez mais os adolescentes. Por\u00e9m, nem sempre os pais e educadores est\u00e3o preparados para diferenciar os sintomas da depress\u00e3o da popularmente chamada \u201caborresc\u00eancia\u201d. Estima-se que a depress\u00e3o atinge de 3,3 a 12,4% dos adolescentes, sendo mais comum em meninas que em meninos.<\/p>\n<p>Segundo <strong>Ghina Machado, psic\u00f3loga e neuropsic\u00f3loga, cofundadora da Cl\u00ednica Estar<\/strong> a adolesc\u00eancia \u00e9 marcada por profundas transforma\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e emocionais. \u201c<em>O corpo muda drasticamente, assim como os n\u00edveis hormonais. O adolescente precisa lidar com a perda de sua identidade infantil e, ao mesmo tempo, com a reorganiza\u00e7\u00e3o do seu mundo. Sem d\u00favida, essa \u00e9 a tarefa mais dif\u00edcil desta fase do ciclo vital<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><strong>O porqu\u00ea de tanta tristeza<\/strong><br \/>\nA depress\u00e3o tem causas biol\u00f3gicas, gen\u00e9ticas, psicol\u00f3gicas e sociais. O hist\u00f3rico de depress\u00e3o na fam\u00edlia (pais depressivos) aumenta o risco de desenvolver o problema na inf\u00e2ncia ou na adolesc\u00eancia em pelo menos tr\u00eas vezes. Outro fator que tem chamado a aten\u00e7\u00e3o dos estudiosos \u00e9 a qualidade do v\u00ednculo parental no in\u00edcio da vida.<\/p>\n<p>A qualidade dos relacionamentos nas fases iniciais da vida pode influenciar o desenvolvimento ou n\u00e3o da depress\u00e3o mais tarde. Segundo Ghina, quanto melhor for o v\u00ednculo emocional entre a crian\u00e7a, a m\u00e3e ou cuidadores, melhor ser\u00e1 o desenvolvimento da sua capacidade de lidar com as emo\u00e7\u00f5es quando chegar \u00e0 adolesc\u00eancia ou \u00e0 vida adulta, diz a psic\u00f3loga.<\/p>\n<p>H\u00e1 outros fatores de risco para a depress\u00e3o na adolesc\u00eancia, como viol\u00eancia dom\u00e9stica, hist\u00f3rico de abuso infantil, <em>bullying<\/em>, perdas (morte de um dos pais, irm\u00e3os ou av\u00f3s), div\u00f3rcio dos pais, n\u00e3o aceita\u00e7\u00e3o da autoimagem, etc.<\/p>\n<p>\u201c<em>Lembrando ainda que a depress\u00e3o pode ter doen\u00e7as associadas (comorbidades), como transtorno da ansiedade, transtorno de conduta, transtorno desafiador opositivo, transtorno de d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade, transtornos relacionados ao uso de drogas e os transtornos alimentares, como bulimia e anorexia nervosa<\/em>\u201d, explica Ghina.<\/p>\n<p><strong>Sintomas da depress\u00e3o s\u00e3o diferentes na adolesc\u00eancia<\/strong><br \/>\nEmbora alguns sintomas sejam bem parecidos com os da depress\u00e3o em adultos, na adolesc\u00eancia h\u00e1 caracter\u00edsticas bem t\u00edpicas e diferenciadas. \u201c<em>Todo mundo acredita que a tristeza \u00e9 o sintoma mais b\u00e1sico da depress\u00e3o. Entretanto, nos adolescentes s\u00e3o mais frequentes a irrita\u00e7\u00e3o e a instabilidade emocional, podendo inclusive ocorrer crises de raiva frequentemente<\/em>\u201d, comenta Ghina.<\/p>\n<p><strong>Como diferenciar a depress\u00e3o da ang\u00fastia comum em adolesc\u00eancia<\/strong><br \/>\nO que diferencia as caracter\u00edsticas da adolesc\u00eancia da depress\u00e3o nessa fase \u00e9 a dura\u00e7\u00e3o dos sintomas. \u00c9 poss\u00edvel suspeitar de um quadro depressivo quando o adolescente apresenta na maior parte do dia ou pelo menos por duas semanas, pelo menos cinco dos sintomas descritos abaixo:<\/p>\n<ul>\n<li>Tristeza<\/li>\n<li>Perda do interesse por atividades que gostava (apatia)<\/li>\n<li>Diminui\u00e7\u00e3o do apetite<\/li>\n<li>Perda ou ganho de peso significativo<\/li>\n<li>Agita\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Apatia<\/li>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o da capacidade de concentra\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Excesso de sono ou ins\u00f4nia<\/li>\n<li>Cansa\u00e7o<\/li>\n<li>Sentimento de Culpa<\/li>\n<li>Pensamentos suicidas ou tentativas de suic\u00eddio<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>O que fazer para ajudar<\/strong><br \/>\nQuando a crian\u00e7a entra na adolesc\u00eancia, aos 12 anos, ela precisa mais do que nunca da aten\u00e7\u00e3o dos pais. O di\u00e1logo deve ser a base do relacionamento entre pais e filhos, pois ele permite entender as ang\u00fastias, as dificuldades e os sentimentos vivenciados pelo adolescente.<\/p>\n<p>\u201c<em>O ideal \u00e9 procurar a ajuda de um psic\u00f3logo com experi\u00eancia em atender adolescentes. O tratamento \u00e9 fundamental j\u00e1 que existe o risco da depress\u00e3o se estender para a vida adulta. Um estudo feito nos Estados Unidos, por exemplo, mostrou que 25% dos adultos com depress\u00e3o relataram o primeiro epis\u00f3dio depressivo antes dos 18 anos de idade<\/em>\u201d, conclui Ghina.<\/p>\n<p><em><strong>*Para mais informa\u00e7\u00f5es, contatar:<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Leda Sangiorgio<\/strong><\/em><br \/>\n<em>Assessoria de Imprensa<\/em><br \/>\n<em>(11) 98902-0053<\/em><br \/>\n<em><a href=\"mailto:leda@agenciahealth.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">leda@agenciahealth.com.br<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antes considerado um problema exclusivo de adultos, hoje a depress\u00e3o afeta cada vez mais os adolescentes. Por\u00e9m, nem sempre os pais e educadores est\u00e3o preparados para diferenciar os sintomas da depress\u00e3o da popularmente chamada \u201caborresc\u00eancia\u201d. Estima-se que a depress\u00e3o atinge de 3,3 a 12,4% dos adolescentes, sendo mais comum em meninas que em meninos. 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