{"id":1505,"date":"2015-06-17T12:32:19","date_gmt":"2015-06-17T15:32:19","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=1505"},"modified":"2015-06-17T12:32:19","modified_gmt":"2015-06-17T15:32:19","slug":"gente-que-faz-historia-hoje-e-aniversario-de-arlete-salles","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/gente-que-faz-historia-hoje-e-aniversario-de-arlete-salles\/","title":{"rendered":"GENTE QUE FAZ HIST\u00d3RIA: Hoje \u00e9 anivers\u00e1rio de Arlete Salles"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u201cN\u00e3o me lembro de ter sido t\u00e3o festejada na rua como neste per\u00edodo. Tinha bord\u00f5es que passaram a fazer parte do linguajar popular\u201d, sobre sua personagem Kika Jord\u00e3o em <em>Lua Cheia de Amor<\/em><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-3.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1506\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-3.jpg?resize=650%2C286\" alt=\"arlete 3\" width=\"650\" height=\"286\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-3.jpg?w=650&amp;ssl=1 650w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-3.jpg?resize=300%2C132&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-3.jpg?resize=250%2C110&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><\/a>Na adolesc\u00eancia, Arlete Salles dava expediente num consult\u00f3rio de odontologia, para ajudar nas despesas de casa. Nas horas vagas, ouvia radionovelas e alimentava um sonho: \u201cEu ficava imaginando que um dia, quem sabe, eu pudesse chegar at\u00e9 l\u00e1\u201d. Quando tinha 15 anos, soube que a R\u00e1dio Jornal do Com\u00e9rcio, do Recife, estava procurando novos talentos e foi fazer um teste. Como faltava experi\u00eancia, n\u00e3o foi aprovada como atriz; mas a voz grave lhe garantiu um emprego de locutora. Ainda assim, deu um jeito de participar de algumas novelas. \u201cEu nunca tive a voz de jovenzinha amorosa. Eu nunca vivi aquela linda hist\u00f3ria de amor\u201d, conta. Mas o cora\u00e7\u00e3o do p\u00fablico ela come\u00e7ou a conquistar logo que estreou na TV, em 1960.<\/p>\n<p>Arlete Salles Lopes nasceu em Pau d\u2019Alho, Pernambuco, em 17 de junho de 1942, filha do sanfoneiro Louren\u00e7o Lopes da Silva e da enfermeira Severina Salles Torres. Ainda crian\u00e7a, mudou-se para o Recife. Em 1958, j\u00e1 casada com o ator L\u00facio Mauro, entrou para a Companhia Barreto J\u00fanior e estreou profissionalmente na com\u00e9dia A Cegonha se Diverte, dirigida por Gra\u00e7a Mello. Com a inaugura\u00e7\u00e3o da filial da TV Tupi no Recife, em 1960, come\u00e7ou a trabalhar nos teleteatros da emissora.<\/p>\n<p>Em 1963, o casal se mudou para o Rio de Janeiro e passou a integrar o elenco fixo da Tupi, onde atuou nos programas A, E, I, O&#8230; Urca e Grande Teatro Tupi. No ano seguinte, a emissora contratou Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio de Oliveira Sobrinho, o Boni, como diretor art\u00edstico. Entre as v\u00e1rias novidades que criou, estava o humor\u00edstico I Love L\u00facio, programa dominical de humor e m\u00fasica apresentado por ela e o marido. A passagem de Boni pela Tupi foi r\u00e1pida, mas por interm\u00e9dio dele a atriz foi para a Globo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1507\" aria-describedby=\"caption-attachment-1507\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-1.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1507 size-medium\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-1.jpg?resize=300%2C225\" alt=\"Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Google\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-1.jpg?resize=250%2C188&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1507\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Google<\/figcaption><\/figure>\n<p>Arlete Salles estreou na Globo em Sangue e Areia (1968), de Janete Clair, em que interpretou a m\u00e3e de Myriam P\u00e9rsia, que tinha a mesma idade que ela, 22 anos. Foi obrigada a usar uma pesada maquiagem para parecer mais velha. \u201cEu parecia um \u00edndio maluco, toda cheia de riscos. A televis\u00e3o era em branco e preto, ent\u00e3o dava para fazer, desde que sem close\u201d, relembra.<\/p>\n<p>Na Globo, fez mais de 30 novelas. Seus primeiro papel marcante foi a rainha Imp\u00e9ria de A Ponte dos Suspiros (1969), escrita por Dias Gomes sob o pseud\u00f4nimo de Stella Calder\u00f3n. \u201cNunca fotografei t\u00e3o bem na minha vida, com aquelas roupas suntuosas. Yon\u00e1 Magalh\u00e3es era a protagonista, e eu fazia a antagonista\u201d. Em Ver\u00e3o Vermelho (1970), tamb\u00e9m de Dias Gomes, viveu Selma. Foi a primeira novela ambientada em Salvador, reproduzindo a cultura baiana. \u201cEu me lembro da chamada da novela, em que eu aparecia dentro de um saveiro, usando um sarongue, o maior corpa\u00e7o\u201d, conta.<\/p>\n<p>A Laura Vilhena de Selva de Pedra (1972), de Janete Clair, foi um grande sucesso: \u201cUma maluquete arrivista que s\u00f3 se casava com velhos ricos, porque ela s\u00f3 queria se dar bem na vida. A produ\u00e7\u00e3o ia buscar os meus parceiros no Retiro dos Artistas. Cada vez que morria um marido, eles iam l\u00e1 e traziam outro\u201d. No fim, Laura se apaixonava pelo motorista dela, interpretado por Kadu Moliterno, em sua estreia na televis\u00e3o. Em outra novela da autora, Bravo! (1975), tamb\u00e9m escrita por Gilberto Braga, voltou a fazer uma personagem irreverente. \u201cChamava-se Mimi: maluquete, engra\u00e7ada, mas deliciosa. Ela tamb\u00e9m casava com velhos\u201d, diz.<\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca, esteve ainda em Cavalo de A\u00e7o (1973), de Walther Negr\u00e3o; O Rebu (1974), de Br\u00e1ulio Pedroso; e A Sucessora (1978), de Manoel Carlos, quando viveu Germana Steen. \u201cA Sucessora foi um marco na teledramaturgia do Brasil. Nessa novela, eu me reencontrei com Kadu Moliterno. Ele fazia o meu marido. Minha personagem era uma mulher madura, com um marido mais jovem, que ela tiranizava\u201d. Nos anos 1980, atuou em sete novelas, como Louco Amor (1983), de Gilberto Braga, e Amor com Amor se Paga (1984), de Ivani Ribeiro. Em 1986, deixou a emissora para fazer Dona Beija, de Wilson Aguiar Filho, na Rede Manchete.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1508\" aria-describedby=\"caption-attachment-1508\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-2.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1508 size-medium\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-2.jpg?resize=300%2C200\" alt=\"Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Google\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-2.jpg?resize=250%2C167&amp;ssl=1 250w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/arlete-2.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1508\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Google<\/figcaption><\/figure>\n<p>No ano seguinte, a atriz estava de volta \u00e0 Globo. Primeiro, no elenco de O Outro, de Aguinaldo Silva; depois como a Carmosina de Tieta (1989), do mesmo autor, a partir do romance de Jorge Amado. \u201cEra uma solteirona virgem, mas inquieta, ainda estava esperando encontrar o amor. Essa Carmosina existia muito dentro de mim, conheci v\u00e1rias delas no Recife. Eu considero esse o meu melhor trabalho em televis\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Do mesmo autor, trabalhou em Pedra sobre Pedra (1992), no papel de Francisquinha; Fera Ferida (1993), como Margarida Pestana; Meu Bem Querer (1998), como Tonha da Pamonha; Porto dos Milagres (2001), como a vil\u00e3 Augusta Eug\u00eania; e Fina Estampa (2011), como Vilma. \u201cEu tenho muita identifica\u00e7\u00e3o com os textos dele. Um dia desses, ele declarou numa revista que gosta de escrever para mim. Eu fiquei superfeliz e lisonjeada com isso\u201d.<\/p>\n<p>Lua Cheia de Amor, de Ana Maria Moretzsohn, Ricardo Linhares e Maria Carmem Barbosa, de 1990, tamb\u00e9m marcou a carreira da atriz, que viveu a nova rica Kika Jord\u00e3o. \u201cN\u00e3o me lembro de ter sido t\u00e3o festejada na rua como neste per\u00edodo. Tinha bord\u00f5es que passaram a fazer parte do linguajar popular\u201d. Naquele ano tamb\u00e9m, estreou um dos seus maiores sucessos nos palcos, A Partilha, de Miguel Falabella, em que contracenava com Susana Vieira, Thereza Piffer e Nat\u00e1lia do Vale. A pe\u00e7a gerou uma continua\u00e7\u00e3o em 2000, A Vida Passa.<\/p>\n<p>O ano de 1996 marcou o seu encontro com Falabella na TV. A Anabel Mu\u00f1oz, sua personagem em Salsa e Merengue, novela dele e de Maria Carmem Barbosa, deu-lhe o pr\u00eamio de Melhor Atriz da Associa\u00e7\u00e3o dos Cr\u00edticos Teatrais de S\u00e3o Paulo. \u201cMiguel tem uma participa\u00e7\u00e3o na minha vida, nesse momento de renova\u00e7\u00e3o profissional. Escreveu para mim A Partilha, A Vida Passa. E na primeira novela dele, me deu uma das protagonistas. Aquela mulher forte, destemida, mas sofrida, com aquela filharada, naquela luta pela vida\u201d. Tamb\u00e9m de Falabella e Maria Carmem Barbosa, fez A Lua me Disse (2005), como Ademilde Goldoni, a dona da loja de conveni\u00eancias Frango Com Tudo Dentro; e o humor\u00edstico Toma L\u00e1, D\u00e1 C\u00e1 (2007-2009), em que foi a fogosa e desbocada Cop\u00e9lia. O ousado e exuberante figurino da personagem lhe possibilitou exibir sua boa forma: \u201cEla \u00e9 a reden\u00e7\u00e3o das mulheres de meia idade. O divertido \u00e9 que ela n\u00e3o se enxerga\u201d, diz. A Vilma Moreira Prado de Fina Estampa (2011), de Aguinaldo Silva, marcou o seu retorno \u00e0s novelas das 21h. Em 2013, Arlete Salles teve participa\u00e7\u00f5es especiais no seriado Louco por Elas, nos humor\u00edsticos A Grande Fam\u00edlia e Sai de Baixo e na novela Malha\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A atriz teve dois filhos com L\u00facio Mauro: o ator Alexandre Barbalho e o cineasta Gilberto Salles, e \u00e9 av\u00f3 do ator Pedro Medina e Joana. Tamb\u00e9m foi casada com o ator Toni Tornado.<\/p>\n<p>[<em>Depoimentos concedidos ao Mem\u00f3ria Globo por Arlete Salles em 30\/01\/2002 e 24\/06\/2010<\/em>.]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cN\u00e3o me lembro de ter sido t\u00e3o festejada na rua como neste per\u00edodo. 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