{"id":14815,"date":"2017-01-18T09:14:56","date_gmt":"2017-01-18T12:14:56","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/?p=14815"},"modified":"2017-01-18T09:14:56","modified_gmt":"2017-01-18T12:14:56","slug":"metade-dos-brasileiros-reprova-a-reforma-da-previdencia-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/metade-dos-brasileiros-reprova-a-reforma-da-previdencia-aponta-pesquisa\/","title":{"rendered":"Metade dos brasileiros reprova a reforma da previd\u00eancia, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>No entanto, 60% dos que est\u00e3o cientes da reforma n\u00e3o mudaram sua maneira de agir com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aposentadoria. 38% admitem n\u00e3o se preparar<\/strong><\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/inss_0.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-12471\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/inss_0.jpg?resize=580%2C388\" alt=\"\" width=\"580\" height=\"388\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/inss_0.jpg?w=580&amp;ssl=1 580w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/inss_0.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdoeloiltoncajuhy.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/inss_0.jpg?resize=250%2C167&amp;ssl=1 250w\" sizes=\"(max-width: 580px) 100vw, 580px\" \/><\/a>Uma pesquisa realizada pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) indica que 47% dos brasileiros reprovam a reforma da previd\u00eancia. Apesar da maioria ser contra a reforma, 60% admitem n\u00e3o ter mudado sua maneira de agir com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aposentadoria, especialmente por n\u00e3o terem refletido sobre o assunto (28%). Entre os 40% que alteraram o modo de pensar, o aumento da import\u00e2ncia do planejamento da aposentadoria \u00e9 a principal mudan\u00e7a (20%), principalmente entre os entrevistados das classes A e B.<\/p>\n<p>Entre os que desaprovam a reforma, 28% dizem que depois de tantos anos trabalhando a pessoa merece se aposentar cedo e ter um tempo de descanso e 25% desaprovam porque a proposta discutida ir\u00e1 prejudicar quem j\u00e1 trabalhou mais de 30 anos.<\/p>\n<p>J\u00e1 para os que aprovam a reforma (20%), o principal argumento \u00e9 que o n\u00famero de pessoas mais velhas est\u00e1 crescendo e, se essas medidas n\u00e3o forem realizadas, a previd\u00eancia n\u00e3o conseguir\u00e1 se sustentar a longo prazo, prejudicando assim quem se aposentar\u00e1 futuramente (50%); 18% dizem que a mudan\u00e7a tornar\u00e1 o sistema mais justo, eliminando as diferen\u00e7as entre funcion\u00e1rios p\u00fablicos e da iniciativa privada e 13% afirmam que as pessoas est\u00e3o vivendo mais e com mais sa\u00fade e, por isso, podem ser produtivas por mais tempo.<\/p>\n<p>\u201cIndependente de quest\u00f5es contr\u00e1rias ou favor\u00e1veis \u00e0 reforma da previd\u00eancia, as institui\u00e7\u00f5es, lideran\u00e7as pol\u00edticas e sociedade civil sabem que \u00e9 imprescind\u00edvel discutir o assunto. Dados do IBGE estimam que at\u00e9 2030 o pa\u00eds ter\u00e1 41,5 milh\u00f5es de idosos, ou seja, em torno de um em cada cinco brasileiros vai depender da Uni\u00e3o para se sustentar quando parar de trabalhar\u201d, diz a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.<br \/>\n<strong>Mais da metade dos brasileiros t\u00eam acompanhado a discuss\u00e3o sobre a reforma da previd\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>O levantamento demonstra que 56% dos entrevistados t\u00eam acompanhado de alguma maneira a discuss\u00e3o, com destaque para homens (63%), pessoas com 55 anos ou mais (80%) e das classes A e B (77%). No total, 19% afirmam estar por dentro de todo o processo e altera\u00e7\u00f5es, principalmente os mais velhos (31%).<\/p>\n<p>Dos 38% que afirmam n\u00e3o estar acompanhando o debate sobre o tema, a maioria \u00e9 de mulheres (44%), jovens (52%) e entrevistados das classes C, D e E (43%).<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante que todos os envolvidos no debate participem da discuss\u00e3o sobre a reforma, j\u00e1 que diz respeito a jovens, adultos e idosos. Cedo ou tarde todos ser\u00e3o atingidos e precisar\u00e3o refletir sobre a aposentadoria\u201d, afirma Kawauti.<br \/>\n<strong>Quatro em cada dez brasileiros n\u00e3o se preparam para a aposentadoria<\/strong><\/p>\n<p>Embora a maioria (95%) reconhe\u00e7a que os brasileiros devem pensar na aposentadoria, 38% afirmam que n\u00e3o se preparam para o momento de parar de trabalhar; sendo a principal justificativa o fato de nunca sobrar dinheiro (34%), seguida da alega\u00e7\u00e3o de ser muito cedo para pensar no assunto (20% com aumento para 27% entre os homens) e 16% n\u00e3o sabem como fazer.<\/p>\n<p>A maneira mais comum de se preparar para a aposentadoria \u00e9 por meio do INSS pago de maneira aut\u00f4noma (17%), seguido de aplica\u00e7\u00e3o em poupan\u00e7a (15%). As pessoas mais velhas (82%) e entrevistados das classes A e B (72%) s\u00e3o os que mais se preparam para o momento de deixar de trabalhar. Ser uma pessoa precavida (21%) e ver exemplos de pessoas que tiveram problemas financeiros ap\u00f3s a aposentadoria (20%) s\u00e3o as principais motiva\u00e7\u00f5es dos entrevistados.<\/p>\n<p>De acordo com o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, Jos\u00e9 Vignoli, \u00e9 importante que o planejamento comece desde cedo, ainda que feito em pequenas quantias: \u201cQualquer um pode se preparar logo para a aposentadoria, desde que respeite sua realidade financeira. \u00c0 medida que a renda da pessoa aumenta, ela pode incrementar o valor dos dep\u00f3sitos de modo que essa reserva cres\u00e7a. No entanto, \u00e9 importante ter disciplina e regularidade no planejamento\u201d, explica.<\/p>\n<p>No total, 95% de entrevistados acreditam ser importante se preocupar com a aposentadoria. O argumento mais mencionado \u00e9 o fato de que se n\u00e3o se preocuparem, ter\u00e3o que depender de terceiros na velhice (32%). Outros 21% afirmam que o padr\u00e3o de vida pode cair caso n\u00e3o se preocupem. Cerca de 55% fazem reservas ou investimentos com foco na aposentadoria mensalmente, principalmente os entrevistados das classes C, D e E, sendo a m\u00e9dia anual equivalente a 10 meses.<\/p>\n<p>Segundo o estudo, os entrevistados acreditam que a idade ideal para se aposentar \u00e9 57,5 anos, em m\u00e9dia.<\/p>\n<p><strong>Metodologia<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa ouviu 606 pessoas residentes em todas as capitais do Brasil, com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e todas as classes sociais. A margem de erro \u00e9 de 4 pontos percentuais e a margem de confian\u00e7a de 95%.<\/p>\n<p><em>*SPC Brasil | CNDL<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No entanto, 60% dos que est\u00e3o cientes da reforma n\u00e3o mudaram sua maneira de agir com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aposentadoria. 38% admitem n\u00e3o se preparar Uma pesquisa realizada pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) indica que 47% dos brasileiros reprovam a reforma da previd\u00eancia. 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