Dentista é achada morta dentro de casa na divisa de Minas Gerais com a Bahia: ‘Era querida por todos’

FONTE: Por TV Sudoeste

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on email
Share on telegram
Ana Luiza Dompsin se formou em Vitória da Conquista, cidade onde a família mora. Após a morte, a mãe dela falou sobre a jovem que foi achada com marca de tiro na nuca
Ana Luiza Dompsin, de 25 anos, foi encontrada morta dentro de casa com um tiro na nuca em um município localizado na região próxima à divisa de MG com a BA — Foto: Reprodução

A dentista Ana Luiza Dompsin, de 25 anos, foi encontrada morta dentro de casa com um tiro na nuca na madrugada de terça-feira (23), no município de Divisa Alegre, localizado na divisa de Minas Gerais e a Bahia. A família da jovem é de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, mesma cidade onde Ana Luiza se formou em odontologia.

“Ela era muito meiga, querida por todos. Sorridente, o sorriso era o cartão de visita dela”, conta Keila Souto, mãe de Ana Luiza.

Nem a polícia ainda têm respostas para a morte de Ana Luiza. A Polícia Civil de Minas Gerais realiza as investigações, mas ainda não deu detalhes sobre o caso. No dia em que Ana Luiza foi encontrada morta, a Polícia Militar de Divisa Alegre informou que uma equipe foi acionada através de denúncia anônima.

Segundo informações iniciais, o namorado de Ana Luiza também estaria no imóvel. Ele é policial militar do município de Cândido Sales, no sudoeste da Bahia. De acordo com a versão relatada pelo namorado, a dentista teria cometido suicídio com a arma dele. A versão não foi confirmada pela polícia.

Por meio de nota, a PM disse que todas as medidas cabíveis foram tomadas e a investigação aguarda os laudos técnicos para dar seguimento ao caso, já que um policial militar estava no local da morte.

Segundo familiares de Ana Luiza, apesar da formação em odontologia ter ocorrido em Vitória da Conquista, no sudoeste da baiano, a jovem morava em Minas Gerais há cerca de três anos.

Keila Souto, mãe da jovem, também falou sobre o caso e a reação ao receber a notícia da morte da filha na cidade a cerca de 110 km de Vitória da Conquista.

“Foi inacreditável para mim. Quando eu recebi a notícia, perdi o chão. Até agora a ficha ainda não caiu. A gente está desolado, a família está chocada com tudo isso”, comentou.

Keila Souto ainda falou que a filha era carinhosa com as pessoas e uma pessoa amiga de todos.

“Ela não deixou pacientes, ela deixou amigos, deixou professores apaixonados pela aluna, e colegas saudosos”, concluiu.

Veja também