Conheça Sabino Peixinho, empresário com grande contribuição para a cultura e economia da região de Bonfim

FONTE: Minha Cidade - Senhor do Bonfim

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Sabino Ferreira Peixinho, nasceu em 9 de julho de 1931, em Bebedouro, município de Monte Santo. Ainda jovem foi para Salvador, depois indo morar em São Paulo, onde trabalhou como comerciante, ao lado de seus irmãos.

Nos anos 1950, como militar, foi autoridade policial no município de Angical, região Oeste da Bahia. Em uma diligência na vizinha cidade de Barreiras se encantou por dona Iracema Sampaio de Almeida, com quem se casou e tiveram sete filhos.

Em 1967 foi transferido para a cidade de Juazeiro, onde, poucos anos depois, pediu baixa da carreira militar e se dedicou a promover a cultura no Cine Teatro São Francisco.

Encantado pelas esmeraldas, no início da década de 1970, mudou-se com a família para Carnaíba, em Pindobaçu. Lá continuou atuando na área cultural, exibindo filmes de aventura, românticos, faroeste, as chanchadas com Grande Otelo e as comédia de Mazzaropi. Também organizou shows musicais com Waldick Soriano, Luiz Gonzaga, Agnaldo Timóteo, Jerry Adriani e outros artistas renomados da época.

Por conta dos estudos dos filhos, veio para Senhor do Bonfim em 1974, inicialmente para a rua Barão de Cotegipe, em frente ao casarão do Coconi, depois para a rua Rui Barbosa, ao lado da casa das Irmãs Militão. Na mesma rua, inaugurou pouco tempo depois o Hotel Pedras Preciosas, recepcionando artistas, engenheiros, viajantes e estrangeiros de todo o mundo que chegavam na cidade atraídos pelos negócios e pelas pedras preciosas.

A partir do final dos anos 1980 transferiu o hotel para a rua Fernando Jatobá, onde ajudou com a urbanização e preservação da área onde mora há mais de 30 anos.

Além de já ter recebido honrarias do Clube de Diretores Lojistas e do comércio local, Seu Peixinho está sendo homenageado por sua filha mais velha, a jornalista Liliana Peixinho, que está escrevendo as memórias da família.

Outro projeto em andamento é a criação do Museu da Roça, na Casa de Pedra, situada na comunidade da Passagem Velha.

Texto adaptado da crônica de Liliana Peixinho
Foto: Liliana Peixinho

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